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29 mar 2007

Precisão e fadiga dos atletas de boccia da classe bc4. Estudo comparativo do desempenho de atletas com experiência nacional e internacional.

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A classe BC4 do Boccia é constituída, maioritariamente, por atletas com Distrofia Muscular (DM). Os objectivos principais do nosso trabalho são: averiguar a influência da fadiga na precisão do lançamento do atleta de Boccia da classe BC4; e comparar esta influência em atletas de níveis competitivos distintos.
Autor(es): Vera Valente, Maria Adília Silva, Filipe Conceição
Entidades(es): Faculdade de Desporto da Universidade do Porto – Portugal
Congreso: III Congreso Nacional Ciencias del Deporte
Pontevedra: 29-31 de Marzo de 2007
ISBN: 84-978-84-611-6031-0
Palabras claves: BOCCIA; DISTROFIA MUSCULAR; FADIGA; PRECISÃO; LANÇAMENTOS.

RESUMEN

A classe BC4 do Boccia é constituída, maioritariamente, por atletas com Distrofia Muscular (DM). Os objectivos principais do nosso trabalho são: averiguar a influência da fadiga na precisão do lançamento do atleta de Boccia da classe BC4; e comparar esta influência em atletas de níveis competitivos distintos. A amostra é constituída por cinco jogadores de Boccia com DM, do sexo masculino, que se dividem em dois grupos com diferentes experiências desportivas. Os atletas realizaram séries de lançamentos (68 divididas por dois dias) para sete zonas pré-definidas do campo. Na totalidade obtivemos 2040 lançamentos. As distâncias de cada lançamento foram medidas com um compasso oficial de Boccia e fita métrica. Os principais resultados com significância estatística são os seguintes: i) Os atletas com experiência internacional apresentam valores de distância (entre a bola alvo e a bola lançada) mais baixos do que os atletas nacionais, para todas as zonas do campo; ii) Ao longo das séries de lançamentos: os atletas com experiência nacional melhoram o seu desempenho nas zonas 2 e 3; os atletas com experiência internacional não alteram o seu desempenho nas zonas 2 e 3; os atletas com experiência internacional e nacional não alteram o seu desempenho nas zonas 1, 4, 5, 6 e 7.

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Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº3.

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INTRODUÇÃO

Silva (1991) afirma que, actualmente, o Desporto para Deficientes é visto de uma forma diferente, tendo conquistado o seu espaço no mundo. Durante várias décadas foi visto, quase exclusivamente, como um meio favorável à integração, reabilitação e socialização da pessoa com deficiência (Ferreira, 1998). Assistimos, hoje em dia, à criação de novos equipamentos para intervir e auxiliar na performance, unindo-se os métodos de treino e a tecnologia na procura de melhores resultados (Valente, 2003). No Boccia, os movimentos desportivos diferem em função das quatro classes (BC1, BC2, BC3 e BC4) existentes neste Desporto, ou seja, de acordo com o perfil funcional de cada indivíduo. De uma forma geral, os jogadores elegíveis para esta modalidade apresentam uma capacidade reduzida de realizar movimentos de tronco rápidos, de propulsionar rapidamente a cadeira de rodas com movimentos de agarrar e largar, tendo-se em conta na sua classificação a amplitude do movimento, o controlo do movimento e o equilíbrio sentado (CP- ISRA, 1996). As classes BC1 e BC2 integram apenas atletas com PC. Para além de atletas com PC, a classe BC3 é composta por jogadores com outros tipos de deficiência, com padrões de movimento semelhantes. Por sua vez, a classe BC4 é constituída por atletas com outros tipos de deficiência, sendo a mais comum a DM. A DM é uma doença hereditária caracterizada pela degeneração dos músculos estriados (Adams et al., 1985). Um factor que se associa de imediato à DM é o da fadiga, visto contribuir para a mobilização dos recursos funcionais (Ascenção et al., 2003). Desta forma, a fadiga intervém na limitação do volume de treino e na frequência da prestação desportiva. Pode ser responsável pelo dano dos padrões de movimento e agente limitador da participação na actividade (DiRocco, 1995). Quando trabalhamos com pessoas com DM devemos ter presente que o princípio básico de uma resposta adaptativa à sobrecarga do músculo poderá não ser válido para este tipo de população, e que certos tipos de exercícios podem mesmo ser prejudiciais (Kilmer e Aitkens, 2001). Outro aspecto de extrema importância é o facto de exercícios mal prescritos e executados poderem resultar em danos musculares irreversíveis (Lockette e Keyes, 1994). Sendo o lançamento o principal motivo de fadiga e, de acordo com Laskin (1996) o auge da actividade motora no Boccia, torna-se urgente estabelecer quer limites, quer pontos de partida. Julgamos pertinente ter conhecimento acerca limite superior do número de lançamentos não influenciados pela fadiga, permitindo este facto estabelecer relações preciosas na planificação, performance e na própria saúde dos atletas da classe BC4. Face ao exposto os objectivos principais do nosso trabalho são: averiguar a influência da fadiga na precisão do lançamento, do atleta de Boccia da classe BC4; e comparar esta influência em atletas de níveis competitivos distintos. Baseado nos objectivos estipulados formulámos as seguintes hipóteses (H): H1 - Os atletas com experiência internacional apresentam valores de distância (entre a bola alvo e a bola lançada) inferiores aos atletas com experiência nacional, para todas as zonas do campo. H2 – Ao longo das séries de lançamento, os atletas com experiência internacional e nacional diminuem o seu desempenho, em todas as zonas do campo.

MATERIAL E MÉTODOS

AMOSTRA

A amostra é constituída por 5 jogadores de Boccia, do sexo masculino, pertencentes à classe BC4. Os 5 atletas dividem-se em 2 grupos: "atletas internacionais" e "atletas nacionais". O grupo dos atletas internacionais é constituído por 2 atletas colocados entre as 3 primeiras posições do ranking mundial e membros da Selecção Nacional. Ao grupo dos atletas nacionais pertencem 3 atletas, que participam nos Campeonatos Nacionais e Regionais e que se encontram nas primeiras 10 posições do ranking nacional. Obtivemos um total de 2040 lançamentos. Cada atleta realizou duas sessões de 204 lançamentos cada, com 1 dia de intervalo.

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Os atletas realizaram séries de lançamentos (68 divididas por dois dias) para sete zonas pré-definidas do campo. Foram realizadas séries de seis lançamentos para cada zona (Figura nº1), cuja ordem foi determinada aleatoriamente para cada jogador. A delimitação das zonas de campo foi uma opção nossa, devido à experiência de visualização de jogos em diversos Campeonatos Nacionais e Internacionais, bem como do treino com o nº1 do ranking mundial da classe BC4. No entanto esta escolha assemelha-se a outros estudos (Marta, 1998; Reis, 2000; Branco, 2002).

Figura nº1 – Campo de Boccia com localização do local da bola alvo nas diversas zonas do campo observadas.

Os atletas realizaram séries de lançamentos



Em relação ao gesto técnico do lançamento, optamos por avaliar apenas um tipo, o de Aproximar da bola alvo, visto que já existem bastantes variáveis (zonas) envolvidas no estudo. Após cada lançamento era medida a distância entre a bola alvo e a bola lançada. Posteriormente, era dada ordem ao atleta para efectuar o lançamento seguinte e o processo de medição repetia-se. Desta forma, o atleta não despendia muito tempo entre cada lançamento, apenas o necessário para pegar na bola seguinte, reajustar a posição da cadeira (se necessário) e regular a posição do corpo na cadeira de rodas. O único tempo de pausa (curto) que o atleta possuía decorria entre cada série (lançamento de 6 bolas), correspondendo à mudança de zona. Durante este período o avaliador recolhia as bolas, entregava-as ao atleta indicando a nova zona alvo dos lançamentos. Os instrumentos utilizados foram os seguintes: compasso oficial utilizado pelos árbitros de Boccia nas competições nacionais e internacionais; fita métrica para medir distâncias mais longas e para medir a distância que o compasso avaliava; compasso mais pequeno para distâncias muito curtas (que o compasso oficial não media) e ficha de recolha. Para definir o número de observações necessitamos de conhecer a dispersão (?2) da população, assim como um valor de Erro tolerável (E), e o intervalo de confiança que está inerente à precisão com que abordamos o estudo. Conhecendo estes valores, asseguramos que o tamanho da amostra não interfere na fiabilidade dos resultados. O Erro tolerável depende do contexto do problema, e habitualmente quem está familiarizado com o assunto julga a sua magnitude. Desta forma, decidimos atribuir um Erro de: 5cm (W=5) para as zonas 1 e 5 (zonas perto). Consequentemente, através de regras de proporcionalidade à distância, calculámos as restantes zonas. Assim, para as zonas 2, 4 e 6 atribuímos o valor de 6,9 cm (W=6,9), e para as zonas 3 e 7 calculámos o valor de 11,2 cm (W=11,2). Em relação à dispersão da população, torna-se imprescindível conhecê-la para ter uma ideia da ordem de grandezas. Estes valores constituem suposições feitas pelos investigadores e normalmente retiram uma parte da amostra e realizam um estudo piloto. Assim, produzimos um estudo piloto com o atleta nº1 do ranking mundial, onde o atleta realizou 2 sessões de 200 lançamentos cada, para as diferentes zonas do campo. O nosso intervalo de confiança foi definido em 95 % (P=0,005). Com um Erro sugerido, um nível de confiança estabelecido e estimada a dispersão (?2) da população aplicámos a seguinte fórmula para obter o número de lançamentos: (Z? / 2)2 * ?2 n = ___________________ E2 onde Z representa o valor da probabilidade associada à cauda direita da distribuição normal padronizada; E representa o Erro tolerável, em que E=W/2 ; ?2 representa a variância da população. Desta forma obtivemos um total de 394 lançamentos para cada atleta, que se distribuem pelas várias zonas (Ver Quadro nº1).

Quadro nº1 – Cálculos do nº de lançamentos para as diferentes zonas do campo e para cada atleta.

Quadro nº1 – Cálculos do nº de lançamentos para as diferentes zonas do campo e para cada atleta.



Para a análise dos dados recorremos ao uso de: • ESTATÍSTICA DESCRITIVA (Média, Desvio Padrão, Variância): para descrever as distâncias medidas, em cada zona, e nos dois grupos. • TESTES DE KOLMOGOROV-SMIRNOV E SAHAPIRO-WILK: para averiguar se a distribuição dos dados dos dois grupos é Normal. Os dados revelaram que as distribuições não são Normais e, como tal, utilizamos Testes não-paramétricos. • TESTE DE MANN-WITHNEY: para comparar as médias das distancias (entre a bola alvo e a bola lançada) entre os dois grupos, nas diferentes zonas. • REGRESSÕES: para analisar a prestação dos dois grupos e dos atletas ao longo das séries de lançamento, em cada zona. Pretendemos, com esta técnica estatística, analisar a relação entre a variável independente (séries de lançamentos) e dependente (distância entre a bola alvo e a bola lançada). Para cada grupo, agrupámos as distâncias dos atletas que lançaram na primeira série de 6 lançamentos para uma determinada zona, e assim sucessivamente até à 0 20 40 60 80 100 120 140 160 zona 1 zona 2 zona 3 zona 4 zona 5 zona 6 zona 7 nacionais internacionais trigésima quarta série, juntando as distâncias dos dois dias. O mesmo processo foi repetido para cada zona e, em alguns casos, para cada atleta. • TESTE DO QUI-QUADRADO: para analisar e comparar a distribuição dos dados dos dois grupos, para cada zona. Este teste permitiu averiguar se existe alguma relação entre as duas distribuições. • TESTE DE WILCOXON: para comparar as médias das distâncias (entre a bola alvo e a bola lançada) obtidas, em cada grupo, nas diferentes zonas do campo. Foram utilizados os programas Excel do Microsoft Office, versão 2003 para Windows e SPSS, versão 11.0 para Windows. O nível de significância foi fixado em p?0,05.

RESULTADOS

Em relação às distâncias obtidas entre a bola alvo e a lançada, para todas as zonas, foi clara a diferença nos dois grupos (Figura nº2).

Figura nº2 – Gráfico das médias de distâncias entre a bola alvo e a lançada nas diferentes zonas do campo, pelos atletas nacionais e internacionais. Eixo x: zona do campo. Eixo y: média da distância (cm) entre a bola alvo e bola lançada.

Figura nº2 – Gráfico das médias de distâncias entre a bola alvo e a lançada

Os atletas com experiência internacional apresentam médias de distância bastante inferiores aos de experiência nacional. Esta diferença foi sempre estatisticamente significativa e com valores muito relevantes (situados entre 0,000 e 0,001), levando-nos a confirmar a H1. Esta constatação vem de encontro a vários estudos que, apesar de não se inserirem no âmbito deste trabalho, também compararam atletas com níveis competitivos distintos (Santos, 1995; Martins, 1998, Pereira, 1998; Silva, 1998; Pereira, 1999; Monteiro, 2000; Miragaia, 2001; Ferreira, 2003; Valente, 2003). Também os autores verificaram um melhor desempenho dos atletas com nível competitivo superior, reflectindo as desigualdades que existem, quer a nível do treino quer das características individuais. No que diz respeito ao desempenho dos atletas, ao longo das séries de lançamento, em nenhuma das zonas se verificaram tendências estatisticamente significativas de fadiga, rejeitando assim H2.

CONCLUSÕES

As conclusões do nosso trabalho são as seguintes: i) Os atletas com experiência internacional apresentam valores de distância (entre a bola alvo e a bola lançada) mais baixos do que os atletas nacionais, para todas as zonas do campo. ii) Ao longo das séries de lançamento, os atletas com experiência nacional melhoram o seu desempenho nas zonas 2 e 3. iii) Ao longo das séries de lançamento, os atletas com experiência internacional não alteram o seu desempenho nas zonas 2 e 3. iv) Ao longo das séries de lançamento, os atletas com experiência internacional e nacional não alteram o seu desempenho nas zonas 1, 4, 5, 6 e 7.

BIBLIOGRAFIA

  • ADAMS, R.; DANIEL, A.; CUBBIN, J.; RULLMAN, L. (1985): Jogos, Esportes e Exercícios para o Deficiente Físico 3ª edição. Editora Manole Ltda. São Paulo.
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