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15 jun 2012

Actitudes alimentarias y la distorción de la propia imagen corporal em atletas de gimnasia ritmica

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El objetivo de este estudio fue analizar la asociación entre la imagen corporal y actitudes alimentarias en la gimnasia rítmica, identificando posibles trastornos alimentarios.

Autor(es): Fernanda Soares Nakashima; Aline Welz; Lenamar Fiorese Vieira; Vanildo Rodrigues Pereira
Entidades(es): Centro de Ciências da Saúde – Universidade Estadual de Maringá
Congreso: II Congreso Internacional de Ciencias del Deporte y la Educación Física
Pontevedra  6, 7 y 8 de mayo de 2010

ISBN: 978-84-613-8448-8
Palabras claves: actitudes alimentarias, imagen corporal, gimnasia rítmica

Actitudes alimentarias y la distorsión de la propia imagen corporal en atletas de gimnasia rítmica

Resumen

El objetivo de este estudio fue analizar la asociación entre la imagen corporal y actitudes alimentarias en la gimnasia rítmica, identificando posibles trastornos alimentarios. Los sujetos fueron 39 atletas de gimnasia rítmica de la ciudad de Maringá con edades comprendidas entre 9 y 12 años. Como instrumentos se utilizó el EAT-26 y El BSQ. Se encontró que, en general, las gimnastas están satisfechas con su imagen corporal. La prevalencia de trastornos de la alimentación actitud representó el 20,5% de las atletas. No hubo relación entre los trastornos de la conducta alimentaria y la insatisfacción con la imagen corporal. Se observó sin embargo una tendencia de una mayor preocupación por la imagen corporal con el aumento de la edad.

Resumen

El objetivo de este estudio fue analizar la asociación entre la imagen corporal y actitudes alimentarias en la gimnasia rítmica, identificando posibles trastornos alimentarios. Los sujetos fueron 39 atletas de gimnasia rítmica de la ciudad de Maringá con edades comprendidas entre 9 y 12 años. Como instrumentos se utilizó el EAT-26 y El BSQ. Se encontró que, en general, las gimnastas están satisfechas con su imagen corporal. La prevalencia de trastornos de la alimentación actitud representó el 20,5% de las atletas. No hubo relación entre los trastornos de la conducta alimentaria y la insatisfacción con la imagen corporal. Se observó sin embargo una tendencia de una mayor preocupación por la imagen corporal con el aumento de la edad.

Palabras Clave: actitudes alimentarias, imagen corporal, gimnasia rítmica.

 

  1. Introdução

Um enorme interesse sobre a percepção da imagem corporal se desenvolveu durante os últimos 20 a 30 anos. A cultura da magreza disseminada atualmente determina valores e normas que condicionam atitudes e comportamentos relacionados à aparência, desenvolvendo uma insatisfação com a auto-imagem.
A insatisfação com a imagem corporal está relacionada às desordens alimentares, podendo desencadear em casos mais graves patologias como, por exemplo, a anorexia e a bulimia. Verifica-se uma alta prevalência de distúrbios nos grupos em que se percebe maior ênfase na manutenção de um corpo de acordo com os padrões estabelecidos. Os adolescentes, frente ao período de mudanças físicas e início do desenvolvimento de características sexuais secundárias próprias da fase, estão mais propensos à insatisfação com seu corpo e, conseqüentemente, a terem comportamentos alimentares anormais (Nunes et al, 2001). Indivíduos do sexo feminino apresentam-se mais insatisfeitos com a auto-imagem, desenvolvendo mais facilmente problemas alimentares (Furnham et al, 2002).
Recentes estudos apontam que 90% das pessoas portadoras de transtornos alimentares são mulheres com idade entre 14 e 18 anos, embora hoje em dia, cada vez mais essa idade venha decrescendo perigosamente para meninas menores de 12 anos (Ballone, 2003) e, assim, grande parte das pesquisas tem se concentrado em crianças. No entanto, os resultados mostram que crianças com idade entre 5 e 8 anos ainda não sentem as pressões impostas pela sociedade e não estão preocupadas com a própria aparência física (Wood, 2004). 
Pesquisas têm apontado uma maior ocorrência de distúrbios alimentares no contexto do esporte. Isto porque o ambiente esportivo pode consistir em uma subcultura capaz de amplificar as pressões socioculturais para a magreza. Os atletas, enquanto membros da sociedade, estão expostos as mesmas pressões que a população geral, porém estas são ainda somadas às exigências de alta performance do esporte (Roma, Lebre & Vanconcelos, 2005).
Weinberg e Gould (2001) colocam como fatores predisponentes de distúrbios alimentares no esporte as restrições e padrões de peso, a pressão do técnico e do grupo, as exigências de desempenho e os critérios de julgamento.
Sendo assim, em determinadas modalidades os atletas estão mais sujeitos a atitudes e comportamentos de risco, o que, conseqüentemente, pode levar ao desenvolvimento de perturbações do comportamento alimentar. Esportes estéticos como o nado sincronizado, a patinação artística, a ginástica rítmica e artística são modalidades olímpicas em que os resultados dependem de avaliações externas feitas por juízes.  Nestas modalidades, a aparência física /elegância corporal é considerada por parte dos atletas um fator de grande importância na atribuição da pontuação final (Swoap & Murphy, 1995).
Especificamente a ginástica rítmica, modalidade em que as praticantes são essencialmente mulheres e com exigências sobre a estética corporal bastante presentes, pode-se considerar um contexto bastante propício ao surgimento de comportamentos alimentares anormais em busca do padrão exigido pelo esporte. Uma vez que, de acordo com Laffranchi (p. 135, 2001), “torna-se cada vez mais evidente o rejuvenescimento desse desporto, e grandes resultados são obtidos com ginastas com faixas etárias cada vez mais baixas”, a necessidade de altas performances em idades precoces, pode fazer com que atletas já na infância e pré-adolescência comecem a apresentar preocupações relacionadas à manutenção do corpo magro. Essa pressão do contexto desportivo, que se tornam progressivamente mais exigentes, normativos e competitivos estão totalmente relacionados com o desenvolvimento de um auto-conceito nos adolescentes.
O foco deste estudo foi a modalidade ginástica rítmica devido a importância dada a questão da estética corporal, podendo em alguns casos desenvolver comportamentos alimentares anormais nas atletas, ao passo que uma associação entre o padrão magro e o sucesso na modalidade pode ocorrer. Diante destas considerações, este estudo apresenta como objetivo identificar a manifestação de distúrbios alimentares em atletas de ginástica rítmica, verificando a percepção de auto-imagem corporal e as atitudes alimentares.

  1. Material e método

 

ii.i) Amostra
Realizou-se um estudo, elegendo-se como grupo-alvo um segmento que se inclui na faixa apontada como a de maior risco para o surgimento de transtornos alimentares: jovens atletas da modalidade de ginástica rítmica. A amostra foi composta por 39 atletas praticantes de ginástica rítmica na cidade de Maringá, que participam de treinamento, sendo todos os sujeitos do sexo feminino, com idade entre 9 e 12 anos com (média de 11,4 anos e desvio padrão de 0,9).

ii.ii) Instrumentos
Para a realização desta pesquisa, foram utilizados quatro instrumentos, sendo um de identificação geral do sujeito, outro relativo às atitudes alimentares (EAT) utilizado para identificar a presença de distúrbios de atitudes alimentares; o terceiro, Body Shape Ouestionnaire(BSQ), que avalia a distorção da auto-imagem; e por último, o Teste de Percepção de Competência que avalia a forma como o individuo percebe sua competência, ou os julgamentos expressados pelo indivíduo sobre suas habilidades em diferentes domínios.
O primeiro questionário contém dados de identificação e alguns dados sobre a inserção da atleta avaliada na ginástica rítmica, contendo questões como, por exemplo: (em que ano iniciou na ginástica rítmica, já participou de algum campeonato, em que ano participou do primeiro campeonato, qual o campeonato mais importante que já participou).
O EAT foi desenvolvido por Garner e Garfinkel (1979), esse instrumento foi validado pelos autores utilizando uma população feminina do Canadá, onde, eles avaliaram pacientes com anorexia nervosa e jovens universitárias sem história de doença alimentar ou psiquiátrica. Inicialmente o teste era composto por 40 questões, mas após revisão dos autores ficou definido como EAT 26, por conter 26 (vinte e seis) questões preenchidas pelos próprios sujeitos; a adaptação do EAT-26 foi realizada por Nunes e cols. (1998), e validada em uma população de adolescentes do sexo feminino por Bighetti (2003). O ponto de corte do EAT-26 é 21, ou seja, uma pontuação acima ou igual a 21 indica a possibilidade de desenvolvimento de algum distúrbio de atitude alimentar. 
O (BSQ) Body Shape Ouestionnaire foi desenvolvido por Cooper et al, traduzido para o português por Cordás & Neves (1999) e avalia as preocupações com a forma do corpo, auto-depreciação pela aparência física e a sensação de estar “gordo”. O questionário também foi validado para uma população de universitários brasileiros por Di Pietro (2001). O BSQ é um questionário auto-aplicativo com 34 perguntas. Cada questão apresenta seis possibilidades de respostas: 1) Nunca, 2) Raramente, 3) Às vezes, 4) Freqüentemente, 5) Muito freqüentemente e 6) Sempre. A distorção de imagem corporal pode ser leve (80 a 110), moderada (110 a 140) ou intensa (>140).

ii.iii) Procedimentos
A coleta de dados foi realizada durante os treinamentos das atletas, cada atleta respondeu aos questionários no local de treinamento de forma individual, após explicação dos pesquisadores.

  1. Resultados

Na tabela 1, foram selecionadas as ginastas que apresentaram resultados acima ou igual a 21 no teste EAT, demonstrando assim risco de desenvolvimento de distúrbios alimentares. Das atletas participantes do estudo, oito (08) obtiveram pontuações que ficaram entre 21 e 68 (M= 36,5), o que representa 20,5% da amostra. Porém, no teste BSQ, nenhuma delas demonstrou apresentar uma distorção de auto-imagem, pois a pontuação alcançada por estas foi entre 42 e 64 (M= 51,5) pontos. Apesar de o EAT apontar um possível risco de distúrbio alimentar, o BSQ não indica uma distorção da auto-imagem por estas atletas, não mostrando assim, uma relação da auto-imagem com o comportamento alimentar. A pontuação do EAT pode estar refletindo uma preocupação em manter-se magra ou com o corpo atual.
Juzwiak et al (2000) afirma que restrições alimentares são comuns entre atletas em esportes onde a composição corporal e a estética são fatores determinantes para o sucesso. A restrição calórica na dieta e/ou aumento do gasto energético pela prática de exercícios físicos, muitas vezes exigidos pelos técnicos, busca evitar o acúmulo excessivo de gordura corporal no atleta.

Tabela 1. Comparação entre a incidência de distúrbios alimentares com a distorção da imagem corporal das ginastas que apresentaram resultados do teste EAT acima ou igual a 21.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

Outro aspecto que se verifica na tabela 1 diz respeito à idade das ginastas. É possível perceber que a incidência de risco ao desenvolvimento de distúrbios alimentares é maior nas atletas mais velhas. Dos oito (08) sujeitos apresentados, quatro (04) têm doze (12) anos. Participaram da pesquisa oito (08) indivíduos com esta idade, o que representa 50% das atletas nesta faixa etária com o risco de ter uma alimentação anormal.

No gráfico 1 foram analisados todos os indivíduos e, assim como na tabela 1, pode ser visualizado o crescimento da preocupação e da restrição  alimentar com o aumento da idade. Segundo Dunker (2003), o ato de restringir os alimentos tem início geralmente na adolescência, como resposta a uma má aceitação das mudanças corporais, principalmente do peso, e, associado aos fatores psicológicos individuais e familiares e ao apelo sociocultural do culto à magreza, pode predispor a um transtorno alimentar. Assim, entre os 12-16 anos as adolescentes começam a ficar preocupadas com a forma física, gerando a insatisfação com seu corpo e o emagrecimento torna-se um grande desejo.

Gráfico 1. Médias dos resultados do EAT de acordo com a idade.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

Conforme descrito na tabela 2, apenas duas atletas apresentaram uma leve distorção de auto- imagem, o que representa apenas 5 % da amostra, e nenhuma atleta apresentou distorção de auto- imagem moderada ou grave. Estes dados revelam que a grande maioria das ginastas avaliadas encontram-se satisfeitas com sua imagem corporal estando de acordo com o que descreve a literatura. Uma imagem corporal positiva pode ser interpretada como significado de atração física, certo somatotipo, musculatura, magreza, entre outras características (Duke-Duncan, 1991).

Tabela 2. Comparação entre a incidência de distorção da imagem corporal com os distúrbios alimentares nas ginastas que apresentaram resultado do teste BSQ acima ou igual a 80 pontos..

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

  1.  Discussão

A imagem corporal apresenta-se especialmente significativa durante a adolescência, em virtude das mudanças físicas que acompanham a puberdade e do ajustamento que os jovens têm de fazer para se adaptar a estas mudanças. O papel que a imagem corporal representa para a auto-estima reflete a sua importância no desenvolvimento adolescente saudável (Duke-Duncan, 1991). Steptoe e Butler (1996), num estudo realizado com 2.223 meninos e 2.838 meninas, concluíram que a atividade física tem um efeito positivo no bem-estar emocional dos jovens.
Ao analisar os resultados encontrados nesta pesquisa foi possível perceber que, de uma forma geral, as ginastas encontram-se satisfeitas quanto à sua imagem corporal, pois somente duas (02) atletas apresentaram pontuações de grau leve no teste BSQ, o que representa uma possível distorção de auto-imagem. Aqui, pensamos que uma análise antropométrica seria interessante para confirmar se realmente as ginastas que obtiveram pontuações de leve grau de distorção de auto-imagem encontram-se fora dos padrões exigidos pelo esporte. E, da mesma forma, se as que se consideram satisfeitas com o seu corpo, de fato apresentam o corpo considerado ideal.
Ao verificar a prevalência de distúrbios de atitudes alimentares, encontramos que oito (08) atletas podem ser consideradas em um grupo de risco ao desenvolvimento de comportamentos anormais em relação à alimentação. Apesar deste número representar 20,5% da amostra, podemos considerar que é um número relevante quando pensamos que foi utilizada uma amostra pequena e que, principalmente, se trata de atletas entre 9 e 12 anos de idade que participam de campeonatos a níveis estaduais. Isto demonstra que realmente há uma propensão considerável de desenvolvimento deste tipo de distúrbio no contexto da ginástica rítmica.
Quanto à relação entre os distúrbios alimentares e a distorção de auto-imagem, verificamos que não houve uma correlação entre estas variáveis se considerarmos que as atletas com risco ao desenvolvimento de distúrbio alimentar não apresentaram distorção de auto-imagem, assim como as que demonstraram possível distorção da imagem corporal não obtiveram pontuações que indicassem uma propensão à distúrbios.

  1. Conclusões

Diante destas considerações, pode-se entender que o desenvolvimento de padrões alimentares anormais pelas ginastas não está necessariamente ligado à uma insatisfação corporal, mas que pode ser ocasionada por outros fatores. As pressões impostas pelo contexto esportivo, pelos treinadores ou pessoas importantes para elas, ou então, um receio de que um possível aumento de peso possa impedir que continue na equipe, são exemplos de elementos que podem induzir à um comportamento alimentar deficiente.
Um estudo com um maior número de ginastas, participantes de competições nacionais e internacionais poderia expressar resultados muito significativos e importantes para identificar os riscos que as pressões e cobranças deste contexto esportivo podem representar para a atleta.
Assim, percebe-se importância da forma como acontece a participação de atletas no contexto esportivo sobre o seu desenvolvimento e em sua vida. O treinador e os pais devem estar cientes de que a sua postura e a maneira como passam informações às suas ginastas e filhas podem colaborar para que estas tenham uma participação saudável ou não no esporte. Um acompanhamento psicológico e nutricional seria de grande contribuição em uma equipe de ginástica rítmica devido às características da modalidade, possibilitando que as atletas tenham um melhor rendimento sem correr o risco de afetar sua saúde.

Bibliografía

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