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8 may 2006

Baile de salon: estudio comparativo sobre la motivacion entre los escolares de 5ª y 6ª serie de Maringa-parana

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El presente estudio descriptivo tiene como objetivo analizar los factores motivacionales para la práctica del baile de salón em niños de 10 a 14 años, en uma escuela de Maringá y como objetivo específicos verificar el nivel de eficiencia personal para esta modalidad

Autor(es): Maria Aparecida Coimbra Maia, Vanildo Rodrigues Pereira
Entidades(es): Universidade Estadual de Maringá – Paraná – Brasil
Congreso: II Congreso Internacional de las Ciencias del Deporte
Pontevedra: 08-10 de Mayo de 2006
ISBN: 978-84-612-3518-6
Palabras claves: eficiencia personal, motivación intrínseca y extrínseca, baile de salón

RESUMEN COMUNICACIÓN/PÓSTER

El presente estudio descriptivo tiene como objetivo analizar los factores motivacionales para la práctica del baile de salón em niños de 10 a 14 años, en uma escuela de Maringá y como objetivo específicos verificar el nivel de eficiencia personal para esta modalidad, comparar factores intrínsecos y extrínsecos, al igual que verificar diferencias entre géneros. La muestra fue compuesta por 78 alumnos de ambos sexos, siendo 34 niños y 44 niñas. Como instrumento de medida se utilizo el inventario de eficiencia personal adaptado de Valentini e Toigo (2006) y el Protocolo de Motivos para la Práctica del deprote de Gill (1985) adaptado por Fiorese (1993). Para analizar los datos se utilizo la estadística descriptiva, distribución de frecuencias, el test F para el análisis de varianza univariada- – ANOVA y el test de Duncan. Se confirmo que la serie es um factor de influencia en la motivación para la práctica de baile de salón. A través del test de Duncan se percibió que tanto niños como niñas de 5ª serie son motivados para la práctica de esta modadlidad. Pudiéndose concluir así, que es importante una percepción positiva para llevar al niño a engancharse en una actividad, o sea, sentirse capaz de realizar, por eso la importancia de ofrecer esa modalidad en la escuela, cuanto más pronto posible, para que los alumnos se sientan capaces de practicarla y puedan conocer mejor ese tipo de baile, especialmente entre los niños.

INTRODUÇÃO

Estudos realizados em diferentes países (BURGESS, 2005; XIANG, 2004; TRESCA E De ROSE, 2000; SAMULSKI e NOCE, 2002), têm proporcionado valiosa contribuição sobre aspectos que estão relacionados com a motivação das pessoas, quando estas pretendem praticar uma determinada atividade física, deixando claro as razões positivas ou negativas que estão relacionadas com o seu empenho nas tarefas pré-estabelecidas. Segundo Davidoff (1983), o foco das investigações está na descrição e explicação das influências ou do que interfere no comportamento motivado dos seres humanos. Sendo assim, estes aspectos relacionados com a motivação, tornam-se de extrema importância para compreender os fatores motivacionais e quais seriam mais importantes para as crianças engajarem-se em atividades físicas e permanecerem engajadas, especialmente na dança de salão, permitindo assim vivenciar essa modalidade como mais uma possibilidade de enriquecer o repertório de movimentos já oferecido na educação física escolar. Conforme Weinberg e Gould (2001, p. 72), “a motivação pode ser definida simplesmente como a direção e a intensidade de nossos esforços”. Sendo assim, a direção diz respeito ao ato de praticar uma atividade esportiva ou recreativa que envolva o exercício físico e, a intensidade do esforço, dá-se quando o desempenho de um indivíduo é situado em uma determinada direção em busca de atingir os objetivos pré-determinados, como por exemplo, aprender a dança de salão. Para Hoffman e Harris (2002), a motivação intrínseca faz com que a pessoa se envolva e desfrute da aprendizagem de algo obtendo prazer e satisfação, ou seja, quanto mais motivadas e interessadas maior será o esforço para atingirem seus objetivos fazendo com que os alunos participem das aulas de dança de salão, alcançando êxito nas metas pré-estabelecidas pelo professor. Com relação à motivação extrínseca, não é ela necessariamente que sustenta a continuidade e nem leva o indivíduo a obter um resultado positivo e duradouro naquilo que está fazendo, pois depende da intensidade dos estímulos provocados pelo contexto sociocultural. Para Samulski (2002), as necessidades dos indivíduos mudam com o decorrer do tempo e, as razões que alguns indivíduos citam para começar uma atividade física, podem não serem iguais para permanecerem envolvidos na mesma atividade, ou ainda para gostar desta ou de outra modalidade. Os motivos para aprender uma atividade como a dança de salão, estão associados segundo este autor, com uma jornada psicológica, relacionada com uma variedade de comportamentos, pensamentos e sentimentos. Entender como a motivação se processa para a dança de salão é fundamental para intervir positivamente no seu processo educativo. Além disso, cada pessoa desenvolve uma personalidade exclusiva que dificilmente pode ser igual à de outra. A motivação competente faz com que o aluno sinta-se capaz de realizar a tarefa que está sendo proposta, principalmente porque influencia estados emocionais e afetivos relacionados a sentimentos de satisfação, orgulho e vergonha, que influenciam indiretamente a motivação. A teoria da motivação para competência feita por Harter (1988 apud WEINBERG e GOULD, 2001) sustenta que as pessoas, especialmente crianças, são motivadas a sentirem-se competentes ou dignas, e que, esses sentimentos são os determinantes principais da motivação. Portanto, buscou-se responder aos seguintes objetivos: analisar os fatores motivacionais de alunos de 5ª e 6ª série para a prática da dança de salão; verificar o nível de eficiência pessoal para esta modalidade, comparar fatores intrínsecos e extrínsecos e possíveis diferenças entre os gêneros.

MATERIAL E MÉTODOS.

O presente estudo caracterizou-se como descritivo (THOMAS e NELSON, 2006). A amostra foi composta por 77 alunos de ambos os sexos, sendo 39 crianças da 5ª série, 12 do sexo masculino (30,77%) e 27 do sexo feminino (69,23%) com idade variando de 10 a 13 anos sendo a média para o sexo masculino de 11,42 anos e para o sexo feminino de 10,88 anos. Da 6ª série participaram desse estudo 38 crianças, sendo 20 meninos (52,63%) e 18 meninas (47,37%) com idade entre 11 e 13 anos sendo a média para os meninos de 12,5 anos e para as meninas de 11,8 anos. As turmas que participaram do estudo foram determinadas pela coordenadora da escola. Aos pais dos alunos foi solicitado a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O estudo foi aprovado pelo comitê de ética da Universidade Estadual de Maringá. Como instrumentos de medida, foram utilizados: 1) Inventário de Eficiência pessoal, de Valentini e Toigo (2006) adaptado para a dança de salão e 2) o Protocolo de Motivos para a Prática do Esporte de Gill (1985), validado por Fiorese (1993). O Inventário contém questões abertas e fechadas e foram modificadas questões como: “como você se sente sobre sua habilidade de fazer um rolamento para trás” para “como você se sente sobre sua habilidade de fazer uma atividade como a dança de salão”, com respostas do tipo “sei que consigo realizar a atividade”, “não tenho certeza consigo realizar a atividade” e “sei que não consigo realizar a atividade”. Algumas questões do Protocolo de Motivos para a prática do Esporte, também foram modificadas para o contexto da dança de salão, como: “meus parentes e amigos querem que eu joque” para “meus parentes e amigos querem que eu dance”. Conta com trinta e duas questões com três opções de resposta numa escala tipo Likert, que vai de 1 a 3, sendo: 1- não tão importante, 2- um pouco importante e 3- muito importante. Considerou-se as categorias do teste de motivação feita por Passer (1981 apud FIORESE, 1993), que são: 1) desenvolver habilidades; 2) aptidão; 3) liberação de energia; 4) afiliação; 5) sucesso/status; 6) excitação/desafio. Considerou-se 1, 2,e 3, como fatores intrínsecos e 4, 5 e 6, como fatores extrínsecos. Para a análise dos dados utilizou-se da estatística descritiva, o teste t de Student para verificar as diferenças entre os gêneros quanto aos fatores: desenvolver habilidades, aptidão, liberação de energia, excitação/desafio, afiliação, sucesso/status. Para analisar a diferença entre as médias dos valores das variáveis e a interação entre série e gênero foi utilizada a análise de variância (ANOVA) fatorial, tendo como fatores a série e o gênero. Como foram identificadas diferenças, utilizou-se o teste de Duncan para fazer comparações múltiplas entre as médias. Todos os cálculos estatísticos foram realizados através do programa Statística 7.0. O nível de significância foi estabelecido em α < 0,05.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Resultados referentes ao Inventário de Eficiência Pessoal

Os resultados em percentuais mostraram que: na 5ª série, a) 58,34% dos meninos raramente e 25% nunca tiveram experiências com dança; b) para 40,74% das meninas raramente e 25,64% nunca tiveram experiências com dança; c) entre os participantes do sexo masculino 66,66% não sabem o que é dança de salão e 55,56% do sexo feminino sabem o que é dança de salão; d) Entre os meninos 50% e para 77,78% das meninas gostariam de aprender a dança de salão, para o grupo da 5ª série ao todo 69,23% gostariam de aprender essa modalidade. Já os resultados da 6ª série mostraram que: a) entre os meninos 45% nunca e 40% raramente tiverem experiência com dança e entre as meninas 33,34% raramente enquanto 33,34% sempre tiveram experiências com dança independente do estilo. b) entre os meninos e as meninas 50% não sabem o que é dança de salão, mesmo assim, 85% dos meninos não gostariam de aprender, e 72,22% das meninas gostariam de aprender a dança de salão, para o grupo da 6ª série apenas 42,1% gostaria de aprender. Ao analisar os resultados da 5ª série, percebe-se que a maioria das crianças sentem-se capazes de realizar uma atividade como a dança de salão, embora nunca ou raramente tiveram experiências com qualquer tipo de dança e não conhecem a dança de salão especificamente. Mesmo assim a maior parte gostaria de aprender, principalmente as meninas. Observa-se também que os resultados das crianças do sexo feminino são mais otimistas com relação a sentir-se capaz de realizar essa atividade. Dessa foram, acredita-se ser importante uma percepção positiva para levar a criança a engajar-se em uma atividade, ou seja, sentir-se capaz de realizar, por isso a importância de oferecer essa modalidade na escola, para que as crianças possam sentir-se capazes de praticá-la e conhecer melhor esse tipo de dança, especialmente os meninos. Ao verificar os resultados da 6ª série, percebe-se que as meninas possuem mais experiências com danças independente do estilo, e que o interesse em aprender a dança de salão é bem superior entre elas. Embora metade dos meninos não conheçam a dança de salão, a grande maioria não gostaria de aprender. Quanto a dançar com um colega do sexo oposto, tanto meninos quanto meninas sentem-se capazes, porém, quando se trata de dançar com um colega da sua turma, as meninas não sabem se conseguem, opinião esta, dividida entre os meninos. Portanto, percebeu-se que a vontade e provavelmente a aceitação das meninas é maior que dos meninos, possivelmente por possuírem mais vivências anteriores. É possível que, quanto mais cedo a criança tenha experiências com dança, mais ela goste e se sinta capaz de realizar atividades relacionadas com ritmo, com a música e, especificamente, com a dança de salão. De acordo com Valentini e Toigo (2006) é importante uma percepção de eficiência pessoal positiva para levar as crianças a engajarem-se em uma atividade e sentirem-se motivadas a continuar praticando, principalmente quando não é conhecida anteriormente.

Fatores motivacionais para a prática da dança de salão

Primeiramente, procurou-se verificar através da distribuição de freqüência (tabela 1) qual o percentual dos fatores foi considerado como: 1- pouco importante, 2- nem tão importante e 3- muito importante, e, procurou-se comparar o percentual dos fatores extrínsecos e intrínsecos. Depois utilizou-se o teste t de Student, a análise de variância (ANOVA) fatorial, para fazer comparações múltiplas entre as médias e verificar se existe diferença entre os gênero masculino e feminino e entre a 5ª e 6ª séries.

Tabela 1: níveis dos fatores motivacionais em percentual (%), dos alunos de dança de salão do gênero masculino e feminino

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 8

Analisando a tabela 1, observa-se que, quase todos os fatores motivacionais foram considerados, principalmente como “muito importante”, para o sexo feminino, sendo que o fator liberação de energia foi considerado “muito importante”para 67% das meninas. Isso mostra que as meninas estão mais motivadas intrinsecamente. Para Weinberg e Gould (2001) pessoas com motivos interiores esforçam-se para serem competentes na busca de dominar a tarefa. Para o sexo masculino, as repostas mais freqüentes dividiram entre “pouco importante” e “muito importante”, porém, o fator que mais se destacou como “muito importante” foi afiliação com 53% das respostas, que segundo Passer (1981 apud FIORESE, 1993) é um motivo extrínseco. Percebe-se que os meninos têm mais interesse pela dança de salão em função de seus amigos, para estarem juntos ou mesmo para agradar alguém, sendo isso compreensível, pois nessa idade é essencial sentir-se pertencente a um grupo. Esses motivos, de acordo com a hierarquia de necessidades de Maslow (HALL, LINDSEY e CAMPBELL, 2000) estão no terceiro conjunto de necessidades de pertencimento e amor, devido à tendência dos seres humanos de agregar-se, reunirse e de estar em grupos.

Tabela 2 – Comparação múltipla dos fatores motivacionais entre as séries e o sexo e o teste de Duncan

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 8

Na tabela 3 observa-se que foram encontradas diferenças significativas (p<0,01) em todos os fatores para ambos os gêneros. Isso revela que as crianças da 5ª série mostraram-se mais motivadas, tanto intrínseca quanto extrinsecamente para a dança de salão, independente do sexo. Em um estudo realizado por Tresca e De Rose Jr (2000) com escolares da 5ª e 6ª série, verificou-se que os fatores intrínsecos foram os principais agentes motivadores, tanto para a educação física quanto para o trabalho com dança. Estes resultados demonstram que possivelmente os sentimentos das crianças na 5ª série, são mais favoráveis a dança, talvez porque ainda têm resquícios da fase de aceitação ao núcleo de movimento em expressão e ritmo que é bastante forte no ensino fundamental de 1ª a 4ª série (OLIVEIRA, 2004) No entanto, para a 6ª série os dados parecem mostrar que nessa faixa etária de 11 a 13 anos as crianças estão entrando na pré-adolescência e adolescência, e, com o aumento da idade, aumenta também a dificuldade em engajarem-se com atividades que envolvam ritmo e expressão corporal, talvez por ser uma fase de conflitos entre inibição e desinibição, desenvolvimento da sexualidade entre outros. Esses achados corroboram com a proposta de Planejamento da educação física escolar de Oliveira (2004), onde, de 5ª a 8ª série o trabalho de convencimento para atividades com ritmo, dança e expressão corporal devem estar relacionadas aos interesses dos alunos, especialmente para que não se perca esta possibilidade importante e estruturante do âmbito motor.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Observou-se através do Inventário de Eficiência Pessoal, que os alunos da 5ª série, percebem-se capazes de realizar uma atividade como a dança de salão, embora nunca ou raramente tiveram experiências com qualquer tipo de dança e não conhecem a dança de salão especificamente. Mesmo assim, a maior parte gostaria de aprender, principalmente as meninas. Quanto aos resultados da 6ª série, percebeu-se que as meninas possuem mais experiências com danças independente do estilo, e que o interesse em aprender a dança de salão é bem superior entre elas. Embora metade dos meninos não conheça a dança de salão, a grande maioria não gostaria de aprender. Portanto, verificou-se que a aceitação das meninas é superior aos meninos também na 6ª série, possivelmente por possuírem mais experiências anteriores. É possível concluir que, quanto mais cedo a criança tenha experiências com dança, mais ela goste e se sinta capaz de realizar atividades relacionadas com ritmo, com a música e especificamente com a dança de salão. Quando comparados os resultados por série e sexo, foram encontradas diferenças significativas para todos os fatores e para ambos os sexos. Isso corrobora os resultados do Inventário de Eficiência Pessoal com o Protocolo dos Motivos para a prática do esporte, ou seja, tanto meninos quanto as meninas da 5ª série mostraram-se mais motivados para a prática da dança de salão, sendo assim a série é um fator que influencia na motivação de meninos e meninas para essa prática.

REFERÊNCIAS

  • BURGESS, G.; GRAGAN, S.; BURWITZ, L. Effects of a 6-week aerobic dance intervention on boy image and physical self-perceptions in adolescent girls. Body Image. v. 3, p. 57-66, 2005.
  • DAVIDOFF, L. L. Introdução à Psicologia. McGraw Hill do Brasil, São Paulo, 1983.
  • FIORESE, L. A relação entre a percepção de competência de atletas adolescentes e seus motivos para a prática esportiva. Dissertação de Mestrado. Santa Maria – RS, 1993.
  • HALL, C.; LINDZEY, G.; CAMPBELL, J. B. Teorias da personalidade. 4 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2000.
  • HOFFMAN, S. J.; HARRIS, J. C. Cinesiologia: o estudo da atividade física. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.
  • SALMUSKI, D. Psicologia do Esporte. Manole. 1 ed. Brasileira, 2002.
  • SAMULSKI, D.; NOCE, F. Perfil psicológico dos atletas paraolímpicos brasileiros. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. Vol. 8 n. 4 Niterói. Jul/Ago. 2002.
  • THOMAS, J. R.; NELSON, J. K. Métodos de pesquisa em atividade física. 3 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.
  • TRESCA, R. P; DE ROSE JR, Dante. Estudo comparativo da motivação intrínseca em escolares praticantes e não praticantes de dança. Revista Brasileira Ciência e Movimento. Brasília, v. 8, n.1, p. 9-13. jan/2000.
  • VALENTINI, N. C.; TOIGO, A. M. Ensinando educação física nas séries iniciais: desafios e estratégias. 2. ed. Canoas: Unilasalle, Salles, 2006.
  • OLIVEIRA, A. A. B. ____________________________________ . In: VIEIRA, José Luiz Lopes (Org.). Educação Física e Esportes: estudos e propósitos. Maringá: Eduem, 2004.
  • WEINBERG, RS; GOULD, D. Fundamentos da psicologia do esporte e do exercício. 2 ed, Porto Alegre, Artmed, 2001.
  • XIANG, P.; McBRIDE, R.; GUAN, J. Children’s motivation in elementary physical education: a longitudianal study. Research Quarterly for Exercise and Sport. v.75, n. 1, p. 71-80. 2004.

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