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15 jun 2012

Coordenação motora com bola em escolares: diferenças entre os sexos

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Este estudo possui como proposta analisar a coordenação motora com bola em escolares na faixa etária de 7 a 11 anos, verificando as diferenças entre os sexos, em cada tarefa-teste.

Autor(es): Larissa Sabbado Flores, Siomara A.Silva
Entidades(es): Universidade Federal de Ouro Preto
Congreso: I Congreso Internacional de Deportes de Equipo
Universidade da Coruña, 7, 8 y 9 de mayo de 2009
ISBN: 978-84-613-1659-5
Palabras claves: Capacidade Coordenativa, Crianças, Jogos Esportivos Coletivos.

Coordenação motora com bola em escolares: diferenças entre os sexosz

Resumen

Este estudo possui como proposta analisar a coordenação motora com bola em escolares na faixa etária de 7 a 11 anos, verificando as diferenças entre os sexos, em cada tarefa-teste. A amostra foi constituída de 155 escolares que realizaram tarefas-teste (TECOBOL – Teste de Coordenação com Bola em processo de validação) com habilidades básicas exigidas sob condicionantes de pressão (tempo, precisão, organização, complexidade e variabilidade) (Kröger e Roth, 2006)comuns ao contexto dos jogos esportivos coletivos. Para a comparação entre os sexos foi utilizado o teste t-student independente e encontrou-se que em todas as habilidades testadas, em todos os parâmetros os meninos obtiveram tempos menores, mesmo naquelas tarefas em que essa diferença não foi estatisticamente significativa (no chute e drible do condicionante de precisão, no lançamento do condicionante de organização, e no chute do condicionante de complexidade). Essa diferença poderia ser explicada se quantificássemos a experiência motora das criança acreditando que na amostra os meninos possuem um repertório motor maior por terem mais contato com a bola do que as meninas, e dessa forma treinam a coordenação motora.

INTRODUÇÃO

O ser humano se movimenta, brinca, joga, desenvolve diversas atividades, se projeta através de suas idéias e intenções, tendo no movimento, nas ações motoras, um meio para se comunicar interagindo com o ambiente que o cerca. Através da interação indivíduo/ambiente/tarefa o ser humano desenvolve a coordenação de ações, cria e recria o mundo em que vive (GRECO; SILVA y CAVALVANTE, 2005; GRECO y BENDA, 2007). As ações humanas são definidas pela teoria da ação como um processo intencional dirigido e regulado psiquicamente (Nitsch, 1985; Nitsch e Munzert, 2002). A execução de uma ação, em especial a ação esportiva é compreendida como um processo, organizado e relacionado ao meio (situação). Neste sentido existe um conjunto de capacidades que interagem na busca do objetivo (movimento) (Samulski, 2002).
Capacidades coordenativas, segundo Hirtz (1981, apud WEINECK, 2003), são “capacidades determinadas, sobretudo pelo processo de controle dos movimentos e devem ser regulamentados”; segundo Frey (1977, apud WEINECK, 2003) elas “capacitam o atleta para ações motoras em situações previsíveis e imprevisíveis e para o rápido aprendizado e domínio de movimento nos esportes”. Pode-se explicar também a coordenação como sendo a capacidade de organizar e controlar o corpo e a bola na realização de uma tarefa motora representando a base necessária para a aquisição de habilidades técnicas (ROTH, 1998).
A coordenação motora depende da condição dos analisadores (forma de controle motor dos sentidos); situação de aprendizagem; experiência e repertório de movimentos; capacidade de adaptação e reorganização motora do movimento; idade e sexo; fadiga; condições ambientais; e coordenação intra e intermuscular, sendo inerente ao rendimento esportivo (Weineck, 2003). Ela sustenta o desenvolvimento das habilidades técnicas que agem interativamente com a capacidade tática, estando presente nas diversas situações dos jogos esportivos coletivos. A experiência na execução das habilidades com a bola contribui para o seu desenvolvimento e desempenho. Focando esta idéia de aumentar o repertório motor, ou “baú de experiências” (Silva e Greco, 2005) de cada indivíduo a proposta da Escola da Bola (Kröger e Roth, 2006) aponta as exigências coordenativas nas tarefas (Kröger e Roth, 2006) ou condicionantes de pressão (dificultadores da tarefa) que são: Pressão do Tempo: tarefas coordenativas nas quais é importante a minimização do tempo ou a maximização da velocidade (variar a distância ou a velocidade). Ex: corrida de 100m. Pressão da Precisão: tarefas coordenativas nas quais é necessária a maior exatidão possível. Ex: lance livre no basquete. Pressão da Complexidade: tarefas coordenativas nas quais devem ser resolvidas uma série de exigências sucessivas, uma atrás da outra (seqüência de fatores ligados entre si). Ex: série de dança (coreografia). Pressão da Organização: tarefas coordenativas nas quais se apresenta a necessidade de superação de muitas exigências (simultâneas). Ex: mortal com giro. Pressão da Variabilidade: tarefas coordenativas nas quais há necessidade de se superar exigências em condições ambientais variáveis e situações diferentes. Pode-se variar o ambiente (por exemplo, ângulo, alvo, lugar), a situação (por exemplo, colocar um marcador) e/ou o elemento (por exemplo, diferentes pesos de materiais). Ex: jogos esportivos coletivos. Pressão da Carga: tarefas coordenativas nas quais a exigência é de tipo físico-condicional ou psíquica. Variando a duração (tempo), intensidade (velocidade) e/ou freqüência (número de vezes). Ex: Lançamento de peso.
Nesse sentido este trabalho propõe estudar a coordenação motora com bola em escolares, possuindo como finalidade quantificá-la, apontando as diferenças entre os sexos, servindo de instrumento para um treinamento futuro da mesma.

MATERIAL E MÉTODO

A amostra foi composta por escolares do Instituto Rio Branco, situado em Porto Alegre – Rio Grande do Sul – Brasil, escolhido por conveniência. O grupo compunha-se de escolares de ambos os sexos com idades de 6 a 15 anos, totalizando 155 crianças, distribuídas aleatoriamente para a realização das tarefas que foram aplicadas na própria instituição.  
A coordenação motora com bola foi avaliada através de tarefas-teste (TECOBOL – Teste de Coordenação com Bola em processo de validação), dezoito, com habilidades básicas, exigidas sob fatores dificultadores, condicionantes de pressão (Kröger e Roth, 2006)comuns aos jogos esportivos coletivos. As habilidades são conhecidas do cotidiano dos alunos, típicas das aulas de Educação Física. Divididas em habilidades que possuem o objetivo de acertar o alvo – o lançamento e o chute; e transportar a bola ao objetivo – drible e condução. No condicionante de pressão carga entende-se que está presente em todas as ações do ser humano, não sendo avaliado isoladamente neste estudo, pois como denomina Zakharov (1992) “a carga é tudo aquilo que provoca alterações de adaptação no organismo do esportista”. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da UFRGS, conforme parecer 893.
A análise da normalidade das tarefas foi realizada através do Teste de Normalidade Shapiro-Wilk, para as amostras menores que 50 alunos e, para as amostras maiores que 50 alunos foi utilizado o Teste de Normalidade Kolmogorov-Shminorv. Na comparação entre sexos, nos dados que apresentaram normalidade foi utilizado o teste t-student independente. Já nos dados que não se apresentaram dentro da normalidade o teste utilizado foi o teste U de Mann-Withiney.

RESULTADOS

A descrição dos resultados será apresentada abaixo, separada por parâmetro (condicionantes de pressão) e unida por habilidades (lançamento, chute, drible e condução). Para todas as tarefas-teste o avaliador deveria controlar o tempo de execução do participante nas duas tentativas e para a análise foi utilizado o menor tempo que o participante alcançou (melhor tempo). É importante salientar que todos os lançamentos, quando não especificado o contrário, deveriam ser realizados de ombro e que qualquer uma das habilidades avaliadas (lançamento, chute, drible e condução), quando não especificado o contrário, deveriam ser executadas com a mão/pé de preferência (dominante).
Condicionante de pressão TEMPO: A tarefa-teste de lançamento e chute consistia em o participante executar 15 lançamentos ou chutes em uma área demarcada na parede (de 2m de altura por 2m de largura). Já a tarefa-teste de drible e condução consistia em o participante percorrer um trajeto de 6m de lado por 6m de comprimento, contornando 10 cones espalhados na seguinte disposição: um cone em cada ponta (4), um cone na diagonal a cada 2m dos cones posicionados nas extremidades e um cone na lateral posicionado entre os cones das extremidades (no meio).
Participaram destas tarefas-teste um total de 94 crianças. Buscando analisar a diferença entre os sexos fez se uso do teste t-student independente que encontrou diferença estatisticamente significativa em todas as habilidades (tarefas) e em todos os casos os meninos apresentaram uma média de tempo menor que as meninas. Conforme apresenta tabela abaixo (Tabela 1).

Tabela 1 – Diferenças entre os sexos no parâmetro Tempo

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 9

Condicionante de pressão PRECISÃO:A tarefa-teste de lançamento e chute consistia em o participante executar 15 lançamentos ou chutes em algum dos três alvos de 25cm de raio fixados na parede, formando uma altura máx de 2m. Já a tarefa-teste de drible e condução consistia em o participante acertar os alvos percorrendo, ida e volta, um trajeto de 9m de comprimento dividido em 9 quadrados de 1m de altura por 1m de comprimento e dentro de cada quadrado havia a marcação de 50cm por 50cm (os alvos).
Participaram destas tarefas-teste um total de 78 crianças. Buscando analisar a diferença entre os sexos utilizou-se uso do teste t-student independente que encontrou diferença estatisticamente significativa entre os grupos nos testes de lançamento e condução, apontando que os meninos apresentaram uma média de tempo menor que as meninas, inclusive nas habilidades que não houve diferença estatisticamente significativa (chute e drible). Conforme apresenta tabela abaixo (Tabela 2).

Tabela 2 – Diferenças entre os sexos no parâmetro Precisão Masculino Feminino

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 9

Condicionante de pressão ORGANIZAÇÃO: A tarefa-teste de lançamento consistia em o participante executar 15 lançamentos na área demarcada na parede (2m x 2m) com uma bola em cada mão, neste caso o lançamento era feito de baixo para frente e para cima, as bolas deveriam ser lançadas as duas ao mesmo tempo. Na tarefa-teste de chute o participante deveria realizar 15 chutes na área demarcada na parede (2m x 2m) e ao mesmo tempo equilibrar um bambolê, em contato com o solo, com uma das mãos. É importante salientar que as tarefas-testes das habilidades de drible e condução não foram analisadas, em virtude de os participantes terem apresentado muita dificuldade na execução das mesmas, sendo excluídas do estudo.  Participaram destas tarefas-teste um total de 37 crianças.
Buscando analisar a diferença entre os sexos fez-se uso do teste t-student independente que encontrou diferença estatisticamente significativa apenas no teste de chute, mostrando que os meninos apresentam uma média de tempo menor que as meninas, inclusive no lançamento que houve diferença, mas não estatisticamente significativa. Conforme apresenta tabela abaixo (Tabela 3).

Tabela 3 – Diferenças entre os sexos no parâmetro Organização

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 9

Condicionante de pressão COMPLEXIDADE (Seqüência): A tarefa-teste de lançamento e chute consistia em o participante lançar ou chutar a bola na parede (na área demarcada de 2m x 2m) e antes de pegar a bola para um novo lançamento ou chute executava as seguintes ações (nessa ordem): agachar (duas mãos no chão), encostar no cone à sua direita (localizado a 1,5m ao lado e 1m para trás do participante), dar um giro de 360º, encostar no cone à sua esquerda (localizado da mesma maneira do outro cone) e bater duas palmas. O participante realizava essa seqüência de ações duas vezes. Já a tarefa-teste de drible e condução consistia em o participante percorrer, ida e volta, um trajeto de 9m de comprimento dividido em 9 quadrados de 1m de altura por 1m de comprimento e dentro 5 quadrados havia a marcação de 50cm por 50cm, que quando o aluno chegava nessa marcação ele deveria executar as ações descritas (nessa ordem) agachar (colocar as duas mãos no chão), bater duas palmas, dar um giro de 360º, bater duas palmas e saltar (tirar os pés do solo), então dava a volta no cone e voltava executando as ações de saltar até agachar.
Participaram destas tarefas-teste um total de 92 crianças. Para testar a normalidade nos testes 13 e 15 (lançamento e chute, respectivamente) foi utilizado o teste de Kolmogorov-Shminorv, por apresentarem uma amostra maior que 50 crianças. E nos outros testes (14 e 16, drible e condução respectivamente) o teste utilizado foi o Shapiro-Wilk, em virtude de a amostra ser menor que 50 participantes. Buscando analisar a diferença entre os sexos fez-se uso do teste t-student independente, exceto no teste da habilidade drible que, por não ter se apresentado dentro da normalidade, utilizou o teste U de Mann-Withiney. Comprovou-se que nas habilidades de lançamento, drible e condução houve diferença estatisticamente significativa mostrando que os meninos apresentam uma média de tempo menor que as meninas, inclusive na habilidade de chute que houve diferença mas não estatisticamente significativa. Como é apresentado na Tabela 4.

Tabela 4 – Diferenças entre os sexos no parâmetro Complexidade

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 9

Condicionante de pressão VARIABILIDADE: A tarefa-teste de lançamento consistia em o participante lançar a bola na parede (na área demarcada de 2m x 2m) de maneiras diferentes independente da ordem, mas em bloco: 3 vezes o lançamento deveria ser com a mão direita, 3 vezes com a mão esquerda, 3 vezes quicando no chão e depois na parede, 3 vezes quicando na parede e depois no chão e 3 vezes com as duas mãos por cima da cabeça. Já na tarefa-teste de chute (igual ao lançamento) o participante deveria chutar a bola de maneiras diferentes, em bloco: 3 vezes com o pé direito, 3 vezes com o pé esquerdo, 3 vezes soltando a bola e chutando antes dela tocar no chão, 3 vezes soltando a bola e após um quicar dar o chute e 3 vezes lançando a bola na parede e chutando antes dela tocar no solo.  Na tarefa-teste de drible e condução o participante deveria transportar a bola entre os cones (mesmo espaço que a tarefa-teste das mesmas habilidades do parâmetro tempo) na seguinte seqüência: do cone 1 para o 2 de lado com a mão (ou pé) esquerdo, do cone 2 para o 3 de frente com a mão (ou pé) dominante, do cone 3 para o 4 de lado com a mão (ou pé) direito e do cone 4 para o 1 de costas com a mão (ou pé) dominante.
Participaram das tarefas-teste um total de 76 crianças. Buscando analisar a diferença entre os sexos fez-se uso do teste t-student independente que encontrou diferença estatisticamente significativa (p< 0,05) no teste de chute, mostrando que os meninos apresentam uma média de tempo menor que as meninas, inclusive nas outras habilidades (lançamento, drible e condução) que houve diferença, mas não estatisticamente significativa. Conforme é mostrado na tabela 5.

Tabela 5 – Diferenças entre os sexos no parâmetro Variabilidade

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 9

DISCUSSÃO

Na análise de diferença entre os sexos, encontrou-se que em todas as habilidades (lançamento, chute, drible e condução) envolvidas em todos os parâmetros (tempo, precisão, organização, complexidade e variabilidade) os meninos obtiveram tempos menores, ou seja, foram mais rápidos (melhores) do que as meninas, mesmo naquelas tarefas em que essa diferença não foi estatisticamente significativa (no chute e drible do condicionante de precisão, no lançamento do condicionante de organização, e no chute do condicionante de complexidade).  Essa diferença entre sexos a favor do sexo masculino já havia sido encontrada por Keogh (1965, apud Gallahue e Ozmun, 2005) ao testar corrida no intervalo de 8 aos 12 anos. E também por Lopes e colaboradores (2003), quando analisaram a coordenação motora em um estudo com 3742 crianças, na faixa etária de 6 a 10 anos, utilizando o KTK, encontraram que, com exceção de um dos quatros testes, os meninos apresentaram valores médios melhores que os das meninas, em todos os intervalos etários. Os autores sugerem como explicação para os resultados, que talvez a diferença na educação seja o motivo dos meninos serem mais rápidos, pois as meninas possuem um hábito maior de brincadeiras dentro de casa, enquanto que os meninos ficam muito mais na rua, jogando. Por fim, essa diferença também foi encontrada por Silva (1989, apud Gorla, Araújo et al., 2003) nas idades de 7 a 10 anos, com exceção da idade de 8 anos, ao testar o KTK em 1000 crianças.
O fato dos resultados se apresentarem favoráveis para os meninos, em relação à coordenação motora com bola, quando comparado as meninas vai de encontro à proposta da Escola da Bola (EB) (Kröger e Roth, 2006) que possui como objetivos permitir que as crianças possam experimentar de forma rica e variada diferentes alternativas de movimento. Ou seja, o objetivo principal é a expansão da coordenação motora em uma base ampla, que sirva de reserva, para facilitar, futuramente, o aprendizado de técnicas específicas (Greco, 2005).

 
CONSIDERAÇÕES FINAIS

            Em todas as tarefas-teste analisadas neste estudo, foram encontrados tempos menores, ou seja, melhores, nos meninos quando comparados às meninas, mesmo naquelas tarefas em que o resultado não apresentou diferença.
Os resultados encontrados contribuem com o propósito metodológico da Iniciação Esportiva Universal unida a Escola da Bola, indicando que trabalhar o ensino-aprendizagem-treinamento da coordenação motora com bola, é necessário desenvolver, desde a fase escolar inicial, os elementos e estruturas comuns aos jogos esportivos coletivos, os quais servirão de base para o treinamento técnico específico. Sem separação e direcionamento de habilidades aos sexos. Sugerem, ainda, um aumento contínuo do grau de complexidade das tarefas, pois, quanto mais complexa e difícil for a ação motora a ser executada, maior será o significado das capacidades coordenativas requisitadas (Weineck, 2003).

 

 

Bibliografía

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