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17 may 2012

El desarrollo interpersonal y motor de integración de la iniciación de fútbol infantil y la educación física

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Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº21.

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A prática desportiva em diferentes âmbitos nos mostra o quão compenetrado na cultura das pessoas este fenômeno está. Segundo Teixeira (2010, p.19), “o desporto é um fenômeno sociocultural construído pela humanidade e digno de reflexões pedagógicas e práticas educacionais”. Representa uma atividade criada, transmitida e transformada pelo homem, adaptando às suas necessidades. Podemos afirmar que os desportos surgiram e apresentam características em comum.
Autor(es): -Caroline Ferraz Simões; Paulo Henrique Borges; Sacha Vitte, Vanildo R. Pereira
Entidades(es): -Didáctica de la E.F, e iniciación deportiva
Congreso: IVCongreso Internacional de Ciencias del Deporte y la Educación Física. (VIII Seminario Nacional de Nutrición, Medicina y Rendimiento Deportivo)
Pontevedra, España, 10-12 Mayo 2012
ISBN: 978-84-939424-2-7
Palabras Clave:

El desarrollo interpersonal y motor de integración de la iniciación de fútbol infantil y la educación física

  RESUMEN COMUNICACIÓN/PÓSTER El fútbol es un deporte cultural inserta en Brasil, que atrae a los profesionales de la infancia. Entendiendo que esta práctica puede favorecer el desarrollo del niño, se optó por adoptar el objetivo de este estudio, la información sobre el proyecto de investigación universitario realizado en la Universidad de Maringá, Paraná - Brasil, con el fin de analizar el desarrollo de la coordinación del cuerpo niños de 11-14 años por la influencia de la iniciación al fútbol, participó en 12 niños varones, el Cerfut participantes en el proyecto (Centro Regional de Fútbol de Excelencia). Tratamos de dar prioridad a la importancia de desarrollar la coordinación corporal para guiar los procedimientos capaces de producir mejoras en las capacidades probadas. Estas actividades dan datos colhetary llevar a cabo un análisis estadístico y la comparación entre el valor inicial y el final con el fin de contribuir a la zona de estudio prioritarias. Los instrumentos utilizados fueron: un cuestionario relacionado con la práctica cotidiana de los juegos, los juegos y los deportes de fondo y la corriente, y la prueba de KTK, que evalúa el organismo de coordinación (KIPHARD; SCHILLING,1974, traducido por Gorla, 1997). Los resultados indican mejoras en los valores de rendimiento entre el pre y post-test, post-implementación de un programa como este deporte. Sin embargo no es significativa para el período de estudio. Se puede concluir que a pesar de las diversas influencias que impulsan el fútbol, esto no ha producido los avances esperados en la muestra del estudio. Sería interesante realizaron el tamaño de la muestra más grande y de mayor duración, por lo que los resultados de búsqueda supuestamente superiores.  
  1. INTRODUÇÃO
A prática desportiva em diferentes âmbitos nos mostra o quão compenetrado na cultura das pessoas este fenômeno está. Segundo Teixeira (2010, p.19), “o desporto é um fenômeno sociocultural construído pela humanidade e digno de reflexões pedagógicas e práticas educacionais”. Representa uma atividade criada, transmitida e transformada pelo homem, adaptando às suas necessidades. Podemos afirmar que os desportos surgiram e apresentam características em comum. Em função disso, o treinador de futebol José Mourinho, em citação à (OLIVEIRA,et.al, 2006), disse que o futebol é uma globalidade, tal como o homem. A iniciação esportiva representa um processo de longo prazo, que não se pode desenvolver desconsiderando as fases de desenvolvimento do aprendiz (VIEIRA, 2004), o que corrobora com as intenções do presente projeto, uma vez que não se trata de rendimento ou alto nível, mas de aprendizagem esportiva e autonomia motora, a qual poderá ser observada com o domínio dos movimentos e com a melhora da capacidade de coordenação motora. Pretende-se com isso, interpretar que essa prática, a da iniciação ao futebol, embora em momento particular, extra escolar, nessa concepção aborda os princípios da educação física infantil, uma vez que seus praticantes são crianças; e que portanto, só se concebe com um caráter elementar, adaptativo e seqüencial. Jamais adentrando a especialização precoce. O presente trabalho apresenta algumas considerações acerca do projeto desenvolvido na Universidade Estadual de Maringá, PR com crianças com idade média  de 12 anos,  participantes do projeto Cerfut (Centro de Excelencia Regional de Futebol) da categoria sub 13 e Sub 15. Este projeto tem como coordenador o professor Dr. Dourivaldo Teixeira, e  Paulo Borges como acadêmico responsável. O Cerfut realiza treinos duas vezes semanais, com duração de uma hora e meia cada treino. A temática foi proposta mediante a análise do desenvolvimento da coordenação corporal das crianças por influências da iniciação ao esporte futebol, tendo como planejamento os seguintes fundamentos trabalhados: Rapidez de movimento, tático posicional, agilidade, potência muscular (estimulação), resistências de velocidade (adaptação), aprimoramento dos fundamentos do futebol, jogos, jogos amistosos treinamento tático, flexibilidade, coordenação, força, posicionamento em campo, regras, participação em campeonato, potência muscular (estimulação), resistências de velocidade (adaptação) e aprimoramento dos fundamentos do futebol, esperando assim contribuir com a área, de modo a orientar procedimentos capazes de produzir melhora nas capacidades testadas, através de uma comparação entre os resultados iniciais (pré-teste) com os finais (pós-teste), estabelecendo possíveis diferenças significativas como subsídios à formulação de programas de iniciação esportiva e desenvolvimento da criança. Neste contexto, tornou-se possível questionar: a iniciação ao futebol em caráter de esporte educacional no âmbito dos princípios da educação física infantil, poderia promover o ajustamento dos movimentos de modo a obter o domínio da coordenação motora? A fase de estimulação motora foca o processo e não o produto (GALLAHUE, 1998), pois envolve a aquisição de uma idéia geral dos movimentos básicos fundamentais. A baixa intensidade é que caracteriza essa fase, onde a promoção da intensidade e do entusiasmo irão proporcionar o encorajamento, a motivação e o suporte positivo (VIEIRA, 2004). Valentini e Petersen (2008) abordam a temática da aquisição e desenvolvimento, orientando para uma prática do esporte educacional, mas que se ajusta aos objetivos da educação física infantil em diversos aspectos, como a construção de desafios que impulsionam a adaptação ao meio, a consciência de si e dos outros, o controle das emoções e outros, que por isso elevam a qualidade dessa oferta. De acordo com Gallahue e Ozmun (2001), o estágio maduro da fase das habilidades motoras fundamentais é caracterizado por mecanismos eficientes, coordenados e controlados. Assim, progredir de um estágio para outro depende das experiências e habilidades adquiridas nos períodos anteriores, que servirão como base para aquisição de novas habilidades. Com relação ao desenvolvimento da coordenação motora, Barbanti (1998),Weineck (1989) e Zacharov (1992), salientam que quando se procura desenvolver uma das capacidades motoras, neste caso especifico  a coordenação motora, todas as outras são influenciadas, tanto as condicionais quanto as coordenativas. As experiências motoras são de grande importância para o individuo em desenvolvimento e devem fazer parte do dia-dia das crianças, sendo representadas por qualquer atividade corporal realizada seja em casa, na escola ou nas brincadeiras infantis (NETO et al, 2005). A importância de se conhecer as características dos movimentos que compõem as habilidades básicas para uma contribuição mais afetiva ao desenvolvimento motor da criança é afirmada por Halverson (1966), Godfrey e Kephart (1969). Os padrões fundamentais de movimentos, como andar, correr, saltar, arremessar, chutar, rebater e quicar apresentam em sua seqüência de desenvolvimento, mais eficiência biomecânica e incorporação de novos elementos nos movimentos (Seefeldt, 1980). Isto levará a uma padronização das habilidades básicas, caracterizando-se por um contínuo aumento nos graus de liberdade e movimentos dos vários segmentos do corpo (Bernstein, 1967), resultando no padrão maduro das habilidades básicas, essencial para a aquisição de habilidades especificas (Wickstrom, 1975). Meinel (1984) e Tittel et all (1988) salientam  que a coordenação motora nas modalidades esportivas recreativas e funções do dia-a-dia, assume um critério importante para o grau de domínio dos movimentos e para o alcance de um nível de qualidade no processo de aprendizagem,tanto desses movimentos como também da fala e da escrita, bem como aperfeiçoamento da execução dos movimentos e, ainda, para obter sucesso nos esportes de performance. Segundo Tubino (1979) a coordenação motora é pré-requisito para qualquer atleta atingir o alto nível. Para da resposta a questão levantada anteriormente, o objetivo principal deste projeto foi analisar o desenvolvimento da coordenação corporal com crianças de 11 a 14 anos de idade por influência do esporte futebol com ênfase nas habilidades motoras fundamentais. Dessa forma, esse estudo poderá orientar profissionais na prática esportiva de crianças, especialmente na faixa etária indicada, dada apossívelmelhora dos níveis de coordenação motora, estimulada por este meio esportivo.
    • . OBJETIVOS
      • Objetivo Geral
Analisar o desenvolvimento da coordenação corporal de crianças dos 11 aos 14 anos, por influências da iniciação ao futebol.
      • Objetivos Específicos
  • Avaliar o grupo em pré e pós-teste de coordenação corporal, por meio do teste KTK;
  • Aplicar um programa de iniciação ao futebol aos integrantes do grupo com ênfase nas habilidades motoras fundamentais, especialmente a coordenação motora;
  • Comparar os resultados iniciais (pré-teste) com os finais (pós-teste);
  • Estabelecer as possíveis diferenças significativas como subsídios à formulação de programas de iniciação esportiva e desenvolvimento da criança.
    •  JUSTIFICATIVAS
O presente  estudo possibilitou aprofundar conhecimentos quanto aos fatores originados na iniciação esportiva, sobre o desenvolvimento motor, tendo o esporte em benefício da criança e do jovem e não este a serviço do esporte (PEREIRA, 1990; LOPES et al, 2003). Assim, os resultados poderão constituir fatores indicadores de novas ações em beneficio dos atletas por meio do esporte, em conjunto de outras atividades de caráter disciplinar e  interdisciplinar.  
  1.  METODOLOGIA
2.1 CARACTERIZAÇÃO DO ESTUDO  O estudo foi caracterizado como do tipo descritivo com intervenção, podendo ainda ser classificado como quase experimental (THOMAZ; NELSON, 2002), uma vez que não foi analisado nenhum grupo de controle. 2.2 POPULAÇÃO E AMOSTRA Aplicou-se o programa e os testes em 12 crianças do sexo masculino com média de 12 anos de idade que iniciavam a pratica dessa modalidade , cujos instrumentos foram: questionário de antecedentes e atividades motoras extra escolares; o teste KTK, que avalia a coordenação corporal (KIPHARD; SCHILLING, 1974; traduzido por GORLA, 1997) que se compõe de 4 subtestes: equilíbrio em marcha para trás sobre traves, saltos monopedais, saltos laterais e transferência lateral sobre plataformas. Os dados foram tratados por meio da estatística tradicional. 2.3 INSTRUMENTOS DE MEDIDA QUESTIONÁRIO DE ATIVIDADES EXTRA-ESCOLARES Para conhecer o perfil da amostra, foi aplicado um questionário relacionado à pratica cotidiana das crianças antes do início da pesquisa. Portanto, relativa ao movimento humano que se aplica em jogos, brincadeiras ou prática de esporte. Este questionário foi elaborado visando identificar quais as praticas realizadas pelos participantes do projeto em ambiente não escolar, sendo somente o futebol semanal ou outros, sendo os mesmos perguntados a quantidade de vezes por semana, por quanto tempo de cada vez, a identificação dos locais que realizam estas praticas, com quantos amigos em média realizam as atividades, e quanto tempo passa assistindo TV, jogando vídeo-game e no computador por dia. O questionário é composto por cinco perguntas objetivas, constando somente descrição das atividades realizadas, quantas vezes por semana e sua duração. TESTE K.T.K. Figura 1. El desarrollo interpersonal y motor de integración de la iniciación de fútbol infantil y la educación física

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  Figura 1 – Teste KTK aplicado em alunos do projeto Cerfut como forma de comparação entre pré e pós-teste   Este teste examinou o controle total do corpo e a coordenação em crianças de 11 a 14 anos. O teste KTK de coordenação corporal (KIPHARD; SCHILLING, 1974), traduzido por Gorla (1997), foi utilizado em pré e pós-teste. Este teste foi criado no Instituto de Westfalia para psiquiatria juvenil e pedagogia terapêutica Hamm e do Instituto para ajuda pedagógica média juvenil da Universidade Phillips de Marburg na Alemanhã, para atender a necessidade das pessoas portadoras de deficiência, com prejuízos cerebral e crianças com problemas de comportamento, que tem como objetivo alcançar uma melhor diferenciação entre as crianças com dano cerebral e crianças não prejudicadas. Este teste requer situações motoras diferentes dos padrões de movimentos de cada dia das crianças em idade escolar, onde o indivíduo deve se adaptar ao seu sistema sensório-motor às novas tarefas, tais como: habilidades manuais e execução esportiva, como correr e pular. A confiabilidade do teste individual fica entre 0,65 – 0,85.Para o teste inteiro a confiabilidade é de 0,90, um fato que sugestiona a usar a escala total do teste. O teste é composto por quatro tarefas, sendo:
  • Equilíbrio em marcha para trás sobre traves: 3 traves de 3m de comprimento por 6,0cm, 4,5cm e 3,0cm com 5cm de altura do solo.
Para execução do teste, o avaliado terá 3 tentativas de cada vez em andar de ré sobre cada trave. Em primeiro momento o professor executa uma demostração, e após o aluno pode executar uma tentativa que não será validada. Nas três tentativas válidas, o indivíduo volta imediatamente para a plataforma,quando toca com um dos pés no solo. A contagem dos pontos é o andar de ré sobre a trave: O individuo inicia o teste andando para frente, pára por um momento na plataforma e inicia colocando um dos pés para trás. O primeiro pé colocado não é avaliado como ponto, só quando o segundo pé sai da plataforma e toca a trave o avaliador começa a contar os pontos. Avalia-se o número de passos antes de vencer a trave. Se a distância de 3 metros da trave for vencida com menos de 8 passos, então são calculados 8 pontos.Os resultados das três tentativas em cada trave são somados e anotados no protocolo o resultado de cada tentativa e depois de somados, verifica-se na tabela o MQ1 referente ao RW somado dos três resultados.
  •  Saltos monopedais (energia dinâmica dos membros inferiores), sobre 12 blocos de espuma de 50x20x5cm, que vão sendo sobrepostos até um máximo de 60 cm de altura, para cada perna.
O teste consiste em pular sobre uma ou várias peças de espuma em uma perna só. O avaliador demonstra a tarefa, pulando sobre uma peça de espuma, que fica em direção transversal para a direção do pulo, com arranque de 1,50 metros de distância, em uma perna só passando sobre a espuma e deverá continuar por mais dois pulos na mesma perna após a ultrapassagem. As alturas iniciais dos testes a serem avaliados dependem do resultado do pré-teste como também da idade dos indivíduos. O teste é realizado com a perna direita e esquerda alternadamente. Cada indivíduo pode fazer até 02 pré-testes antes de executar o teste. Na primeira tentativa, conta-se 3 pontos, para segunda tentativa, conta-se 2 pontos, e para terceira e ultima tentativa conta-se 1 ponto. São realizadas 3 tentativas válidas para cada altura em cada perna, sendo que se o individuo não for bem sucedido na primeira tentativa, deverá fazer a segunda tentativa valendo 2 pontos e assim até a terceira tentativa. As altura recomendadas: 5 a 6 anos: 0cm, 6 a 7 anos: 5cm (1 peça de espuma), 7 a 8 anos: 15cm (3 peças de espumas), 9 a 10 anos: 25cm ( 5 peças de espumas), 11 a 14 anos: 35cm ( 7 peças de espumas).
  • Saltos laterais, sobre uma plataforma de madeira de 1mx60cm, com uma divisória a meio para separar os espaços de contato dos pés no salto (velocidade, com os dois pés, em duas séries de 15 segundos).
O teste consiste em pular o mais rápido possível dentro de 15 segundos de um lado para o outro devendo estar com as pernas juntas. Para o pré-teste são preescritos 5 pulos. Um pulo não simultâneo, onde os pés saltam um após o outro, deve ser evitado. Se o indivíduo toca a divisória ou sai da plataforma, o teste é interrompido por um momento, sendo que o avaliador não deverá parar com o teste e sim orientar o avaliado, recomeçando novamente. Para realizar o teste, o avaliado deve ficar sobre a plataforma de um lado e no sinal de “já”, deve pular o mais rapidamente possível de um lado para o outro sem parar por 15 segundos. Quando o avaliador toca o lado oposto pela primeira vez o cronômetro é acionado. Conta-se o número de pulos que o indivíduo executa em 15 segundos sendo uma contagem progressiva em cada tentativa.São realizadas duas tentativas e anota-se no protocolo o resultado de cada uma.
  • Deslocamentos laterais sobre plataformas (25cm x 25cm x 5cm), realizado em duas séries de 20 segundos cada, consistindo em passar de cima de uma para a outra e transferir a plataforma livre adiante e com as duas mãos, repetindo sucessivamente.
São usadas duas plataformas colocadas lado a lado com uma distância de 15cm entre elas, na direção de mudar é necessário uma área livre de 5 a 6 metros. O teste consiste em mudar de lado o mais rápido possível. O avaliado fica sobre uma plataforma, lado direito, pega a plataforma do lado esquerdo com as duas mãos, coloca no seu lado oposto devendo passar para cima e continua assim até o final dos 20 segundos. Deve-se alertar o avaliado para não colocar a plataforma longe ou perto demais, pois poderá ter influência na mensuração do teste. Quando o avaliado pegar a plataforma do seu lado, o cronômetro é acionado e fica por 20 segundos, que é o tempo de duração do teste. Quando a plataforma tocar o solo, conta-se 1 ponto e quando o avaliado passa para cima da plataforma que colocou no solo conta-se 2 pontose assim sucessivamente até o final do teste.Executa-se 2 tentativas e anota-se no protocolo de teste. Para cada teste realizado, anota-se na folha de protocolo os resultados. Feito isso, soma-se os resultados de cada teste anotando-se na lacuna RW o valor da soma e em seguida na lacuna de MQ anota-se o resultado correspondente ao RW encontrado na tabela de valores de acordo com a idade e o teste. Cada subteste apresenta um quociente motor, que somados (QM1 a QM4) apresentam uma classificação própria quanto ao quociente motor geral e em percentual e, trazem a classificação, pode-se então, classificar o avaliado em: alto, bom, normal, regular e baixo, conforme suas tabelas para sexo e idade. Segundo Lopes et al (2003), a bateria de testes do KTK permite analisar os resultados de duas formas: por provas ou pelo valor global. Foi traduzido da língua alemã por Gorla (1997). 2.4 PROGRAMA DE INICIAÇÃO AO FUTEBOL O programa se orienta pelo caráter elementar e pelo princípio da progressividade, desde execuções simples e gerias, até as mais complexas e específicas, embora não atingindo a especialização precoce. Procurando trabalhar toda a fundamentação básica do futebol, começando do mais simples ao mais complexo, como: passe, domínio, marcação, finalização, cabeceio, entre outros. Embasando os seguintes autores: João Batista Freire (1998), Michel Saad e Claiton Frazzon Costa (2005), e José Roulien de Andrade Jr (2007). As aulas possuem um caráter lúdico, procurando criar um ambiente tranqüilo, propício para a aquisição e apreensão das características necessárias para a prática do futebol. 3.5 ANÁLISE DOS DADOS Para verificar a normalidade da distribuição dos dados, os dados foram tratados por meio de cálculos estatísticos tradicionais, como média, desvio padrão e teste t de Student. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Através da aplicação do questionário de atividades extra escolares, obteve-se os seguintes resultados:
  • Todas praticam pelo menos uma atividade extra escolar: o futebol, e além do futebol, 3 alunos praticam natação, um pratica vôlei e um pratica skate;
  • Atividades extra curriculares são praticadas em média 2 vezes por semana, dedicando em média 2:40h do seu dia para cada vez que vai realizar essas atividades;
  • 41,6% das crianças alegaram não ter costume de brincar durante o intervalo das aulas ou fora da escola, e as outras 58,4% alegaram brincar e apontaram brincar de: esconde-esconde, corridas variadas, futebol, bicicleta, basquete, bet’s e jogos eletrônicos; alegam dedicar 34,3% da semana para estas atividades, em média 2:23h por vez;
  • Estas crianças passam em média por dia: 3:15h assistindo TV, 1:45h jogando vídeo-game e 3:30h na frente do computados em média 6 dias por semana, sendo que destas crianças, 3 não possuem vídeo game e 2 não possuem computador;
  • Quando brincam, estas crianças costumam ter a companhia em média de 7 amigos, e costumam: 25% brincar em quadras, 41,7% brincar no campo de futebol e a mesma porcentagem costuma brincar nas ruas, 16,7% alegam brincar no quintal de casa,sendo que nenhuma criança alegou brincar em terrenos vazios e na garagem do prédio, sendo apontado por elas a opção de brincar: na piscina, na pista de skate, na chácara e ainda uma criança alega preferir conversar a brincar.
Inicialmente foi realizado  o teste de normalidade de Shapiro- Wilk, como os dados apresentaram normalidade, utilizou-se do teste t dependente para comparação dos dois momentos de coleta (pré-teste e pós-teste). O nível de significância adaptado foi de 5%. (P= 0,242)   Tabela 1 – Resultados do pré-teste de coordenação corporal Tabela 1. El desarrollo interpersonal y motor de integración de la iniciación de fútbol infantil y la educación física

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    Observa-se por essa tabela, valores baixos que indicam as classificações entre regular (1 criança), normal (8 pessoas) e bom (3 pessoas). Já na tabela 2, nota-se que alguns dos alunos subiram seu quociente motor geral (5 crianças) e outros baixaram (7 crianças), revelando que apesar da participação no programa de futebol, esse grupo não evoluiu como esperado e a comparação não foi significativa.  

Tabela 2 – Resultados do pós-teste de coordenação corporal.

TAbela 2. El desarrollo interpersonal y motor de integración de la iniciación de fútbol infantil y la educación física

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    4.CONCLUSÃO O estudo previa conhecer o quotidiano dos alunos, que, revelados em questionário, demonstrou que a maioria possui um estilo de vida ativa em esportes ou outras atividades na vida extra-curricular. Foi também marcante o tempo que grande parte dedica a jogos eletrônicos ou programas de TV. Na participação no programa Pró-esporte na modalidade de futebol, a característica é de iniciação, cujos procedimentos pedagógicos seguem de aspectos elementares até a aprendizagem dos seus fundamentos, a que exige melhora da coordenação motora. Entretanto, apesar desse estimulo (futebol) ter sido aplicado durante quatro meses, em duas sessões semanais com duração de uma hora e meia cada, entre os teste, não foram encontrados resultados significativos como era esperado. Tais resultados indicam a demanda de novos estudos, com o controle de um maior número de variáveis e em amostras mais numerosa.   5.REFERÊNCIAS   BOMPA, T. From childhood to Champion athlete. Toronto: Veritas, 1995. GALLAHUE, D. L. Curso internacional de desenvolvimento motor. Maringá: Universidade Estadual de Maringá, 1998. GALLAHUE D. L; OZMUN J. C. Compreendendo o desenvolvimento motor. Bebês, crianças, adolescentes e adultos. São Paulo: Phorte, 2001. GORLA, J. I. Educação física Especial – Testes, Rolândia, 1997. KIPHARD, E. J.; SCHILLING, V.F. – Köper-koordintions-test für Kinder – KTK, Beltz Test Gmbh, Weinhein, 1974 (traduzido por GORLA, 1997). OLIVEIRA, B; AMIEIRO, N; RESENDE, N; BARRETO, R. Mourinho: Porque tantas vitórias? Lisboa: Gradiva, 2006 PEREIRA, V. R.; GUEDES, M. G. R. S. Esporte Esporte: um programa com ênfase no handebol. In: VIEIRA, José Luiz Lopes (org.) Educação Física e Esportes estudos e proposições. Maringá: Eduem, 2004, PP. 155-174. SHIGUNOV, V.; PEREIRA, V. R. Pedagogia da Educação Física. Os aspectos afetivos – o desporto na escola. São Paulo: IBRASA, 1993. Tubino, Manoel. J. G. Metodologia científica do treinamento desportivo. São Paulo : Ibrasa, 1979. TEIXEIRA, D. O desporto escolar: construção ou negação de uma práxis pedagógica. Maringá: Eduem, 2010. VALENTINI, N. C.; PERTERSEN, R. D. S. Aquisição e Desenvolvimento de Habilidades Esportivas. In: OLIVEIRA, A. A. B.; PERIN, G. L. Fundamentos Pedagógicos para o Programa Segundo Tempo (org.) 2 ed. Maringá: Eduem, 2008, PP. 67-79. VIEIRA, José Luiz Lopes. Desenvolvimento Motor e Esporte. In: VIEIRA, José Luiz Lopes (org.) Educação Física e Esportes estudos e proposições. Maringá: Eduem, 2004, PP. 11-24.

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