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11 jun 2012

A compreensão das influências da mídia na formação de professores em Educação Física: transformação de informação em conhecimento

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A presente discussão refere-se à compreensão das influências da mídia nos cursos de formação profissional em Educação Física.
Autor(es): Cinthia Lopes da Silva
Entidades(es): Universidade do Porto - Portugal
Congreso: VII congreso internacional sobre la enseñanza de la educación física y el deporte escolar
BAdajoz 2007
ISBN: 9788461184170
Palabras claves:

A compreensão das influências da mídia na formação de professores em Educação Física: transformação de informação em conhecimento

Introdução

A presente discussão refere-se à compreensão das influências da mídia nos cursos de formação profissional em Educação Física. Esse tema é parte de uma tese de doutorado que se encontra em andamento, realizada em parceria institucional entre a Faculdade de Educação Física (FEF) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)/Brasil e a Faculdade de Motricidade Humana (FMH) da Universidade Técnica de Lisboa (UTL)/ Portugal. A formação de professores, entendida como processo de humanização e de produção de conhecimentos tem como responsabilidade o desenvolvimento humano e social, por meio da educação. Os profissionais que hoje estão em processo de formação serão, futuramente, formadores de valores, de concepções de mundo, mediando as percepções dos sujeitos consigo próprio e com a vida coletiva. A área da Educação Física têm sido, historicamente, fortemente influenciada pelo conhecimento das Ciências Naturais e de um olhar para o corpo e para as expressões humanas como objetos de estudo e intervenção, ficando à margem, a finalidade educativa relacionada à dimensão social. As influências da mídia que circulam, no presente, atingem diferentes grupos e sociais, sendo também referências para os estudantes em processo de formação profissional.

A compreensão de tais influências poderá qualificar a ação pedagógica futura dos estudantes, no sentido de retornarem para a sociedade uma visão mais crítica e consciente dos significados atribuídos ao corpo e às práticas corporais, propondo revisão de valores e conceitos. Apresentaremos, a seguir, o problema referente ao predomínio de referenciais provindos das Ciências Naturais na construção do conhecimento na área da Educação Física e a necessidade de uma base centrada nas Ciências Sociais e Humanas para a elaboração de ações pedagógicas direcionadas à compreensão das influências da mídia nos cursos de formação de professores. Para nortear a discussão, teremos como base autores participantes do debate acadêmico da Educação Física Brasileira, além da interlocução com autores da Filosofia e da Educação. O problema do conhecimento na Educação Física e a compreensão das influências da mídia na formação de professores Como ensinar futuros professores a pensar sobre o tempo em que vivem? A reverem valores e compreenderem os sentidos difundidos pela mídia, de maneira a construírem seus modos de ser e agir no mundo? Essas são questões gerais que guiam o presente estudo, na construção de ações pedagógicas que viabilizem a compreensão do discurso da mídia em cursos de formação profissional em Educação Física. Zambrano (2003), na elaboração de argumentos para discutir a crise no Ocidente, sustenta a posição de que o ser humano é parte de um processo histórico em constante construção e, se assim não fosse, a história não teria sentido.

Para ela, é entre a alvorada e o morrer do dia que os seres humanos se anunciam e são anunciados. A autora apresenta uma relação entre caminho e conhecimento que parece dar luz à colocação do problema em questão: Descobrir um caminho, abri-lo, traçá-lo, é acção mais humana porque é ao mesmo tempo acção e conhecimento: decisão e uma certa fé que regula a esperança de forma a convertê-la em vontade. É pois uma acção moral pôr excelência (p.34). Na seqüência, a autora afirma que, qualquer que seja o caminho, é sempre pensamento, que, por sua vez, nasce do equilíbrio entre confiança e desconfiança. Essas idéias da filósofa espanhola parecem ir ao encontro do problema da construção do conhecimento na Educação Física e da necessidade de revisão de referenciais teóricos em tal área. O que está posto parece ficar só no plano da confiança, do imediato, da descrição e da prescrição de fazeres, gerando um fosso entre o pensar e o agir, o corpo e a sociedade, a ação e a finalidade, ao invés de tais elementos estarem relacionados e em correspondência com o social; há que morrer esse tipo de saber na área para o surgimento de caminhos que recuperem a unidade entre ação e pensamento. Conhecimentos esses que possam gerar a desconfiança e dar oportunidade para que, entre confianças e desconfianças, os sujeitos construam suas ações no mundo. As ações pedagógicas na Educação Física foram, historicamente, constituídas a partir de um fazer em primeiro lugar, muitas vezes separado do saber o porquê do fazer. O conhecimento predominante na área, apoiado nas Ciências Naturais, parece ter favorecido a elaboração de ações pedagógicas que tornassem possível o aperfeiçoamento e otimização da aptidão física. O problema que se coloca é a constituição de um determinado tipo de saber separado da história e da consciência histórica. A implicação disso é um agir profissional que é fim em si mesmo, separado da dimensão social.

O problema da predominância de determinado conhecimento na área da Educação Física está relacionado às funções dos profissionais formadores, ao modo como os sujeitos, em processo de formação, percebem si próprios e sua relação com o mundo diante os valores sustentados pela cultura do consumo e das influências da mídia na contemporaneidade. A ação dos futuros professores será determinada pelas referências construídas ao longo da vida e pelas possibilidades de revisão de seus saberes prévios. Nesse sentido, o processo de formação profissional poderá ser um rico espaço e momento na vida para a construção de novas idéias e, sobretudo de uma atitude questionadora dos valores predominantes, em um contínuo processo de percepção das relações entre de si, o outro e o mundo.

Segundo Sá-Chaves (2003), são os novos problemas emergentes que, ao serem conscientizados e compreendidos, poderão apontar novos direcionamentos nas práticas educacionais, referentes aos valores, crenças, tipos de conhecimento que dão referências para os paradigmas educacionais e conseqüentemente, às concepções e estratégias de formação. A mesma autora, coloca o problema à Educação da passagem da visão focada na dimensão individual a outra mais centrada na dimensão social. Esse ponto de vista parece próximo das idéias de Zambrano (2003). Essas referências cabem também à Educação Física, no sentido de questionar como os cursos de formação na área têm viabilizado a pluralidade de idéias e debate tendo como finalidade educativa a dimensão social. No Brasil, a partir do final da década de 1970 e, ao longo da década de 1980, foi intensificado o debate acadêmico na área da Educação Física. Alguns professores e pesquisadores, com o intuito de contraponto à tradição da área e apoiados em referenciais provindos das Ciências Sociais e Humanas, propuseram revisão de valores e conceitos aos profissionais atuantes na mesma.

A obra “Metodologia do ensino de educação física”, elaborada por um Coletivo de autores2 (1992) brasileiros, é exemplo disso. Os autores contrapõem à perspectiva clássica da Aptidão Física uma perspectiva de área que parte do conceito de Cultura Corporal. Esse conceito fundamenta-se nas construções históricas de diferentes sociedades a respeito das expressões corporais (Jogo, Dança, Luta, Esporte, Ginástica) e dos significados atribuídos a tais manifestações humanas. Essa foi uma das primeiras obras que sinalizou para o significado das ações humanas, na tentativa de propor um olhar para tais manifestações relacionando-as com a vida social. Outras referências brasileiras são as obras de Jocimar Daolio. Em seu primeiro livro intitulado “Da cultura do corpo”, publicado em 1995, parte do referencial da Antropologia Social, particularmente as obras de Marcel Mauss e Clifford Geertz e entende como central para a Educação Física o conceito de cultura. Esse autor parece avançar na discussão proposta pelo Coletivo de Autores (1992), no sentido de entender o componente simbólico das ações humanas de maneira dinâmica na vida social, como construções de diferentes grupos e sociedades. É nesses termos, que o presente trabalho pretende compreender as influências da mídia na atualidade – como uma produção institucional de significados –, difundidos cotidianamente com o intuito de impulsionar a cultura de consumo, transformando as relações de espaço e tempo, atingindo, portanto, diferentes grupos e sociedades. As influências da mídia e as implicações para a Educação Física, é tema que ganha maior visibilidade no Brasil na década de 1990.

Dentre os autores que têm se dedicado a essa discussão, Mauro Betti é referência. O autor (Betti, 1998) entende que os conteúdos difundidos pelos meios de informação, sobretudo o esporte televisivo, é transformado pela mídia em telespetáculo e apresenta categorias para a análise desse fenômeno social, com o intuito de desconstrução do mesmo, por meio de leitura e compreensão crítica do esporte, sendo a escola, um espaço privilegiado para isso. Estudos brasileiros mais recentes apresentam dados que reforçam os argumentos apresentados para a necessidade de compreensão das influências da mídia na formação de professores em Educação Física. O estudo descritivo-exploratório realizado por Mendes & Mezzaroba (2006) junto a 31 acadêmicos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) do curso de Licenciatura em Educação Física, teve como propósito identificar como os estudantes percebem e atribuem significados à sua relação com as tecnologias de informação e comunicação (TIC´s). Quando questionados se perspectivavam usar as TIC´s em sua intervenção futura como professores, a maioria (84%) afirmou que sim, os outros 16% dos entrevistados ficaram indecisos na resposta. No item “as possibilidades de uso das TIC’s durante a formação”, a maioria refere-se ao uso das TIC´s no sentido de entretenimento, ficando em segundo lugar respostas que afirmam a contribuição das TIC´s para a formação e intervenções futuras e, em terceiro lugar, o uso das TIC´s como fonte de consulta para pesquisas. Os dados acima possibilitam reflexões a respeito das possibilidades de uso que os estudantes entrevistados vêem das TIC´s durante a formação e na atuação profissional futura. Identificam possibilidades de uso das TIC´s na formação profissional, no entanto, a finalidade de uso que prevalece nas respostas dadas parece ser no sentido mais instrumental, técnico, quando afirmam o uso com finalidade de entretenimento.

Há que se fazer certa relativização dessa interpretação, talvez seja necessário aprofundamento na análise qualitativa sobre a discussão e acesso a outras pesquisas nessa linha. Entretanto, o dado parece compor um quadro social em que a formação para um olhar crítico e de conhecimento elaborado sobre as influências da mídia é, ainda, incipiente. A confiança dos futuros professores de Educação Física nos saberes adquiridos em suas experiências como atletas, freqüentadores de clubes, academias de ginástica, alunos das aulas de Educação Física no Ensino Básico e nas informações recebidas pelos meios de informação (televisão, internet, rádio, jornais) compõem as referências que os sujeitos possuem a respeito da área e expectativas em relação ao curso e a atuação profissional futura. O papel do professor formador é mobilizado por certo tipo de conhecimento, ao qual é determinado pelas lembranças quando aluno, pela formação institucionalizada ao longo dos anos escolares, pelos acessos que teve às múltiplas maneiras de pensar o mundo e por certa compreensão das influências que circulam em seu meio, pelos anos e experiências vividas como professor. Os alunos, por sua vez, também possuem um saber prévio a respeito dos fatos cotidianos, dos temas que são tratados em aula e, tal como o professor, constroem-se como sujeitos, em constante processo de inacabamento. Fontana (2001), no texto “A AULA: uma leitura pelo AVESSO”, tendo como base nas idéias de Michel de Certeau e Mikhail Bakhtin, dentre outros autores, afirma que a relação pedagógica envolve uma tensão que é gerada pela construção dos papéis sociais de alunos e professores. Essa tensão é sustentada pelos encontros e confrontos de conhecimentos entre ambos e mobiliza sentidos. É nessa tensão que se dá a compreensão e a produção de novos sentidos atribuídos às relações entre si e o mundo, às práticas sociais, às mensagens e imagens que circulam no presente.

Se, uma parte do problema da formação de professores em Educação Física, colocado anteriormente, é referente ao tipo de conhecimento que tem sido predominante na área, provindo das Ciências Naturais, a outra, é com relação à mediação de conhecimentos. Para uma formação que vislumbre futuros professores atuando de modo questionador e consciente dos problemas existentes na sociedade, parece imprescindível uma dinâmica de ensino que possibilite a esses sujeitos um pensar que provoque abalos nas certezas dos futuros professores. Para isso, o estudo do corpo e das práticas corporais, tendo como central o conceito de cultura e como finalidade pedagógica a sociedade, é fundamental para orientar as ações pedagógicas nos cursos de formação de professores nos encontros e confrontos com os saberes prévios dos graduandos em Educação Física. Para a mediação de conhecimentos nos cursos de formação de professores acerca dos significados difundidos pela mídia a respeito do corpo e das práticas corporais, o encontro e confronto de saberes constitui-se como ação pedagógica para que os sujeitos identifiquem e compreendam o cenário social em que tais significados são produzidos, o papel que a instituição mídia possui e as implicações de suas influências na vida coletiva. Para esse propósito, os referenciais das Ciências Sociais e Humanas são norteadores das discussões. Isso não quer dizer que os conhecimentos das Ciências Naturais ou Biológicas devam ser excluídos dos currículos de Formação Superior, mas que sejam tratados de maneira integrada à vida e às relações humanas. Nas imagens e mensagens que são difundidas cotidianamente pela mídia multiplica-se valores predominantes na atualidade como a competição, a sobreposição de interesses individuais aos coletivos, a homogeneização de corpos e aparências pela repetição de imagens de pessoas famosas como referência de beleza corporal e saúde, com finalidade de venda de produtos, práticas e incentivo a certos hábitos para manutenção da cultura de consumo.

A compreensão dos significados propostos pela mídia, relacionados ao corpo e às práticas corporais se dá à medida que os alunos, em contato com os diferentes referenciais estudados, possam identificar os propósitos da mídia e as implicações de sua influência na vida social, em um constante processo de atribuição de novos sentidos às informações que recebem. Esse exercício possibilitará que os futuros professores, em processo de formação, compreendam as influências da mídia e realizem, no exercício da profissão, mediações pedagógicas com certo grau de elaboração e de interpretação sistemática e qualificada dos conteúdos e valores difundidos. Esse processo gerará constante significação a respeito de temas como saúde, corpo, práticas corporais, potencializando as capacidades de seus futuros alunos de escolha e opção na vida. A cultura de consumo, impulsionada pela mídia, introduz no cotidiano da vida referências de padrões corporais de beleza, comportamentos, modos de se vestir, orientações à saúde, atribuindo aos elementos da cultura corporal (Jogo, Esporte, Dança, Luta, Ginástica) sentidos específicos. Os discursos que circulam parecem contribuir para o entendimento de tais elementos da cultura como principais meios para se atingir o corpo desejado, para obtenção de saúde, para que ocorram modificações corporais, na busca por uma aparência bela e saudável que represente uma pessoa de sucesso, dinheiro e beleza. É comum ver em propagandas publicitárias, como menciona Betti (1998) associações entre qualidades dos produtos (cerveja, carro, alimento, perfume, roupa etc.) e a imagem de atletas (forte, saudável, belos, ágeis), por exemplo. Tal sobreposição parece ser cotidianamente foco da cultura de consumo e dos meios de informação para promoção e venda de produtos. Nesse caso, há tanto circulação de discurso que associa as qualidades dos atletas às do produto como da própria construção da imagem do atleta; como se fossem pessoas que não passassem por sofrimento, dor, dificuldades na vida, momentos de insucesso. O esporte transmitido pela mídia é geralmente focado em notícias, envolvendo a vida dos atletas, a relação com o clube, com a equipe, com o patrocinador. Há um jogo de relações (de poder) entre emissoras, jornalistas, patrocinadores na transmissão de jogos.

As grandes marcas de indústrias (Coca-cola, Adidas, Nike etc.) tem seus logotipos junto aos arcos olímpicos, como foi nos Jogos Olímpicos de 2004, patrocinados pela Coca-Cola e como será 2008, com o patrocínio da multinacional Johnson & Johnson, transformando os Jogos Olímpicos em mercadoria e propaganda para as grandes empresas. As relações estabelecidas entre patrocinadores e emissoras na transmissão televisiva dos esportes em geral, tal como das organizações como o Comitê Olímpico Internacional (COI)3, põem em circulação discursos, gerando certa compreensão por parte dos telespectadores. Como os sujeitos, futuros professores, se colocam diante esses sentidos produzidos pela mídia? Como entendem as mensagens e imagens difundidas sobre beleza, saúde, práticas corporais de modo geral? Essas são questões para se colocar aos cursos de formação de professores em Educação Física, contribuindo para que os alunos, ao serem questionados, possam rever conceitos e valores, identificando problemas na área e a complexidade existente nos mesmos, gerando assim, a transformação de informação em conhecimento.

Considerações Finais

As reflexões apresentadas procuraram situar o problema da construção do conhecimento na Educação Física, contrapondo à tradição da área uma visão que considera a dinâmica das relações sociais e as influências da mídia como componente da vida social na construção de valores e significados. A mediação pedagógica nos cursos de formação profissional, gerada pelo encontro e confronto de conhecimentos, poderá viabilizar a construção de um espaço reflexivo para a produção de múltiplos sentidos às informações difundidas pela mídia, em um contínuo processo de transformação de informações em conhecimentos. A revisão de sentidos e valores no processo de formação de professores em Educação Física é fundamental para que os sujeitos possam retribuir à sociedade uma compreensão qualificada dos significados difundidos pela mídia a respeito do corpo e das práticas corporais e, com isso, proporem revisão de valores e conceitos na construção de uma vida coletiva melhor.

 

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Bibliografía

Betti, M. (1998). A janela de vidro: esporte, televisão e educação física. Campinas: Papirus.

Fontana, R. C. (2001). Sobre a AULA: uma leitura pelo AVESSO. Presença Pedagógica, 7(39), 31-37.

Coletivo de Autores (1992). Metodologia do ensino de educação física. São Paulo: Cortez.

Daolio, Jocimar (1995). Da cultura do corpo. Campinas: Papirus. Mendes, D.&Mezzarano, C. (2006). A cultura das tecnologias comunicacionais na formação do professor de Educação Física: limites e possibilidades pedagógicas das TIC´s na voz dos acadêmicos. Seminário Brasileiro de

Estudos Culturais e Educação, 2, Anais eletrônicos...Canoas/RS: 3-5/agosto, (pp.1-13).

3 Em Portugal, o termo usado é Comitê Internacional Olímpico (CIO). Pires, G. (2003). Cultura esportiva e mídia: abordagem crítico-emancipatória no ensino de graduação em Educação Física. In M. Betti (org.), Educação Física e mídia: novos olhares, outras práticas. São Paulo: Hucitec, (pp.19-44).

Sá-Chaves, I. (2003). Formação de professores: interpretação e apropriação de mudança nos quadros conceptuais de referência. Santarém: ESES – Escola Superior de Educação de Santarém.

Zambrano, M. (2003). Pessoa e democracia: a história sacrificial. Lisboa: Fim de Século.

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