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6 may 2010

Estudio de la relación entre el desempeño motor de niños de 9 y 10 años y su ansiedad-estado face las clases de educación física.

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Esta investigación es de carácter descriptivo de correlación entre la ansiedad-estado y el desempeño motor entre alumnos de tercer y cuarto año básico…

 
Autor(es): Marcus Vinicius Mizoguchi; Layane Castiglioni Tasca; Lenamar Fiorese Vieira; Vanildo Rodrigues Pereira
Entidades(es): UEM- Maringá- Paraná- Brasil
Congreso: III Congreso Internacional de Ciencias del Deporte y Educación Física
Pontevedra: 6-8 de Mayo de 2010
ISBN: 978-84-613-8448-8
Palabras claves: ansiedad, desempeño motor, educación física.

RESUMEN COMUNICACIÓN/PÓSTER

Esta investigación es de carácter descriptivo de correlación entre la ansiedad-estado y el desempeño motor entre alumnos de tercer y cuarto año básico con edades entre 9 y 10 años. El estudio tiene como objetivo analizar la relación entre las escuelas públicas y particulares. La muestra fue de 204 individuos, siendo 71 de instituciones privadas y 133 de instituciones públicas. Fue realizado el test ABC de movimiento para verificar el nivel motor de los alumnos y el test de ansiedad-estado- CSAI-2C (Competitive State Anxiety Inventory- 2 adaptado para niños), en que evalúa el nivel de ansiedad en que el individuo se encuentra momentos antes de las actividades en clases. El análisis de los datos fue por medio de la estadística descriptiva, según parámetros estadísticos definidos a partir del test de normalidad Shapiro-Wilk, verificando la diferencia entre las medias a través del Test U de Mann-Whitney y, para la correlación, el test de Spearman. Los resultados indicaron que no hubo correlación entre el desempeño motor y la ansiedad-estado. Entre las escuelas, Las instituciones particulares tuvieron un mejor desempeño motor en una ansiedad cognitiva menor que las públicas. Se evidencio en el sexo masculino un nivel de ansiedad menor y mejores habilidades con bola y en el femenino una predominancia en las habilidades de equilibrio. De esta forma, se concluyo que las clases de educación física no interfieren en ansiedad al punto de empeorar el desempeño motor de los alumnos. En las escuelas particulares se observo un mayor estímulo motor y una existencia predominante de habilidad con bola en el sexo masculino y de equilibrio por parte de las niñas. En el momento de las clases de educación física el sexo femenino es más ansioso que el sexo masculino.

INTRODUÇÃO E FUNDAMENTOS TEÓRICOS

A ansiedade, segundo Ruiz (1977), é um estado de tensão quando o indivíduo presencia algum perigo para o seu corpo. A ansiedade que foi objeto deste estudo é a ansiedade-estado, definida por Cratty (1986), como reações de indivíduos em tempos determinados e situações tensas. Já a ansiedade-traço, é citada por Rose Junior et al (1997) como definidora de características mais estáveis do indivíduo. Segundo Magill (1984), o nível de ansiedade no momento da realização de uma ação e o tipo de tarefa que o indivíduo estará efetuando são aspectos importantes para relacionar a ansiedade e o desempenho motor. Para isso, Spielberger (1996), mostra a divisão entre ansiedade-traço e a ansiedade-estado, onde a primeira representa a predisposição do sujeito em sentir ou não o perigo em uma ação. Já a ansiedade-estado, está interligada aos sentimentos e a como esta pessoa reage em tais ações. Neste caso, a ansiedade-estado representa um fator muito importante, pois existem duas variantes que seria a importância da situação para o sujeito e a incerteza do resultado, que revelará se o nível de ansiedade-estado estará alto ou não. Pode-se citar um exemplo de uma aula de educação física, onde o professor aplica uma atividade entre os alunos com o objetivo de chegar primeiro em um determinado lugar. As pessoas que sabem que são mais lentas que os outros, podem ficar receosas e ainda ansiosas, mas se esta atividade for avaliada e todos os pais estão assistindo, o rendimento da parte motora decresce. Às vezes as dificuldades que a criança tem de completar certas atividades, não estão relacionadas com a própria atividade em si, mas devido à parte de ansiedade do sujeito que decresce o seu desempenho. Com relação ao desenvolvimento motor, muitos estudiosos já tentaram separá-lo em fases, cada um com uma estratégia diferente, como explicam Gallahue e Ozmun (2003) ao citar Freud em seu estudo desenvolvimentista psicossexual, Erickson no estudo psicossocial, Gesell que classificou o desenvolvimento do sistema nervoso central e, Piaget, pelo processo de interação com o meio externo. Segundo Flinchum (1981) a fase em que ocorrem maiores mudanças é a fase da primeira infância, onde o crescimento e o desenvolvimento da coordenação é mais acelerado. Entretanto, na fase final da infância, entre a idade de 6 até os 10 anos, existe um progresso na organização dos sistema sensorial e motor (GALLAHUE; OZMUN, 2003). A diferença entre os padrões dos alunos do sexo masculino e o feminino seria insignificante nesta idade, possibilitando que as aulas que envolvem contatos físicos possam ser efetivadas em sistema misto. Apesar das mudanças não serem tão significativas como no estágio da primeira infância, as habilidades são melhoradas de acordo a integração, a estrutura motora e a fisiológica. Assim, dependendo do estímulo que a criança recebe, poderá variar de estrutura motora e, além disso, verificar-se a interrupção de alguns alunos devido a ansiedade estruturada (GALLAHUE; OZMUN, 2003). Para desenvolver o estudo, foi necessário que se buscasse respostas à seguinte questão-problema: existe relação entre a ansiedade-estado frente as aulas de educação física e o desempenho motor de crianças de 9-10 anos das redes pública e particular de ensino? Portanto para responder tais questionamento, a presente pesquisa objetivou analisar a relação entre o desempenho motor e a ansiedade-estado de crianças de 9 e 10 anos face às aulas de educação física, em escolas públicas e particulares de diferentes localidade da cidade de Maringá. Objetivando identificar, identificar o desempenho motor de alunos na idade de 9 e 10 anos de escolas públicas e privadas, identificar o nível de ansiedade-estado desses alunos nas aulas de educação física, correlacionar o desempenho motor e a ansiedade-estado nas aulas de educação física.

MATERIAL E MÉTODOS.

O presente projeto é um estudo do tipo descritivo – correlacional, que de acordo com Thomas, Nelson e Silverman (2008), investiga variáveis de uma dada situação da realidade, sem causar qualquer interferência. Foi realizado um mapeamento de todas as escolas públicas e privadas da cidade de Maringá, sendo selecionadas as escolas que possuíam crianças que estudavam na terceira e quarta série do ensino fundamental da grade antiga, quer dizer, oito anos de ensino fundamental, permanecendo com apenas uma. Duas escolas estaduais e duas particulares desta área aceitaram participar desse estudo, providenciando os locais necessários e tempo para a realização com os alunos. Foram selecionadas 204 crianças com idade de 9 e 10 anos matriculados na 3ª e 4ª série do ensino fundamental de escolas particulares e públicas de Maringá – Paraná, sendo 135 alunos de instituições da rede pública e 75 da rede particular. A escolha das escolas do ensino fundamental foi aleatória dentro da área selecionada, assim como a seleção dos alunos, com a devida autorização do Núcleo Regional de Maringá e da Secretaria Municipal de Educação e autorização das escolas particulares. Todas as crianças selecionadas tiveram que apresentar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido assinado pelos responsáveis.

Tabela 1 Caracterização da amostra por gênero e escola

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

Para fazer uma relação entre aspectos motores e aspectos psicológicos, foi escolhido o teste ABC do movimento, de Henderson e Sugden (1992) e o CSAI (Competitive State Anxiety Inventory) adaptado para crianças (CSAI-2C) por Polman, Rowcliffe, Borkoles e Levy (2007). O outro teste a ser utilizado foi o de ansiedade-estado, CSAI-2C por Polman, Rowcliffe, Borkoles e Levy (2007), com o intuito de descobrir os estados cognitivos e somáticos da ansiedade e a autoconfiança dos alunos antes das atividades propostas na aula de educação física. Os dados foram coletados por pelo menos dois acadêmicos do curso de educação física. Após a aprovação do projeto pelo Comitê de Ética, foi solicitado aos Pais das crianças a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para a participação das mesmas no teste. O Termo de Consentimento foi entregue aos alunos, para que os responsáveis possam assinar o documento autorizando seu filho a participar da pesquisa. Após o retorno do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido assinado pelos pais ou responsáveis, foi realizado a avaliação do teste ABC do Movimento e o questionário CSAI-2C. Os dados foram organizados no programa Excel® for Windows. O tratamento estatístico foi realizado através do Programa SPSS 13. Foram utilizados os recursos da estatística descritiva (frequência e percentual). A distribuição de normalidade dos dados foi verificada através do teste de Shapiro-Wilk, recomendado para amostras com número superior a 50 indivíduos. A verificação de diferenças entre as médias foi feita através dos Testes U de Mann-Whitney para grupos independentes e de Kruskall-Wallis para comparação de mais de 2 grupos independentes. A correlação entre as variáveis foi analisada através do teste de correlação de Spearman.

RESULTADOS

- PERCEPÇÃO DA ANSIEDADE QUANTO AO GÊNERO Com relação ao questionário relacionado a ansiedade realizado antes da aula de educação física, esta é dividida em três tipos de ansiedades (cognitiva, somática e a autoconfiança), sendo a autoconfiança inversamente proporcional aos outros tipos de ansiedade, isto é, quanto maior o valor da ansiedade autoconfiança, menor será a ansiedade do sujeito, como pode-se observar no tabela 2.

Tabela 2 Valores médios da percepção da ansiedade quanto ao grupo.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

Identificou-se que a houve diferença significativa na ansiedade cognitiva e a autoconfiança entre meninos e meninas (p=0,005), mostrando que o sexo feminino apresenta-se mais ansioso nos momentos antes das aulas de educação física. A ansiedade somática entre os gêneros não apresentou qualquer diferença significativa, mostrando não haver uma mudança diferenciada entre meninos e meninas nos aspectos fisiológicos no momento da aula de educação física.

- DESEMPENHO MOTOR ENTRE GÊNEROS Com relação ao teste de desempenho motor, ele foi dividido em habilidades, sendo as habilidades com bola, habilidades manuais e as habilidades de equilíbrio, o teste pôde identificar o desempenho do sujeito como um todo. A tabela 3 mostra a diferença do desempenho motor de cada habilidade e a total entre meninos e meninas de todas as instituições.

Tabela 3 Valores médios do desempenho motor entre os alunos do gênero masculino e feminino.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

Houve diferença significativa nas habilidades com bola, mostrando que os meninos possuem um melhor desempenho neste tipo de habilidade que as meninas. Em contrapartida, o gênero feminino teve um desempenho melhor nas habilidades de equilíbrio e semelhante nas habilidades manuais, envolvendo as destrezas finas.

- PERCEPÇÃO DA ANSIEDADE ENTRE AS ESCOLAS A ansiedade-estado foi utilizada para a comparação entre as escolas públicas e particulares. Na tabela 4, encontram-se os aspectos da ansiedade entre os dois tipos de instituições.

Tabela 4 Valores médios de percepção da ansiedade entre as escolas públicas e privadas nas aulas de educação física.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

Com relação entre as escolas, houve diferença significativa na ansiedade cognitiva, havendo um nível alto de ansiedade cognitivamente nos alunos de escolas públicas (Tabela 4).

- DESEMPENHO MOTOR ENTRE ESCOLAS

Na tabela 5, identifica o desempenho motor entre as escolas públicas e privadas, sendo separadas entre as habilidades.

Tabela 5Valores médios do desempenho motor dos alunos de instituições privadas e públicas

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

Houve uma diferença entre desempenho motor das crianças de escolas particulares e públicas (Tabela 5). O desempenho total das instituições particulares se encontra em um estado de desenvolvimento motor típico, sendo superiores as outras instituições públicas que se encontra na zona de perigo, tendo um risco de transtorno do desenvolvimento da coordenação. Tanto as habilidades manuais como as com bola, pode-se perceber que os sujeitos das instituições privadas possuem um melhor desempenho motor.

Tabela 6- Correlação do nível de ansiedade no momento da aula de educação física e do desempenho motor de crianças de 9 e 10 anos.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

Observou-se que houve uma correlação baixa entre as variáveis, apresentando uma relação inversamente proporcional em todas as habilidades motoras ao comparar com os aspectos cognitivos, quer dizer, com o aumento da ansiedade haveria uma diminuição do desempenho.

DISCUSSÃO

As diferenças significativas entre as variáveis dos aspectos da ansiedade e do desempenho motor nos indivíduos em estudo podem ser justificadas, pois diferente da idade de 7 anos em que as crianças não consideram diferentes o esforço e o resultado, pensando inclusive que são tarefas complexas e que os adultos são os únicos a executarem, as crianças entre 8 e 10 anos tendem a pensar no esforço como a causa do resultado, levando à competição precoce, e a raciocinar que seu desempenho e vitória significam competência e sucesso (NICHOLLS, 1984). Esta competitividade, segundo Weinberg e Gould (2001), pode levar a um alto escore de ansiedade, atrapalhando o desempenho do sujeito, diferente dos resultados encontrados no estudo (tabela 6) em que a correlação entre os dois fatores foram baixas, acreditando ser diferentes as exigências nas aulas de educação física e nas competições de rendimento. Pode-se evidenciar um maior nível de equilíbrio obtido por parte do sexo feminino dos grupos, e habilidades com bolas são mais presentes no sexo masculino (Tabela 3). Com relação ao equilíbrio, Cury e Magalhães (2006) encontraram variações no equilíbrio ao longo da infância até oito anos, sendo que de 7 a 10 anos a criança apresenta desempenho de equilíbrio equiparado ao adulto (SHUMWAY-COOK; WOOLLACOTT, 2001). Guedes e Guedes (1993), concluíram que os sujeitos do sexo masculino tiveram em quase todos os testes de desempenho motor uma diferença favorável nas habilidades motoras desde os 7 anos de idade, diferentemente dos resultados do presente estudo, sendo que das três habilidades motoras, somente as habilidades com bola foram superiores entre os meninos. A ansiedade encontrada entre meninos e meninas, evidenciou uma ansiedade maior no sexo feminino (Tabela 2). Guida e Ludlow (1989), avaliando alunos de escola elementar e Inderbitzen e Hope (1995), utilizando adolescentes, mostraram que as meninas tinham uma ansiedade mais alta que os meninas em várias comparações. Este trabalho diferenciado pode ter sido relevante na diferenciação da ansiedade-estado entre as escolas (Tabela 4), mostrando que as privadas possuem um trabalho mais sistematizado para atender seus alunos. Essas divergências no desempenho motor e ansiedade-estado antes das aulas de educação física entre gêneros e principalmente entre instituições, podem ser amenizadas com uma maior intervenção do profissional, não só de educação física, mas de outras disciplinas.

CONCLUSÕES

Analisando os resultados a relação do desempenho motor e a ansiedade-estado face às aulas de educação física, não foi encontrada nenhuma correlação entre as duas variáveis. Apesar de a literatura mostrar problemas em atletas com seu rendimento devido à ansiedade pré-competição, não foi encontrado esta relação nos alunos diante das aulas de educação física, podendo concluir que, diferente das competições, as aulas nas escolas não exigiram alto grau de ansiedade a ponto de interferir no desempenho motor desses indivíduos. Considerando o desempenho motor entre os gêneros, identificou-se certa superioridade do sexo masculino nas habilidades com bola e maior habilidade de equilíbrio por parte do sexo feminino. Fatores socioculturais podem constituir a justificativa deste fato, devido ao encorajamento dos adultos aos meninos para atividades físicas como o futebol. Aspectos psicológicos também tiveram diferenciações entre os gêneros. As meninas apresentaram mais ansiedade nos aspectos cognitivos e de autoconfiança. Esta variação pode ser explicada derivada das condições genéticas, psicológicas de traço e fatores socioculturais, que interferem nas tarefas a realizar. Assim, pode-se sugerir novos estudos, nos quais se possa analisar os conteúdos trabalhados entre instituições, juntamente com a ansiedade antes e depois da aula, bem como a freqüência dos alunos. Desta maneira, encontrar possivelmente outros fatores que influenciam a ansiedade e o desempenho das crianças nas aulas de educação física.

REFERÊNCIAS

  • CRATTY, B. (1986). Motor performance in childhhod – 5 to 12 years. In: Perceptual and motor development in infants and children. (3a ed.). Englewood Cliffs, Prentice-Hall.
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  • FLINCHUM, B. (1981). Desenvolvimento Motor da Criança. Rio de Janeiro: Ed. Interamericana.
  • GALLAHUE, D; OZMUN, J. (2003) Compreendendo o Desenvolvimento Motor: Bebês, Crianças, Adolescentes e adultos. São Paulo: Phorte Editora.
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  • GUIDA, F.; LUDLOW, L. (1989). A cross-cultural study of test anxiety. Journal of Cross-Cultural Psychology (20, pp. 178-190).
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  • NICHOLLS, J. (1984). Conceptions of ability and achievement motivation, In: AMES, R; AMES, C. Research on Motivation in Education. New York: Academic.
  • POLMAN, R; ROWCLIFFE, N; BORKOLES, E; LEVY, A. (2007) Precompetitive State Anxiety, Objective and Subjective Performance, and Causal Attribution in Competitive Swimmers. Pediatric Exercise Science, Human Kinetic.
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  • RUIZ, E. (1977) A vida dominada pela ansiedade(Vol.43, n.498, pp.16-19, Jun). Família Cristã. São Paulo.
  • SHUMWAY-COOK A, WOOLLACOTT MH. (2001). Postural control In: Motor Control:Theory and Practical Application (2. ed. pp. 163-191). Baltimore: Williams e Wilkins.
  • SPIELBERGER, C. (1966). Theory and Research on Anxiety. In: SPIELBERGER, C. Anxiety and behavior (p.3-22). New York: Academic Press.
  • THOMAS, J; NELSON, J; SILVERMAN, S. (2008). Métodos de pesquisa em atividade física (5º Ed.). Porto Alegre: Artmed.
  • WEINBERG, R; GOULD, D. (2001). Fundamentos da Psicologia do Esporte e do Exercício (2º ed). Porto Alegre: Artmed.

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