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15 jun 2012

Golfe: Jogo Curto no Bunker

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O presente estudo tem por objectivos fundamentais identificar quais as variáveis que condicionam o desenvolvimento da capacidade de desempenho do Jogo Curto no Bunker, através de um questionário criado especificamente para o efeito.

Autor(es): Brito, A. P.(1), Henriques-Neto, D., Santos, N.
Entidades(es): (1) Instituto Superior da Maia, Maia, Portugal (2) Facultad de Ciencias de la Actividad Física y del Deporte. Universidad de Valencia – España.
Congreso: III Congreso Internacional de Ciencias del Deporte y la Educación Física (Pontevedra 2010)
Pontevedra 6, 7 y 8 de Mayo del 2010
ISBN: 978-84-613-8448-8
Palabras claves:

Golfe: Jogo Curto no Bunker

Resumen

O presente estudo tem por objectivos fundamentais identificar quais as variáveis que condicionam o desenvolvimento da capacidade de desempenho do Jogo Curto no Bunker, através de um questionário criado especificamente para o efeito. Segundo Brito (2007), o Jogo Curto e o jogo a partir do Bunker, têm criado opiniões divergentes.Quando se aborda esta temática existe um ponto de convergência: é neste tipo de jogo que se vence os jogos.
Metodologia

Introdução

O presente estudo tem por objectivos fundamentais identificar quais as variáveis que condicionam o desenvolvimento da capacidade de desempenho do Jogo Curto no Bunker, através de um questionário criado especificamente para o efeito. Segundo Brito (2007), o Jogo Curto e o jogo a partir do Bunker, têm criado opiniões divergentes.Quando se aborda esta temática existe um ponto de convergência: é neste tipo de jogo que se vence os jogos.

Metodologia

Este estudo exploratório configurou-se a partir de uma amostra de 27 jogadores de Golfe com Handicaps devidamente homologados.
A amostra utilizada é do tipo não aleatória sendo constituída por  24 (89%) do Género Masculino e 3 (11%) do Género Feminino, todos com Handicaps devidamente homologados. A idade média localiza-se nos 44 anos, sendo o desvio padrão de aproximadamente 22 anos.

Resultados

A amostra é demasiado reduzida. Este facto, associado à “não normalidade” das variáveis, condiciona e limita a fiabilidade dos testes a aplicar. Os resultados obtidos deverão ser lidos como meros indicadores de um estudo exploratório.
Tentámos definir “sucesso” através da variável 24 – durante uma volta de golfe, com que frequência a bola lhe cai no Bunker. As respostas indiciam um sucesso quase total pelo que se não revelam suficientemente diferenciadoras do universo observado.
Uma abordagem alternativa consistiu em relacionar a capacidade de desempenho, medida através do Handicap e da antiguidade na prática deste desporto, com os factores psicológicos associados à queda das bolas no Bunker.Inferimos que há alguma ligação entre o Handicap e a atitude psicológica do jogador perante a queda da bola num Bunker: os golfistas com Handicap mais baixo não revelam preocupação pelo facto, enquanto que os de Handicap mais alto revelam alguma preocupação – diferença estatisticamente significativa. Aos jogadores com Handicap mais baixo anda normalmente associada a reacção sensitiva de frustração quando a bola cai no Bunker. Aos de Handicap mais elevado está associada a reacção de nervosismo e pressão. Podemos pois inferir que há alguma relação entre o grau de motivação e o efeito psicológico resultante da queda da bola no Bunker. Para realizar a analise da amostra foi utilizado o software SPSS 17.0.

Discussão dos resultados

Considerando o facto de jogar no Bunker uma dificuldade, podemos referir, que grande parte dos jogadores é afectado psicologicamente, embora demonstrando diferentes comportamentos. Aos jogadores de maior nível (menor Handicap) é identificado um sentimento de frustração, enquanto os de menor nível sentem-se nervosos e pressionados. Este facto pode ser apoiado por Brito (2007), “a tacada a partir do Bunker do Fairway é, sem dúvida, a mais difícil do golfe. É uma tacada bastante complexa até para profissionais e para um golfista iniciante, pode ser um pesadelo”, quando refere que existe uma dificuldade acrescida de jogar a partir do Bunker comparativamente com qualquer outra situação de jogo, desenvolvendo mesmo sentimentos de medo para alguns jogadores (Grimm 2003).

 

Bibliografía

ReferênciasBrito, A.P. (2007): Categorizacion e Análise do Xogo de Golf e dos seus Campos en Portugal. Pontevedra: Dissertação de Doutoramento apresentada na Universidade de Vigo, na especialidade de Didácticas Especiais. Texto policopiado.
Grimm, D. (2006): Mundo Golfe (23).

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