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18 may 2015

A IDADE DA BOLA. 250 FIGURAS QUE FIZERAM A HISTÓRIA DO FUTEBOL PORTUGU

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ISBN: 978-972-8998-03-5
Editorial: QUIDNOVI DESPORTO
Sinopsis: Alguém imagina a última centúria portuguesa vazia de futebol? Num país que foi, é ainda, de sorriso paralisado, a função catártica da bola não pode ser depreciada.
“Atou-me a sorte neste nó”, disse Assis Pacheco. Digo também. E mais digo que me revejo no que digo que é uma vida forrada a futebol. Digo ainda que no meu depósito de saber encontro a quem digo obrigado pela prova de valimento desta minha radicada afeição.
No papel de plutarco, revisitei gente que agasalhou as nossas ânsias. Gente que foi heroína das nossas vidas. Gente que incendiou as nossas almas. Gente que inscreveu prazer no edifício das nossas lembranças. Gente que preencheu todas as nossas estações. Estarei a falar de culto?
Com o prazer de abrir a janela do passado, repto de combate à traça dos tempos, encontrei uma tela gigante. Nela figuram homens sem tempo, homens de todos os tempos. “A memória é a guardiã da mente”, sublinhou William Shakespeare. A memória jamais prescreve. Eles fazem parte da nossa memória? E também da memória do próprio tempo.
Há aqui desnamorado sectarismo de cores desportivas ou talvez haja antes namorado apreço ao arco-íris do imaginário colectivo. Fica mesmo a monitória: este não é um livro para quem venera o clube A e abjura o clube B ou C ou D. Só raquitismo clubístico pode colocar em causa a puridade desta longa abordagem. Um esforço imune a críticas? Era pedir demais. Encontrar, com certificado de justeza absoluta, os 200 jogadores portugueses, os 30 estrangeiros, os 20 treinadores?
Quem o conseguiria imaculadamente? Haverá porventura duas opiniões de todo contíguas? Esta é
a minha, vai assinada na primeira pessoa do singular. Uma abordagem despida de cegueira não tem de ser sinónimo de menor exaltação. O melhor da bola é a bola. O feminino da coisa até lhe dá mais graça. A bola são os jogadores e os treinadores. As outras são, um ror de vezes, bolas fora.
O que semelha Eusébio e José Mourinho? A bola. Só a bola? Marca-se golo com ideias quando se percebe que os filhos dos pobres têm mais raiva, quando se percebe que os genitores das dinâmicas têm mais agrado. “A História deve ser a cabeça da paixão, não a paixão da cabeça”, advertiu Karl Marx, a pesar de nunca ter jogado futebol.
A Idade da Bola é a comitiva que não pára, que não vai parar no século XXI. Segue virtuosa, segue selecta, rejeita a prostituição futebolística. Segue compacta, segue sorrabada, percebe a saudade aflita. O povo que honra a tribo, ao vê-la passar, põe ar suplicante, esquece-se de ter medos, de ter outras fomes. Lançalhe a flor. E a flor vale o amor.
João Malheiro…

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