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4 jun 2012

Relação entre a execução e os níveis de força no mortal à Frente engrupado – estudo com ginastas masculinos dos 8 Aos 11 anos

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A ginástica segue dentro de limites específicos da modalidade, mas também da própria prática e individualidade de cada praticante. As capacidades físicas reflectem bem essas diferenças, como é o caso da influência da força no rendimento.
Autor(es): Pedro Monteiro, Carlos Araújo, Mestre João Carlos Oliva
Entidades(es): Faculdade de Desporto da Universidade do Porto
Congreso: I Congreso Internacional de las Ciencias del Deporte
Pontevedra 2006
ISBN:9788461105526
Palabras claves: Força, ginástica, avaliação dinâmica; avaliação isocinética; SJ; CMJ; torque máximo força

Relação entre a execução e os níveis de força no mortal à Frente engrupado – estudo com ginastas masculinos dos 8 Aos 11 anos

Resumo:

Introdução: A ginástica segue dentro de limites específicos da modalidade, mas também da própria prática e individualidade de cada praticante. As capacidades físicas reflectem bem essas diferenças, como é o caso da influência da força no rendimento. Este estudo teve por objectivo determinar a relação entre valores das diferentes manifestações de força e os níveis de performance em Ginástica Artística Masculina (GAM).

Material e métodos: A amostra foi constituída por oito ginastas de idades compreendidas entre os oito e os onze anos. A avaliação foi feita através de dinamómetro isocinético (Biodex-system 2) e da plataforma de força de Bosco (Ergojump).

Resultados: Como principais resultados, em quase todos os movimentos de extensão executados no dinamómetro isocinético, foram evidentes correlações entre o torque isocinético e o CMJ. Ou seja, a força máxima concêntrica da extensão do MI’s, parece estar correlacionada com a altura do salto vertical com contra movimento. Verificamos correlações entre o salto mortal com e sem corrida. Não se verificaram correlação com significado estatístico, entre os níveis de força máxima e explosiva e a performance no mortal à frente engrupado no solo, com e sem corrida.

Conclusões: a) Os níveis de força apresentados pelos ginastas da nosso amostra não estão correlacionados positivamente com os níveis de performance na execução do salto mortal engrupado com corrida e sem corrida. b) Não existe correlação entre o crescimento dos indicadores de força explosiva e força máxima. c) Não existe correlação do indicador de força máxima isocinética dos membros inferiores na execução do mortal engrupado no solo com e sem corrida. d) Não existe correlação na execução do mortal à frente engrupado no solo, entre o salto com corrida e sem corrida.

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