800 007 970 (Gratuito para españa)
658 598 996
·WhatsApp·

7 jun 2012

Analysis between the type of serve, its efficience and the player´s function.

/
Enviado por
/
Comentarios0
/
Etiquetas
The aim of the present study is to analyze the type of serve made related with the player’s function in the team and the association between efficiency of the serve and player’s function.
Autor(es):Gustavo Costa, Marco Queiroga, Natália Ferreira, Isabel Mesquita
Entidades(es): Universidade do Porto;
Congreso: III Congreso Internacional de las Ciencias del Deporte
Pontevedra 2007
ISBN:9788461160310
Palabras claves: Efficiency, Service, Player´s Function, Volleyball.

Analysis between the type of serve, its efficience and the player´s function.

ABSTRACT

The aim of the present study is to analyze the type of serve made related with the player’s function in the team and the association between efficiency of the serve and player’s function. The sample was composed by 460 services in 3 games and 10 sets of the Male Adult National Championship of Portugal/A1 Division games. The data was gathered by video camera. The variables studied were: efficiency of the serve, player’s function and type of serve. The statistic procedures used were descriptive (frequency and respectives percentages). To show up the association between the variables it was used a inferential statistic through qui-square (?2) calculation. The significance level was established in 5% (?=0,05). The reliability intra-observer and inter-observer showed a percentage of agreement was greater to 80%. The lowest value registrated was 93% in the efficiency of the serve variable, in the reliability inter-observador, and the highest was 100% in the player´s function that is serving in both types of observation. From the main results we conclude that the jump potent service was more used by the player´s with strength characteristics (wing players and the opposite players), the jump floating placed service, that need more precision, was more used by the setter and the middle player; the jump placed service was more used by the opposite players and the middle players and the wing players did more the floating potent service.

INTRODUÇÃO

Os Jogos Desportivos (JD) são atividades ricas em situações imprevisíveis, às quais o indivíduo que joga tem de responder, de acordo com as particularidades de cada momento do jogo (6). O comportamento dos jogadores é determinado pela interligação complexa de vários fatores (de natureza psíquica, física, táctica e técnica). Nesta medida, os jogadores devem resolver situações de jogo que, dadas as diversas configurações, exigem uma elevada adaptabilidade, especialmente no que diz respeito à dimensão táctico-cognitiva. A cognição, no desporto, está situada em todas as atividades que implicam qualidade da tomada de decisão (22). Nomeadamente, os JD são caracterizados por atividades férteis em acontecimentos cuja freqüência, ordem cronológica e complexidade não podem ser previstas antecipadamente (6). Por sua vez, a performance do jogador constitui um complexo produto de conhecimento cognitivo em relação à situação corrente e à combinação da experiência neste contexto, para produzir as habilidades requeridas (24).

Os jogadores de alto nível distinguem-se dos demais não apenas pelos seus atributos técnicos e físicos, mas, sobretudo, pela sua inteligência táctica, que se evidencia na competição (13;14). O Voleibol possui características particulares, exigindo a cada um dos seus intervenientes um conhecimento objetivo e preciso do papel a desempenhar na estrutura funcional do jogo (16;15), sendo considerado como um jogo de oposição-colaboração, no qual, a ação de uma equipe se desenvolve sem a intervenção direta do adversário (17;15). Essa condição promove uma alternância sistemática entre o ataque e a defesa, onde estas configurações são reversíveis e possuem particularidades de acordo com os objetivos e as características do jogo, das equipes e do jogador. O jogo se constitui através de seis fundamentos em uma lógica seqüencial: o saque, a recepção, o passe, o ataque, o bloqueio e a defesa (19). Nesta perspectiva, é importante que o jogador de voleibol evidencie, para além das suas capacidades técnicas e físicas, um conhecimento táctico-estratégico bastante desenvolvido. Neste sentido, postula-se que a habilidade de selecionar respostas apropriadas nos JD requer, do jogador, diversos tipos de conhecimento, incluindo o conhecimento sobre o jogo e suas metas e o conhecimento das ações no contexto deste (24). As investigações mais recentes, neste domínio, têm dado maior importância à dimensão tático-estratégica da atuação do jogador, em virtude de se considerar que o conhecimento e a capacidade de tratar os sinais mais pertinentes do jogo são decisivos para uma adequada tomada de decisão (25;26). Entender o jogo, escolher o que, como e quando fazer, bem como os conhecimentos que o suportam (26;27;7), contribuem consideravelmente para o aumento do rendimento do jogador (9), ou seja, a prestação desportiva será influenciada pela representação do conhecimento na tomada de decisão (12). As habilidades nos JD são realizadas em situações de envolvimento imprevisível estando a sua execução dependente das configurações particulares de cada momento do jogo, que ditam o tempo e o espaço para a sua realização (6). No caso específico de uma ação de saque no Voleibol, o sacador deverá observar onde estão os atletas que realizarão a recepção e procurar, dentro do seu repertório motor, escolher um tipo de saque, buscando dificultar a recepção e posteriormente o levantamento e ataque. Neste contexto, para orientar as suas ações no campo de jogo, os jogadores devem ser capazes de perceber de diversas formas as situações do meio e relacioná-las com suas próprias atividades (21). Nas decisões tácticas, nos mais diversos cenários do voleibol, o jogador se defronta com um complexo sistema de referência, exigindo grande participação do seu sistema perceptivo, visto que a percepção espacial e motora é de fundamental importância para as suas ações no jogo.

O conhecimento táctico, a experiência na atividade específica e a atenção visual facilitam a percepção das informações mais relevantes em detrimento das informações irrelevantes, características estas evidenciadas nos jogadores peritos (19). Pelo fato do Voleibol se basear numa lógica acontecimental de seqüências ofensivas e defensivas, o que o torna mais previsível (15;18), esta modalidade é considerada uma das que possui uma estrutura externa mais determinista, uma vez que a construção do ataque está condicionada pelo limite imposto no número de contatos com a bola por jogador e por equipe. As duas fases do jogo de Voleibol, a fase ofensiva e a defensiva estão intimamente ligadas ao ataque e este é organizado a partir da recepção ao saque, ou então a partir da defesa ao ataque adversário, sendo que existe uma dependência significativa nas duas ordens de relação estabelecidas (1ª recepção/levantamento e levantamento-ataque; 2ª recepção-ataque), constatando que o efeito da prestação de uma ação é fortemente dependente da qualidade da ação anterior (3;4). Sabendo que o conhecimento do jogador está na sua própria ação, ou seja, a decisão emerge quando o jogador age intencionalmente no contexto, explorando as informações relevantes para o seu objetivo (2), considera-se então este um processo humano complexo que compreende a interação do sistema-indivíduo com o sistemacontexto. Todavia, há ainda que ser considerada a própria natureza da decisão, ou seja, a tarefa a ser realizada (1). No contexto desportivo, a qualidade da tomada de decisão do jogador, depende do conhecimento declarativo e processual específico, da capacidade de usar as suas faculdades cognitivas e emocionais e ainda preferências pessoais, juntamente com as orientações motivacionais (23), sociais e culturais (8). O objetivo deste estudo foi o de analisar o tipo de saque realizado em relação à função do jogador na equipe e qual o resultado desta ação no sistema de recepção do adversário (eficácia do saque).

Completa la información

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº13.

¡Consíguelo aquí!

MÉTODOS

Caracterização da amostra O presente estudo teve como objetivo caracterizar a influência do tipo de saque com o seu resultado (eficácia) e a associação entre a função do jogador e o tipo de saque realizado. A amostra foi composta por 460 ações, retiradas de 3 jogos e 10 sets dos jogos do Campeonato Nacional de Seniores Masculinos / Divisão A1. Procedimento de Recolha e Análise de Dados As imagens de vídeo foram captadas através de uma câmara filmadora Sony Steady Shot CCD-TR848 NTSC vídeo Hi8 localizada num plano superior atrás da linha final do campo, no topo do pavilhão. A área de filmagem incluiu o campo inteiro, permitindo a recolha de informação sobre o posicionamento, deslocamento e ações com bola de ambas as equipes. Os dados foram captados por uma placa Pinnacle Studio Dazzle versão 10.7. Para a posterior análise, foi utilizado um software específico, Studio Plus V.10, onde os jogos foram convertidos para DVD. O instrumento de observação aplicado foi o Data Volley System, FPV, 2003 o qual integra as seguintes dimensões e respectivas categorias: (a) – Eficácia do saque: tendo sido avaliado mediante a utilização de uma escala de 6 itens. O critério para a categorização das ações assentou no efeito que a recepção do saque provoca ao nível da organização ofensiva, nomeadamente no número de opções de ataque: 0 – Erro de saque; 1 – A recepção do saque permite todas as opções de ataque; 2 – A recepção ao saque permite ataque organizado, embora sem todas opções de ataque; 3 – A recepção ao saque não permite ataque organizado; 4 – A recepção ao saque vai para cima da rede e não permite ataque organizado; 5 – Obtenção do ponto com o saque. (b) – Função do jogador: foram consideradas as seguintes funções: 1 – Levantador; 2 – Ponta que compõe a rede com 3 atacantes; 3 – Ponta que compõe a rede com 2 atacantes; 4 – Central que compõe a rede com 3 atacantes; 5 – Central que compõe a rede com 2 atacantes; 6 – Oposto. (c) – Tipo de saque realizado: 1 – Saque Suspensão Potente; 2 – Saque Suspensão Colocado; 3 – Saque Suspensão Flutuante Tenso; 4 – Saque Suspensão Flutuante Colocado; 5 – Saque em Apoio. Procedimentos Estatísticos O tratamento estatístico dos dados foi efetuado através da estatística descritiva, recorrendo à freqüência e respectivas percentagens. Com o objetivo de constatar o tipo de associação entre as variáveis recorremos à estatística inferencial através do cálculo do qui-quadrado (?2), apresentando-se os resultados em tabelas. O nível de significância foi estabelecido em 5% (?=0,05). No tratamento dos dados fez-se uso do software SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) versão 14.0 para Windows. Fiabilidade da Observação Com o objetivo de testar a fiabilidade das observações verificamos a percentagem de acordos intra-observador e inter-observador a partir da fórmula de Bellack (28), com um intervalo entre as observações de 10 dias para ambos os casos. Foram observadas 280 ações correspondentes a 60% do total da amostra, valor muito superior ao mínimo de 10%, estipulado pela literatura (20). Os valores obtidos encontram-se dentro dos limites estipulados pela literatura da especialidade (28), isto é, a percentagem de acordos foi superior a 80%. O valor mais baixo registrado foi de 93% na variável eficácia do saque, na fiabilidade inter-observador, e o mais elevado foi de 100% na variável função do jogador que está executando o saque em ambos os tipos de observação.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Análise da relação entre Função do Jogador e Tipo de Saque Realizado Observamos que os tipos de saques analisados em função da função do jogador, apresentam uma associação significativa (X2= 238,468; p<0.00), sendo que: - No saque suspensão potente o levantador e os centrais realizaram menos vezes do que esperado enquanto que os atacantes da ponta e o oposto realizaram mais do que esperado. - No saque suspensão colocado percebe-se que o atacante central que compõe a rede com 3 atacantes realiza este tipo de saque menos do que o esperado e o oposto mais do que esperado. - No saque em suspensão flutuante tenso evidencia que o atacante ponta que compõe a rede com 3 atacantes realiza este tipo de saque menos do que esperado e o ponta e o central que compõem a rede com 2 atacantes mais do que esperado; - No saque suspensão flutuante colocado o levantador e os centrais realizam mais do que esperado e os pontas e o oposto menos do que esperado. (Tabela 1). Esses resultados apresentados demonstram que os jogadores de voleibol masculino, não procuram realizar mais saques em apoio, preferindo o saque em suspensão devido à velocidade do jogo e pelo fato destes tipos de saque apresentarem uma agressividade maior e permitirem a diminuição do sucesso do ataque adversário. Os resultados aqui apresentados estão de acordo com os resultados de Espá et al (5), que demonstram a tendência do aumento do saque em suspensão, que apesar do risco do aumento dos erros, também possibilita o aumento das opções de ponto. Além disso, há a utilização do saque suspensão flutuante com a intenção de tentar condicionar a construção do ataque adversário diminuindo o número de jogadores atacantes e permitindo menos erros de saque e recepções mais eficazes.

No voleibol masculino o saque suspensão potente ocorre em um maior número de vezes (51,4%) (10), estando de acordo com este estudo onde se observou que o saque em suspensão potente ocorreu em 46,7%. Estes resultados sugerem que no Voleibol masculino de elite apesar do risco de erro ser maior com o saque em suspensão, este é muito utilizado devido à dificuldade que provoca na recepção e na organização ofensiva. Além disso, cabe reconhecer que desde a introdução do jogador líbero, o saque ganhou mais agressividade, já que o sistema defensivo aumentou a sua eficácia e torna-se necessário aumentar as possibilidades de pontuar. Com relação ao tipo de serviço e função do atleta, este estudo demonstra que o jogador da ponta, saca mais saque suspensão potente que os demais jogadores (58,6% do total de saques realizados deste tipo); o atacante de ponta, que compõe a rede de 3 atacantes, realiza este tipo de saque 33% das vezes. Contrariamente o saque flutuante em suspensão foi utilizado um maior número de vezes pelos atacantes centrais, sendo que o central que compõe a rede de 3 atacantes realizou 37,2% do saque em suspensão flutuante colocado. Estes resultados concordam com os resultados de Maia (11), que apesar de ter como amostra o voleibol feminino, demonstrou que as atacantes de ponta realizam mais o saque em suspensão tipo tênis devido as suas características de potência e os centrais apresentam mais o saque em suspensão flutuante tipo tênis, devido às características estratégicas deste jogador e à sua capacidade de adequar ao serviço de precisão.

Tabela 1– Função do atleta que saca e tipo de saque realizado.

Tabela 1. Analysis between the type of serve, its efficience and the player´s function.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 3

Análise da relação entre Eficácia do Saque e Tipo de Saque Realizado Na tabela 2 é apresentada a relação entre a eficácia do saque e o tipo de saque tendo-se observado uma associação significativa (X2= 54,56; p<0.00). No saque em suspensão potente o erro ocorreu mais do que era espera enquanto que no saque em suspensão flutuante colocado o erro ocorreu menos do que era esperado. Para esta mesma associação significativa ainda pode-se observar que: - a recepção que permite todas as opções de ataque (item 1) ocorreu menos do que esperado para o saque suspensão potente e mais do que esperado para o saque em suspensão flutuante colocado; - o saque em suspensão colocado gera uma recepção sem todas as opções de ataque (item 2) mais do que esperado, enquanto que no saque em suspensão flutuante colocado ocorre menos do que esperado; - o saque em suspensão colocado ocorreu menos do que esperado e teve como conseqüência uma recepção que não permite um ataque organizado (item 4).

Tabela 2 – Eficácia do saque em função do tipo de saque

Tabela 2. Analysis between the type of serve, its efficience and the player´s function.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 3

Estes resultados corroboram o estudo de Ribeiro (27), no qual foi demonstrado que o saque em suspensão tipo tênis promove uma maior chance de erro; todavia, confere ao adversário menor tempo para reagir ao saque o que consequentemente aumenta a dificuldade da recepção. Além disso, ficou comprovado que o saque em suspensão flutuante apesar de permitir menor número de erros, facilita a recepção o que se traduz em situações complexas de ataque.

CONCLUSÃO

O presente estudo para a amostra analisada permite as seguintes conclusões: • O saque em suspensão potente é mais realizado pelos jogadores atacantes com características mais potentes (ponta e oposto). Para além disso, percebe-se que este tipo de saque oferece maior risco, uma vez que pode ocasionar maior número de erros e em contrapartida apresenta maior dificuldade para os atletas que estão realizando a recepção.

• O saque em suspensão flutuante colocado, por ser um saque característico de precisão e não requerer tanta potência é realizado um maior número de vezes pelos centrais e levantador. Este tipo de saque evidencia uma facilidade em realizar a recepção, para além de ter como objetivo dificultar o ataque do atleta que tem maior probabilidade de pontuar ou, mesmo, tender a facilitar o conhecimento do local onde será levantada à bola.

• O saque em suspensão colocado é realizado pelo jogador oposto mais do que esperado, sendo um saque que, não raramente dificulta a recepção do adversário e não permite a utilização de todas as opções de ataque. Por este jogador ter como característica a potência e ter um domínio aprofundado desta técnica de saque, a utilização deste tipo de saque tem como objetivo dificultar a recepção, assim como o saque em suspensão potente, embora com um risco de erro menor.

• O atacante central e ponta, que compõem a rede com dois atacantes, realizaram mais o saque em suspensão flutuante tenso do que era esperado, demonstrando que estes jogadores buscam, através de um saque mais agressivo que o saque flutuante em suspensão colocado desestabilizar a recepção, embora não exista nenhuma evidência significativa para este tipo de saque. Porém este saque pode ser utilizado como meio de alterar um padrão de saque pré-estabelecido e tentar desta forma surpreender o sistema de recepção adversário.

 

Referências

1. Araújo, D. (1999). Tomada de decisão dinâmica: níveis de expertise em vela e controlo de situações simuladas. Dissertação de Mestrado em Psicologia do Desporto. Universidade Técnica de Lisboa: FMH

2. Araújo, D.; Volossovitch, A. (2005). Fundamentos para o treino da tomada de decisão: uma aplicação ao Andebol. . In: Duarte Araújo (Ed.), O contexto da decisão – a acção tática no desporto (pp. 75-97). Editora: Visão e Contextos – Lisboa.

3. Eom, H.; Schutz, R. (1992a). Statistical analyses of volleyball team performance. Research Quarterly for Exercise and Sport, 63(1), 11-18.

4. Eom, H.; Schutz, R. (1992b). Transition play in team performance of volleyball: a long – linear analysis. Research Quarterly for Exercise and Sport, 63(3), 261- 269.

5. Espá, A.; Campo, J.; Sicilia, A. (2003). Incidencia de la función ofensiva sobre el rendimiento de la recepción del saque en voleibol. In I. Mesquita; C. Moutinho; R. Faria, Investigação em voleibol: estudos ibéricos (pp. 130-141). FCDEF-UP.

6. Garganta, J. (1994). Para uma teoria dos jogos desportivos colectivos. In A.Graça; J. Oliveira (Eds.), O ensino dos jogos desportivos (pp. 11-25). CEJD:FCDEF-UP.

7. Graça, A. (1998). Os comos e os quandos no ensino dos jogos. In A. Graça; J. Oliveira (Eds.), O ensino dos jogos desportivos (pp. 27-46). CEJD: FCDEF-UP.

8. Gréhaigne, J.; Godbout, P.; Bouthier D. (2001). The teaching and learning of decision making in team sports. Quest, 53(1), 59-76.

9. Housner, L.; French, K. (1994). Future directions for research on expertise in learning, performance and instruction in sport and physical education. Quest, 46, 241-246.

10. Lima, R. (2006). Estudo Comparativo de sistemas de Observação do Efeito do Serviço e da Recepção, em Voleibol Masculino de Elite. Monografia de final de curso. FADEUP.

11. Maia, N. (2005). A qualidade da recepção ao serviço em função da zona e do tipo de serviço. Monografia de final de curso. FADEUP.

12. McPherson, S. (1993). Knowledge representation and decision-making in sport. In J.L. Starkes; F. Allard (Eds.), Cognitive issues in motor expertise (pp. 159- 188. Amsterdam: Elsevier Science. 13. McPherson, S. (1994). The development of sport expertise: mapping the tactical domain. Quest, 46 (2), 223-240.

14. McPherson, S. (1999). Expert-novice differences in performance skills and problem representations of youth and adults during tennis competition. Research Quarterly for Exercise and Sport, 70(3), 233-251.

15. Mesquita, I (2005). A contextualização do treino no Voleibol: a contribuição do construtivismo. In: Duarte Araújo (Ed.), O contexto da decisão – a acção tática no desporto (pp. 355-378). Editora: Visão e Contextos – Lisboa.

16. Moreno, J. (1984). Factores que determinam la estrutura funcional de los deportes de equipo. Apunts, 21(81),37-45.

17. Moreno, J. (1994). Fundamentos del esporte: análisis de las estruturas del juego deportivo. Barcelona: INDE Publicaciones.

18. Moutinho, C. (1994). A estrutura funcional do voleibol. In A. Graça; J. Oliveira (Eds.), O ensino dos jogos desportivos (pp. 141-156) CEJD: FCDEF-UP.

19. Queiroga, M. (2005). O conhecimento táctico-estratégico do distribuidor de alto nível: um estudo com distribuidores das selecções brasileiras de voleibol feminino e masculino. Dissertação de Mestrado. FCDEF-UP.

20. Ribeiro, J. (2006). Estudo do serviço e da recepção no voleibol de elite: Análise comparativa entre o líbero e os jogadores recebedores prioritários em equipas séniores masculinas participantes na Liga Mundial de 2004. Monografia de final de curso. FADEUP.

21. Tabachnick & Fidell. Using multivariate Statistic. Haper and Row Publishers, New York,1989.

22. Tavares, F. (1994). O processamento da informação nos jogos desportivos. In A. Graça; J. Oliveira (Eds.), O ensino dos jogos desportivos (pp. 35-46). Porto: CEJD.

23. Tenenbaum, G.; Bar-Eli, M. (1993). Decision making in sport: a cognitive perspective. In: R. Singer; M. Murphey; L. Tennant, Handbook of research on sport psychology (pp. 171-192). New York: Macmillan Publishing Company.

24. Tenenbaum, G. (2003). Expert athletes: an integrated approach to decision making. In J. Starkes; K. Ericsson (Eds.), Expert performance in sports: advances in research on sport expertise (pp. 191-218). Human Kinetics.

25. Thomas, J.; French, K.; Humphries, C. (1986) Knowledge development sport skill performance: directions for motor behavior research. Journal of Sport Psychology, 8, 259-272. 26. Thomas, K. T. (1994). The development of sport expertise: from leeds to MVP legend. Quest, 46,199-210.

27. Turner, A.; Marinek T. (1995). Teaching for understanding: a model for improving decision making during game play. Quest, 47, 44-63.

28. Van der Mars, H. (1989). Observer Reliability: Issues and Procedures. In P. Darts, D. Zakrajsek, V. Mancini (eds), Analyzing Physical Education and Sports Instruction (2nd ed), 53-79. Champaign, Illinois. Human Kinetics.

Responder

Otras colaboraciones