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8 may 2006

Psychomotor bettery for corporal notion evaluation of mentally disabled individuals

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The purpose of this study was to evaluate the applicability of the corporal notion category of Psychomotor Battery (PMB) of Fonseca (1995) in mentally disabled individuals. The methodological procedure adopted was the descriptive research. 
Autor(es): Larissa Daniele Rubira Strioto, Jelmary Cristina Guimaraes de Rezende, Vanildo Rodrigues Pereira
Entidades(es): Universidade Estadual de Maringa, Brazil
Congreso: II Congreso Internacional de las Ciencias del Deporte
Pontevedra- 08-10 de Mayo de 2006
ISBN: 978-84-612-3518-6
Palabras claves: noção corporal, Bateria Psicomotora, deficientes mentais.

Resumen psychomotor bettery for corporal notion evaluation

The purpose of this study was to evaluate the applicability of the corporal notion category of Psychomotor Battery (PMB) of Fonseca (1995) in mentally disabled individuals. The methodological procedure adopted was the descriptive research. The sample was composed by twelve mentally disabled individuals of both genders, from 10 to 15 years old. After the application of PMB it was possible to conclude, based on the results, that it is a good assessment tool in order to supply data on corporal notion, what enables the intervention to the level in which each one is found.

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Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº8.

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Abstract

The purpose of this study was to evaluate the applicability of the corporal notion category of Psychomotor Battery (PMB) of Fonseca (1995) in mentally disabled individuals. The methodological procedure adopted was the descriptive research. The sample was composed by twelve mentally disabled individuals of both genders, from 10 to 15 years old. After the application of PMB it was possible to conclude, based on the results, that it is a good assessment tool in order to supply data on corporal notion, what enables the intervention to the level in which each one is found.

Resumo

O presente estudo teve como objetivo avaliar a aplicabilidade do fator noção corporal da Bateria Psicomotora (BPM) de Fonseca (1995) para indivíduos com deficiência mental. Adotou-se como procedimento metodológico a pesquisa do tipo descritiva. Compuseram a amostra 12 sujeitos com deficiência mental, de ambos os gêneros, com idade entre 10 e 15 anos. Após a aplicação da BPM pode–se concluir através dos resultados obtidos, que este se mostrou um bom instrumento para fornecer dados com relação à noção corporal, que auxiliam para que a intervenção com essa população possa ocorrer de acordo com o estágio que cada sujeito se encontra.

1. INTRODUÇÃO

A noção corporal, ou também esquema corporal como é chamada por alguns autores, tem sido assunto de interesse de diversas áreas, dentre elas a Neurologia, a Fisioterapia e a Educação Física, em especial quando se diz respeito às crianças, já que esta é uma área de convergência destas ciências. A importância deste assunto refere-se ao fato de que a evolução da criança é sinônimo de conscientização e conhecimento cada vez mais profundo do seu corpo, e é através dele que esta elabora todas as experiências vitais e organiza toda a sua personalidade (AJURIAGUERRA, 1991). Isto leva a uma série de implicações como ao equilíbrio corporal, à lateralidade bem definida, independência de diferentes segmentos em relação ao tronco e aos outros membros, controle da respiração, bem como à própria percepção e controle de seu corpo (GIL & MATHIAS, 2005). A noção corporal compreende a recepção, análise e o armazenamento das informações vindas do corpo, sendo estas reunidas em forma de consciência estruturada. É representada como sendo um mapa do corpo, com equivalentes visuais, táteis, cinestésicos e auditivos (lingüísticos), que é uma verdadeira composição de memórias de todas as partes do corpo e de todas as suas experiências (FONSECA, 1995). Dar significado a todas essas informações é a base neuronal com a qual se constrói a noção do corpo. Para este autor, a noção corporal inicia-se por volta dos três ou quatro anos e deve estar estabelecida entre dez e doze anos. Um “esquema corporal” bem desenvolvido é de fundamental importância a todos e principalmente a essas crianças. Um “esquema corporal” organizado permite a uma criança se sentir bem, na medida em que seu corpo lhe obedece, em que tem domínio sobre ele, em que o conhece bem (OLIVEIRA, 1997). Na realidade, de acordo com Barros (1997), esse conceito é a causa central do que uma pessoa faz ou deixa de fazer. A ontogênese da noção corporal atravessa várias mudanças, partindo da sensóriomotricidade à corporalidade, da ação sobre o mundo exterior e o mundo dos objetos às ações préoperatórias subordinadas à percepção, dessa à exploração do espaço, até atingir uma noção operatória do corpo no espaço objetivo (FONSECA, 1995). Gorla (2001), salienta que esta evolução corporal coincide com os fatores cognitivos. A inteligência é solicitada para uma gradual melhoria do esquema corporal, onde ambos se incorporam e se auxiliam reciprocamente. Uma pessoa que apresenta uma deficiência apresenta diferentes características quanto ao desenvolvimento do seu esquema corporal, da organização espacial, do equilíbrio, entre outras, que podem ser consideradas, em certos casos, patológicas, isto é, desenvolvendo-se com particularidades e seqüências distintas do desenvolvimento considerado “normal”, e noutros simplesmente atrasadas em relação a este (GORLA, 2001; REZENDE et al., 2003). Os deficientes mentais são definidos pela AAMR (Associação Americana de Retardo Mental) como indivíduos que possuem comprometimento intelectual associado a limitações do comportamento adaptativo em duas ou mais das áreas seguintes: comunicação, cuidados pessoais, vida escolar, habilidades sociais, desempenho na comunidade, independência na locomoção, saúde e segurança, desempenho escolar, lazer, trabalho; com tais manifestações ocorrendo até a idade de dezoito anos de idade (MANTOAN, 1998). O fato de haver um atraso ou dificuldade na noção corporal destes indivíduos e dada a importância que abrange este assunto, principalmente por sabermos que para poder aprender é necessário uma noção corporal interiormente conscientizada, torna a questão da investigação nesta população de fundamental importância, visto que se faz necessário traçar intervenções, sendo que, neste caso, uma das formas mais utilizadas é a Educação Psicomotora. Para tanto, deve-se partir sempre de um diagnóstico que especifique claramente o nível de desenvolvimento da criança. Os testes mais utilizados para se avaliar a noção ou esquema corporal, a fim de se realizar um perfil psicomotor do indivíduo, são basicamente: teste motor de Ozeretski de Guilmain e Stambak, esquema corporal de Piaget-Head, de Berges, de Lézine, de Zazzo e de Stambak, lateralidade de Piaget e Harris (BORRIGAS et al., 1993), Escala de Desenvolvimento Motor (ROSA NETO, 2002), Bateria Psicomotora (FONSECA, 1995). Além destes testes, uma das maiores contribuições para a análise do desenvolvimento da integração da noção corporal da criança é a evolução do desenho do corpo humano, também denominado de “Bonhomme” (CAMPOS, 1989; OLIVEIRA, 1994; FONSECA, 1995). Esses autores afirmam que o desenho é capaz de refletir uma grande complexidade de informações referentes à percepção da criança sobre si própria, revelando dados representativos de seu desenvolvimento psicomotor, afetivo e cognitivo. Segundo Negrine (1987), a coordenação psicomotora, que abrange a noção corporal, é a valência física mais discutida e estudada por especialistas em desenvolvimento motor e psicomotor da criança. Portanto, cria-se a necessidade de um maior número de pesquisas para a elaboração de avaliações, principalmente tratando-se de avaliações com o deficiente mental. A avaliação é um processo muito importante, já que esta, segundo Linderman (1967), propicia informações apropriadas a respeito das condições do indivíduo em determinado momento e, consequentemente, aumentaria as chances de se obter sucesso com uma proposta de intervenção. Contudo, quando nos referimos às pessoas com deficiência mental, observamos como é alarmante a falta de instrumentação adequada a essa realidade, ficando dessa forma os profissionais com poucos ou mesmo sem elementos adequados para diagnóstico e intervenção (GORLA, 2001). Com base nestas informações, o presente estudo teve como objetivo geral verificar a aplicabilidade da Bateria Psicomotora de Fonseca para avaliação da noção corporal de indivíduos com deficiência mental. Os objetivos específicos foram avaliar os aspectos Sentido Cinestésico, Reconhecimento Direita-esquerda, Auto-imagem, Imitação de Gestos e Desenho do Corpo, propostos pela Bateria Psicomotora de Fonseca.

2. METODOLOGIA

O presente estudo caracteriza-se como do tipo descritivo, com teor exploratório-descritivo combinado (MARCONI & LAKATOS, 2007). Foi realizado com 12 indivíduos com deficiência mental, de ambos os sexos, matriculados na Escola de Educação Especial João Paulo I – APAE de Cianorte – Paraná. As idades estão compreendidas entre os 10 e os 15 anos. Não foram incluídas na amostra, crianças com qualquer outra deficiência associada à deficiência mental, como deficiência física, visual ou auditiva e também indivíduos que não fossem capazes de obedecer a ordens simples. A avaliação do desenvolvimento da conduta psicomotora da noção corporal foi feita através da Bateria Psicomotora (BPM) com o fator que se refere a esta conduta. Este fator é composto por cinco testes, sendo estes: 1) Sentido Cinestésico, que tem por fim detectar o grau de conhecimento integrado que a criança possui do seu corpo; 2) Reconhecimento direita-esquerda, onde as tarefas são de localização intracorporal e de localização extracorporal no outro (observador); 3) Autoimagem (face), que visa estudar a noção corporal no seu componente facial; 4) Imitação de gestos, que resumem a capacidade de análise visual de posturas e gestos, desenhados no espaço, sua retenção visual de curto-termo e respectiva transposição motora por meio de cópia gestual bilateral; 5) Desenho do Corpo, que procura situar uma objetivação da representação do corpo, tanto no aspecto gnósico como simbólico e gráfico. Uma vez avaliada, cada criança foi classificada, para cada um dos cinco testes, nos perfis 1 ao 4, indo desde uma realização imperfeita (cotação 1) a uma realização perfeita (cotação 4). A média para a conduta é realizada somando-se o número de pontos atingidos e dividindo-os por cinco (número de testes), como preconiza Fonseca (1995). A coleta de dados com os participantes foi realizada sempre com o mesmo examinador e na própria escola. O fator noção corporal da BPM foi administrado e suas performances foram pontuadas e anotadas em uma ficha de avaliação elaborada pelos autores e por fim somadas para obtenção do escore final. O estudo foi autorizado pela Instituição e faz parte dos projetos inclusos no Grupo de Pesquisa Pró-Esporte, vinculado ao CnpQ, do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual de Maringá, Paraná, Brasil. As respostas obtidas pelos indivíduos foram lançadas no programa Excel (Windows XP) para o cálculo da média e desvio padrão.

3. RESULTADOS

A amostra contou com 12 sujeitos, embora fossem encaminhados 15 crianças, das quais 3 foram excluídas por não se enquadrarem nos critérios de inclusão estabelecidos, conforme descrito na Metodologia. A Tabela 1 apresenta os dados referentes à caracterização da amostra, no que diz respeito ao sexo e idade atual e também os resultados obtidos com a aplicação do teste. Observou-se que os indivíduos encontraram-se com cotação 1 ou 2 da BPM, sendo que oito (66,67%) destes encontraram-se na cotação mais baixa que é 1 e quatro (33,33%) com cotação 2. A média geral dos indivíduos foi de 1,33.

Tabela 1: Caracterização da amostra.

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Todos os sujeitos avaliados conseguiram realizar os testes, compreendendo claramente as ordens estabelecidas pelos avaliadores. No subfator do sentido cinestésico, alguns sujeitos encontraram grande dificuldade em realizar a atividade com os olhos fechados, fato este que influencia a diminuição da pontuação, como preconiza o próprio autor da BPM. Quanto aos subfatores reconhecimento direita-esquerda, auto-imagem (face) e desenho do corpo, não houve grandes dificuldades, já que as ordens não são complexas e foram perfeitamente entendidas pelos sujeitos. O subfator imitação de gestos foi o que apresentou os menores escores, porém também foi bem compreendido. Tabela 2: Média e desvio padrão (DP) de cada subfator avaliado.

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Ainda sobre o subfator desenho do corpo, a este foi dado ênfase, já que o desenho tem a capacidade de refletir uma grande complexidade de informações referentes à percepção da criança sobre si mesma, revelando dados representativos de seu desenvolvimento psicomotor, afetivo e cognitivo. Além se ser facilmente entendida a ordem, sendo uma maneira acessível de se avaliar o deficiente mental. Os resultados deste subfator podem ser visualizados na Figura 1 (o número no canto esquerdo superior de cada desenho corresponde ao seu respectivo sujeito).

Figura 1 – Desenho do corpo.

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4. DISCUSSÃO

Os resultados obtidos indicando déficits eram esperados, devido às características dos indivíduos avaliados, que apresentam dificuldades psicomotoras confirmadas pela literatura (AJURIAGUERRA, 1991; GORLA, 2001; REZENDE, 2003), porém a necessidade está em como avaliar e com quais instrumentos avaliar estes déficits e, consequentemente, planejar intervenções e avaliar sua eficácia. Os resultados do estudo de Rezende et al. (2003), que realizou uma avaliação do perfil psicomotor de deficientes mentais utilizando a BPM, foram que o fator noção corporal apresentou os menores valores e discutiu que, possivelmente, isto levou aos baixos índices de outros fatores, justo pelo fato de que a partir do desenvolvimento da noção corporal, outros valores vão sendo integrados, como a noção de espaço e a lateralidade (PIAGET, 1975; WALLON, 1979; FONSECA, 1983; LAPIERRE & AUCOUTURIER, 1988; OLIVEIRA, 1997). Foram encontrados, em todas as respostas do subfator desenho do corpo, a incoordenação. Oliveira (1997) declara que quando há o conhecimento pobre do corpo, consequentemente seu desenho da figura humana torna-se pobre. Com este estudo foi possível verificar que a criança realmente desenha tudo o que sabe sobre seu corpo. Rezende et al.(2003), observou também que não foi possível aplicar a BPM por completo nesta população, indicando a aplicação da bateria como fatores independentes. O fator noção corporal, segundo os autores, foi bem aplicado, vindo de encontro com o que foi verificado na presente pesquisa. Realmente, a BPM não foi elaborada para atingir populações especiais, como por exemplo os deficientes físicos (critério de exclusão deste estudo), haja visto que o próprio autor relata que a BPM não foi construída para identificar ou classificar um déficit neurológico ou diagnosticar uma disfunção e lesão cerebral (FONSECA, 1995). Também afirma que uma pessoa (criança, adulto ou pessoa idosa) com uma síndrome cerebral falha em muitas tarefas da bateria. Porém, Colleta et al. (2005), realizaram estudo com indivíduos com encefalopatia crônica não progressiva da infância, levando em consideração não a lesão, mas a disfunção psicomotora que apresentavam tais indivíduos e conseguiram chegar aos resultados esperados e com boa aplicabilidade da BPM a esta população. Pode-se dizer o mesmo deste estudo, o que aliás é motivo de incentivo de Fonseca (1995), quando valoriza pesquisas que possam comprovar a aplicabilidade da BPM em outras populações, como na educação especial, objeto desta investigação.

5. CONCLUSÃO

Foi possível identificar os aspectos referentes à noção corporal de indivíduos com deficiência mental, concluindo-se que a Bateria Psicomotora de Fonseca é aplicável a este tipo de população. Os sujeitos obtiveram resultados compatíveis aos esperados, apresentando déficit no fator noção corporal, sendo o subfator Imitação de Gestos o que apresentou a menor média e o subfator Auto-Imagem (face) o que apresentou a maior média. Comprovado e quantificado este déficit, será possível saber onde trabalhar e como aplicar intervenções e ainda saber sua eficácia. É necessária uma maior quantidade de estudos nessa área, abordando outras faixas etárias, bem como ser realizada com um maior número de sujeitos.

Bibliografía

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