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7 may 2009

¿Que es ser un buen entrenador? Un estudio realizado con atletas jovenes de varios deportes

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Resumen: El interés por el trabajo del entrenador se ha incrementado notablemente en los últimos años. La figura del entrenador, todavía poco reconocida en la sociedad actual, es una profesión que se ha visto alterada por la emergencia de personalidades que incorporan un saber específico…

 
Autor(es): Luís Mortágua & Manuel Moreira
Entidades(es): Instituto Jean Piaget VN Gaia – Portugal
Congreso: V Congreso nacional de las ciencias del deporte y la educación física
Pontevedra: 7-9 de Mayo de 2009
ISBN: 978-84-613-1660-1
Palabras claves: Entrenador, democrático, autocrático, soporte social, entrenamiento-instrucción, atletas jóvenes.

RESUMEN COMUNICACIÓN/PÓSTER

Resumen: El interés por el trabajo del entrenador se ha incrementado notablemente en los últimos años. La figura del entrenador, todavía poco reconocida en la sociedad actual, es una profesión que se ha visto alterada por la emergencia de personalidades que incorporan un saber específico con resultados visibles a nivel deportivo. El presente estudio realizado con atletas jóvenes intenta saber cual es el tipo de comportamiento (Autocrático, Democrático, Entrenamiento-Instrucción, Soporte Social) preferido por los entrenadores en diferentes especialidades deportivas. La metodología utilizada ha sido la aplicación de un cuestionario. La Escala de Liderazgo en el Deporte, construida por Chelladurai (1978) fue aplicada a una muestra de 239 atletas de ambos sexos con edades comprendidas entre los 10 y los 16 años en diversos deportes en el Ayuntamiento de Vila Nova de Gaia – Portugal. En todas las variables estudiadas, los atletas jóvenes piensan que los comportamientos Entrenamiento-Instrucción y Soporte Social deben ser frecuentemente adoptados por el ?buen? entrenador. No es muy reconocido la influencia del estilo Autocrático en el comportamiento del entrenador.

Introdução

O tema do treinador é, actualmente, muito discutido na nossa sociedade, este assenta numa natureza subjectiva o que pode levar a muitas interpretações. De acordo com Becker, Jr (2000) citado por Oliveira, J. et al (2004), a função de treinador é uma das profissões mais difíceis, mas também pode ser muito gratificante. Oliveira, J. et al (2004) citando Carravetta (2001), refere que o treinador é o especialista mais próximo dos atletas, exerce influências no comportamento dos mesmos, por vezes é técnico, educador, conselheiro, estrategista e lider. Os mesmos autores citando Becker, Jr. (2000), acrescentam que para ser um “bom” treinador deve-se ter qualidades de um professor. Para que isso ocorra, ele deve ter conhecimentos sobre o que vai ensinar e habilidade para executar essa tarefa. O sucesso muitas vezes como atleta, principalmente relacionados com a sua capacidade técnica, táctica e psicológica, não garantirá o seu sucesso como treinador. Guilherme, A. (1957) citado por Oliveira, J. et al (2004) refere que o treinador deve conduzir de tal modo a sua conduta que sirva aos praticantes de ontem como uma recordação agradável da sua juventude, aos praticantes de hoje, como exemplo de sacrificio, de dedicação e de dignidade, e aos praticantes de amanhã, como uma esperança a mais no seu futuro. Saber as preferências dos atletas jovens quanto à forma de actuação do treinador, combinada com uma abordagem construtivista do treino pode revelar-se muito útil para a aquisição de conhecimentos e compreensão das razões do abandono precoce ou especialização desajustada. Assim, parece-nos interessante e benéfico conhecer mais sobre as repercussões pedagógicas que o comportamento do treinador tem sobre uma amostra de atletas jovens. Além disso, não existem muitos estudos que se centrem na liderança e no comportamento do treinador e os poucos que conhecemos, não consideram as implicações práticas ligadas a esta preocupação, fundamentalmente em relação às repercussões na aquisição de competências dos atletas. O objectivo geral deste estudo consiste em aferir a preferência que os atletas jovens, nomeadamente, até os sub-16 possuem do que é ser um “bom” treinador. No âmbito de toda a investigação recorremos ao questionário Leardership Scale for Sports (L.S.S.) de Chelladurai (1978) e traduzida para a língua portuguesa por Serpa et al (1988), sendo conhecida como Escala de Liderança no Desporto (ELD).

Revisão Bibiliográfica

Treinador de Jovens

Para Cordovil (1998), ser treinador de jovens é captar, seleccionar e preparar jovens para obterem resultados desportivos numa determinada modalidade, de acordo com os objectivos de desenvolvimento do próprio treinador, da instituição em que treina e da modalidade desportiva. No entanto, segundo o mesmo autor (1998), ser treinador de jovens é, também, proporcionar a todos os jovens que treina as condições adequadas ao desenvolvimento integral e harmonioso das respectivas capacidades, interesses e necessidades, através do gosto e êxito na prática de uma actividade desportiva, “impregnando-os desse bichinho” para toda a vida. No que se refere aos jovens, o treinador deverá ter um perfil adequado que se reveste de extrema importância para o desenvolvimento dos adolescentes. Segundo Candeias (1998), esse perfil engloba quatro itens fundamentais no treino com jovens e que são:

  • Formação Específica;
  • Respeito por valores éticos e profissionais;
  • Vocação para lidar com as crianças;
  • Capacidade de Comunicação.

“Bom” Treinador de Jovens

Segundo Prata & Resende (2004) citando Crisfield & Cabral et al. (1996), as competências de um bom treinador partem do pressuposto de que o “treino desenvolve as pessoas através da melhoria da sua performance” e incluem três principios básicos:

  • O bem-estar e o desenvolvimento do atleta são centrais na qualidade do treino;
  • Treinar é visto como um meio para melhorar o rendimento em todos os aspectos, proporcionando oportunidades de participar;
  • Treinar compreende estabelecer objectivos desafiadores e atestar melhorias em conhecimento, habilidades e atitudes;

Os mesmos autores referindo Woodman (1993), do inicio da formação do atleta até aos juniores o grande papel do treinador é certificar que seja proporcionado ao atleta, através do treino e da competição, meios que lhe permitam desenvolver as habilidades básicas, assim como uma participação efectiva onde a diversão retém um lugar importante.

Descrição das dimensões que compõem a ELD

Treino-Instrução

Para Cid (2006), muito sucintamente, o Treino-Instrução é um comportamento voltado para a melhoria dos aspectos técnicos e tácticos da modalidade. Almeida, S. (2007), segundo Chelladurai & Saleh (1978), o Treino-Instrução é o comportamento do treinador com vista à melhoria da prestação do atleta através da incidência em treinos exigentes, instruindo os atletas nas práticas técnicas e tácticas da modalidade, desanuviando o relacionamento entre os membros de equipa, estruturando e coordenando as actividades desses mesmos elementos.

Comportamento Democrático

Almeida, S. (2007), citando Chelladurai & Saleh, referem que, o comportamento Democrático do treinador favorece uma maior participação dos atletas nas decisões relativas aos objectivos do grupo, aos métodos de trabalho e às tácticas e estratégias de jogo.

Comportamento Autocrático

Para Almeida, S. (2007), de acordo com Chelladurai & Saleh (1978), é o comportamento do treinador que preconiza a independência nas tomadas de decisão e vinca a sua autoridade pessoa. De acordo com Samulski (1995) citado por Cid, L. (2006), o tipo Autocrático pode ser mais eficaz em situações estruturadas e com objectivos bem definidos. Apesar de oferecer mais segurança aos atletas em momentos de tensão, provoca um clima sócio-afectivo negativo e alguma agressividade interna que pode conduzir a uma fraca coesão do grupo.

Suporte Social

Almeida, S. (2007), segundo Chelladurai & Saleh (1978), o comportamento do treinador caracteriza-se pelo interesse acerca dos atletas e do seu bem-estar, que procura um bom ambiente de grupo e tenta um bom relacionamento pessoal com os atletas. O atleta sente-se melhor dentro de um grupo se não se sentir à parte da mesma. O atleta sente a necessidade, por vezes, de ser reconhecido, ter a atenção do grupo e do treinador, ser apreciado por meio de palavras e gestos. Estas necessidades são mais importantes para a inclusão de um atleta e, normalmente, determina o abandono ou não dos jovens do desporto.

MATERIAL E MÉTODOS.

Objectivos

O objectivo geral deste estudo consiste em aferir de acordo com os instrumentos já existentes, a preferência que os atletas jovens, nomeadamente, até os sub-16 possuem do que é ser um “bom” treinador. Para a realização deste propósito, procuramos atingir os seguintes objectivos específicos:

  • Saber, se existem diferenças em relação ao comportamento adoptado nos “bons” treinadores na preferência dos dois géneros (masculino e feminino);
  • Saber, se existem diferenças entre o comportamento dos treinadores na preferência dos atletas dos desportos colectivos e individuais;
  • Saber, se existem diferenças no comportamento do “bom” treinador na preferência dos atletas que possuem o ensino secundário e não secundário.

Hipóteses

Hipótese 1 – Existem diferenças significativas entre o sexo masculino e o feminino em relação às suas preferências no que concerne aos comportamentos Treino-Instrução, Reforço e Suporte Social. Hipótese 2 – Existem diferenças significativas entre as modalidades (colectivas e individuais) em relação às preferências dos atletas nos comportamentos Democrático e Autocrático. Hipótese 3 – Existem diferenças significativas entre as duas classes de formação académica em relação às preferências dos atletas nos comportamentos Reforço, Democrático e Treino-Instrução.

A análise descritiva foi realizada através do programa estatístico SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) – versão 13 para o Microsoft Windows. Procedeu-se à análise estatística descritiva, nomeadamente, à obtenção de frequências, percentagens, valores médios e respectivos desvio padrão. No estudo das dimensões preferidas pelos atletas jovens em relação ao comportamento de um “bom” treinador, realizou-se o T teste de medidas independentes para ver se existiam diferenças significativas entres os diferentes grupos da amostra com p≤0,05.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Amostra

No quadro 1, apresenta-se o total da amostra nas variáveis: idade, sexo, modalidade e formação académica.

Quadro 1 – Representação da amostra.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

A maioria dos inquiridos situa-se entre os 10 e os 15 anos, com n=157 correspondendo a 65,7% do total da amostra. Os restantes (82) têm 16 anos de idade totalizando 34.3% de toda a amostra. Ao questionário responderam 239 atletas residentes em Vila Nova de Gaia, Portugal, dos quais 146 são do sexo masculino (61.1%) e 93 são do sexo feminino (38.9%). Os inquiridos, na sua maior parte, 72.8% praticam desportos colectivos (n=174) e 27.2% pratica desportos individuais (n=65). Relativamente à formação académica 45.6% (n=109) dos atletas possuem o Ensino Secundário e 54.4% (n=130) possuem o Ensino Básico (Ensino não Secundário).

Apresentação dos resultados de acordo com o total da amostra

No quadro abaixo referido, expomos por ordem decrescente de média as questões do questionário.

Quadro 2 – Análise descritiva de acordo com os itens que avaliam a ELD.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

De acordo com o quadro 2, a questão que obteve maior pontuação (4.76) do total da amostra foi a que se refere à dimensão Treino-Instrução. Assim, podemos afirmar que a maioria dos investigados acha que um “bom” treinador deve querer que os atletas obtenham o máximo rendimento. A questão com menor importância para os inquiridos é a 36 que se refere à dimensão Suporte Social, como podemos verificar a maior da amostra acha que um “bom” treinador raramente deve convidar os atletas para sua casa.

Apresentação dos resultados segundo as dimensões que avaliam todos os itens pelo total da amostra.

No quadro 3, apresenta-se por ordem decrescente a média das dimensões que avaliam todos os itens pelo total da amostra.

Quadro 3 – Representação das dimensões de acordo com o total da amostra.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

Como podemos verificar, a maioria da amostra prefere um comportamento por parte do treinador de Reforço (4.26). No entanto, de acordo com o quadro, o comportamento que, para os atletas, o treinador deve adoptar menos vezes deve ser o Autocrático (2.61). Estes resultados vão ao encontro do estudo realizado por Sherman, Fuller & Speed (2000), que concluíram que o comportamento Reforço (4.24) era o mais preferido pelos atletas, seguindo-se Treino-Instrução (3.97) e p menos preferido era o comportamento Autocrático (2.33).

Comparação das dimensões em estudo em função dos géneros

Apresenta-se no quadro 4 os comportamentos preferidos pelos atletas em função do género nas dimensões consideradas.

Quadro 4 – Comportamento preferido em função do género.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

Como podemos verificar pela análise do quadro 4 não existem diferenças estatísticamente significativas entre os genéros relativamente às suas preferências no que respeita aos comportamentos de Treino-Instrução (p=0.49), Suporte Social (p=0.58) e Reforço (p=0.87). Ao analisarmos as dimensões na sua generalidade podemos verificar, relativamente ao género masculino, que o comportamento mais preferido pelos atletas é o Reforço (4,26) e o menos preferido é o comportamento Autocrático (2.56). No que concerne ao género feminino, o comportamento mais preferido pelas atletas é o Treino-Instrução (4.28) e o menos preferido no comportamento do “bom” treinador é o comportamento Autocrático (2.68). Tal como na presente investigação, nos estudos desenvolvidos por Lopes, M, Salmuski, D & Noce, F. (2004) existe uma preferência pelo género feminino no comportamento de Treino-Instrução e Reforço. Estes resultados são confirmados, também, pelo estudo de Sherman, Fuller & Speed (2000), em que existe pela parte dos dois géneros uma maior preferência para o comportamento Reforço e Treino-Instrução, sendo o menos preferido o comportamento Autocrático.

Comparação das dimensões em estudo em função das modalidades.

Apresenta-se no quadro 5 os comportamentos preferidos pelos atletas em função do género nas dimensões consideradas.

Quadro 5 – Comportamento preferido em função das modalidades.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

Como podemos verificar pelo quadro acima referido, não existe diferenças estatisticamente significativas entre as modalidades (colectivas e individuais) relativamente às preferências dos atletas no que diz respeito aos comportamentos Autocrático (p=0.55) e Democrático (p=0.21). Através da análise do gráfico, podemos referir que os atletas das modalidades colectivas preferem um comportamento de Reforço, enquanto os atletas das modalidades individuais preferem um comportamento de Treino-Instrução por parte do treinador. No entanto, o comportamento menos preferido pelos dois tipos de modalidades é o comportamento Autocrático.

Comparação das dimensões em estudo em função da formação académica

Apresenta-se no quadro 6 os comportamentos preferidos pelos atletas em função da formação académica: Ensino Secundárioe Ensino não Secundário ou seja, Ensino Básico (5º ao 9º ano).

Quadro 6 – Comportamento preferido em função da formação académica.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

No quadro 6, como podemos verificar, existem diferenças estatisticamente significativas entre as duas classes de formação académica nos comportamentos Democrático (P=0.00) e Autocrático (p=0.00). No entanto, não existem diferenças estatisticamente significativas entre as duas classes de formação, nas dimensões Treino-Instrução (P=0.32) e Reforço (P=0.34). Neste quadro, encontra-se patente que os atletas do Ensino não Secundário preferem frequentemente um comportamento de Reforço (4.29) por parte do treinador. Este resultado pode dever-se ao facto de os atletas serem de idades muito novas e de necessitarem de atenção do seu treinador para não se sentirem excluídos do grupo e gostarem de serem elogiados. Enquanto os atletas que frequentam o Ensino Secundário preferem frequentemente um comportamento de Treino-Instrução (4.28).

CONCLUSIONES

Podemos concluir que o comportamento eficaz de um “bom” treinador é um comportamento difícil de se definir. Este comportamento encontra-se influenciado por diversos factores (variáveis), como o género, modalidade e formação académica e outros. Através do estudo por nós realizado, sobre o que é ser “bom” treinador de acordo com a preferência dos atletas jovens de diversas modalidades, podemos concluir o seguinte:

  1. Não existem diferenças estatisticamente significativas entre o sexo masculino e o feminino em relação às suas preferências no que concerne aos comportamentos Treino-Instrução, Reforço e Suporte Social, não confirmando a nossa primeira hipótese;
  2. Não existem diferenças estatisticamente significativas entre as modalidades (colectivas e individuais) em relação às preferências dos atletas nos comportamentos Democrático e Autocrático, não confirmando a nossa segunda hipótese;
  3. Existem diferenças estatisticamente significativas nos atletas que possuem o Ensino Secundário e o Ensino não Secundário nos comportamentos Autocrático e Democrático, não confirmando a nossa terceira hipótese.

Podemos ainda concluir, que os atletas jovens, na sua generalidade não admiram o estilo Autocrático no comportamento de um treinador, uma vez que se verificou baixas médias em todas as variáveis estudadas. Em todas as variáveis estudadas, os atletas jovens acham que o comportamento Treino-Instrução e Suporte Social devem ser frequentemente adoptados pelo “bom” treinador.

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