800 007 970 (Gratuito para españa)
658 598 996
·WhatsApp·

13 jun 2012

Study analysis of the observation mode goalball

/
Enviado por
/
Comentarios0
Throughout our history, the research has evolved greatly, allowing us to better understand the world that we lived and, in turn, may give different explanations for phenomena and behaviors that happens.
Autor(es): Minerva Amorim
Entidades(es): Universidad Coruña
Congreso: V congreso nacional de ciencias del deporte y educación física
Pontevedra 2009
ISBN:9788461316601
Palabras claves: observation analyze; Goalball; offensive and defensive actions.

Study analysis of the observation mode goalball

RESUMEN COMUNICACIÓN/PÓSTER

Introduction: Throughout our history, the research has evolved greatly, allowing us to better understand the world that we lived and, in turn, may give different explanations for phenomena and behaviors that happens. The observational methodology is one option for scientific studies of human behavior that meets their special characteristics in basic profile (Anguera Argilaga, 2004). In this way, researcher considers the phenomena as they are, without modifying them. To study a completely unknown phenomenon is observed in their natural environment and then describes it as precisely as possible. It also requires to use different techniques that help the research s perception (Medina & Delgado, 1999). The Goalball, like all collective sports games, the players behavior, directly or indirectly influence the results of the game. The characteristics of this type of game require, from the players, the need to choose appropriate responses to each situation, since the actions of the game they are so different. It is also very relevant the behavioral attitude of the player during a match, because there are many defensive and offensive situations that occur during the game, showing the need and importance of observing the behavior of the players either at a formal game or in training, so that the player is successful in its performance during these actions. Objective: The aim of this study was to verify the behavior of blind athletes from Goalball at a formal game (defensive and offensive actions). Methodology: The athletes came from 5 of Goalball teams in Portugal in 2007/2008 season, to analyze the behavior of athletes, we performed several movies of the games. Results: the 5 teams observed replied in general very similar both in defensive actions as in offensive actions during the games.

INTRODUÇÃO

Em investigações onde relacionam a plasticidade e o comportamento, verificam-se diferentes níveis de análise comportamental, incluindo desde a análise de respostas específicas que são aprendidas e memorizadas, até a avaliação de padrões comportamentais mais complexos, envolvidos na recuperação de função (Silva, Giese, Federov, Frankland, & Kogan, 1998). De acordo com Sicília, Marín, Hernández & Pérez (1999), o comportamento está dividido em três níveis clássicos, que são: o estímulo, o organismo e a resposta. A nível de organismo, ocorre um processo próprio que media a acção do ambiente entre o estímulo e a resposta. Esses processos apresentam categorias funcionais, onde uma encarrega-se de receber e organizar a informação preparando a resposta do sistema, e a outra tem um papel fundamentalmente energético, de carga psico-biológico, sobre o primeiro nível. Ainda os mesmos autores, defendem que o comportamento como estrutura, com seus distintos níveis, estímulos, organismos e respostas, constituem também seu objecto; os processos internos do organismo, implicando na estrutura do comportamento, determinam os mecanismos de controlo do movimento, desde a recepção de informações relevantes até a programação da resposta motora. Ferrari, Toyoda e Faleiros (2001), são da opinião de que diferentes abordagens têm sido realizada por meio de investigações que utilizam métodos de análise do comportamento aprendido e associados à metodologia neurobiológica, principalmente à de lesão e/ou estimulação neural.

O Desporto Adaptado

O desporto adaptado é assim designado por ser um desporto modificado ou criado para suprir as necessidades especiais de pessoas com deficiência. Também pode ser praticado em ambientes integrados, em que as pessoas com deficiência interagem com pessoas sem deficiência, ou em ambientes segregados, nos quais a participação desportiva envolve apenas pessoas com deficiência. Para tanto, foi em 1943 que o médico neurologista e neurocirurgião Ludwig Guttmann criou um centro para pessoas com lesão medular no Hospital de Stoke Mandeville, pois acreditava que o exercício gerado pela prática desportiva era uma poderosa ferramenta terapêutica. Mas foi somente em 1944, que introduziu a prática do desporto para as vítimas da guerra que eram internos no Hospital Nacional de Stoke Mandeville (Inglaterra). Em 1960, aconteceram os primeiros Jogos Paralímpicos na cidade de Roma, com a participação de vinte e três países e quatrocentos atletas, no mesmo ano e local onde ocorreram as XVII Olimpíadas. Desde então os dois eventos vem sendo realizados paralelamente, e sempre que possível na mesma cidade (Leoni e Zamai, 2006).

O Goalball

O Goalball é um desporto colectivo, que é caracterizado por relações individuais, ou seja, refere-se a relação motora do jogador no seu próprio espaço de jogo, actuando com gestos técnicos fundamentais a cada fase do jogo. Também possui relações interindividuais, trata-se do conjunto de combinações ou esquemas tácticos, tanto de cooperação com os companheiros de equipa, como o de oposição com os adversários (Marques, Puawsky, Onofre, Martins, Gil & Leal, 1987). Segundo Porretta (2004), o Goalball é um desporto inventado na Europa há mais de cinquenta anos, e foi criado principalmente para fins de desporto e reabilitação.

Criado em 1946, por Hanz Lorenzen e Sett Reindle, criaram o Goalball com o intuito de reabilitar os veteranos da Segunda Grande Guerra Mundial que ficaram cegos, com a finalidade de desenvolver todas as suas capacidades de concentração e qualidades físicas (FEDC, 2008). Segundo Pereira e Leitão (1982) o Goalball permite ao indivíduo com deficiência visual uma alternativa às actividades lúdicodesportiva já praticadas, concedendo o acesso a uma actividade desportiva que reflecte o valor lúdico-recreativo, educativo e reabilitativo, de comunicação e socialização e, finalmente, um valor competitivo, que se traduz no facto de ser uma modalidade paralímpica. Para Hoffmann & Rodrigues (2000), a prática do Goalball requer dos seus participantes o desenvolvimento de habilidades sensoriais (especialmente o tacto e audição), psicossociais e motoras (amplas e finas). Quanto ao desenvolvimento da motricidade, o equilíbrio, a coordenação e a orientação espacial são tão importantes quanto o eficiente manuseio da bola durante as acções do jogo. As acções defensivas e ofensivas acontecem continuamente, salvo se houver interrupção da partida, por: a bola sair do terreno do jogo; caso ocorra uma falta pessoal ou de equipa e quando é marcado golo. Também se torna muito relevante no Goalball a atitude comportamental do jogador durante uma partida, isto é: conforme a posição e a zona onde este se encontra durante o jogo, tanto no momento de uma acção ofensiva, como no momento de uma acção defensiva. Portanto, a modalidade Goalball é bastante recente, e por isso, poucos trabalhos são ainda encontrados, deixando lacunas que julgamos importante respondermos em nossa investigação.

Observação no Desporto

A observação é o primeiro passo para a compreensão da realidade. No desporto, a investigação baseada na observação de aspectos particulares do jogo permite-nos obter dados que podem ser determinantes para a evolução das modalidades desportivas.s profissionais do movimento humano (professores e treinadores desportivos), usam a observação para fazerem juízos sobre o comportamento (técnico, táctico, disciplinar, etc.). Portanto, na actualidade a aplicação da observação em investigações no âmbito do desporto é muito mais ampla e necessária do que se parece. Podemos destacar sua utilização em estudos de Biomecânica, Treino Desportivo, Fisiologia do Exercício e tantos outros, que utilizam como recurso metodológico a “observação” para constatar algumas condutas desportivas (Medina & Delgado, 1999).

Contudo, a observação do comportamento dos jogadores e das equipas em situação de jogo, tem vindo a constituir um forte argumento para a organização e avaliação dos processos de ensino e treino nos jogos colectivos desportivos (JCD). No âmbito dos JCD, a valência análise do jogo (AJ) pode ser explicada pelas virtualidades que se lhe reconhece, traduzidas, quer no aporte de informação que daí pode resultar para o treino, quer nas potenciais vantagens que encerra para viabilizar a regulação da prestação competitiva (Garganta, 1997;1998). De acordo com Monge (2007), no âmbito dos JDC o conceito da análise do jogo é entendido como o estudo do jogo a partir da observação das actividades dos jogadores e das equipas, sendo constituído como um argumento de importância crescente. Para João, Mesquita, Sampaio & Moutinho (2006), a observação e análise dos JDC permitem caracterizar uma grande diversidade de procedimentos técnicos realizados em contextos situacionais diversificados, baseados em princípios tácticos, dos quais depende a estrutura colectiva de uma equipa. É no âmbito destas considerações que pensamos ser importante estudar o comportamento dos jogadores de Goalball em situação de jogo formal durante as acções defensivas e ofensivas.

Completa la información

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº10.

¡Consíguelo aquí!

OBJECTIVO DO ESTUDO

Baseado no que referirmos anteriormente, é nosso objectivo verificar o comportamento dos atletas de Goalball em situação de jogo formal (acções ofensivas e defensivas).

MATERIAL E MÉTODOS

Amostra

A amostra de nosso estudo foi composta pelas 5 equipas de Goalball, filiadas a Federação Portuguesa de Desporto para Deficientes, compostas por atletas com deficiência visual (cegos e ambliopes), do sexo masculino, em idades compreendidas dos 18 aos 60 anos. Equipas participantes do Estudo Participaram de nosso estudo, as cinco equipas de Goalball inscritas no Campeonato Nacional de Portugal, época 2007/2008, conforme Quadro 1:

Quadro 1. Study analysis of the observation mode goalball

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

Procedimentos Metodológicos

Autorizações

Iniciamos nosso estudo solicitando as devidas autorizações das equipas de Goalball participantes no Campeonato Nacional de Goalball da época 2007/2008, visto uma vez que se trata de um estudo, onde realizamos a captura de imagens dos jogos.

Captura das Imagens

Nossas imagens foram recolhidas durante os jogos da época desportiva 2007/2008, que aconteceram entre os meses de Fevereiro a Junho/2008 em Portugal. Conforme Quadro 2:

Quadro 2. Study analysis of the observation mode goalball

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

Recolha de informações

Optamos pelo método de filmagem para nossa recolha de informações, uma vez que, a gravação em vídeo faculta a visualização, revisualização a diferentes velocidades das sequências de jogo, permite a análise de pormenores do jogo no tempo e no espaço sem o desvirtuar, e, como tal, permite uma maior exactidão na recolha dos dados (Bezerra, 1995), minimizando eventuais erros (Garganta, 1997). O sistema de observação comportou 3 câmaras de videos digitais (Sony, 480x digital zoom, Carl Zeiss – vario tessar optical 12x, Mega Pixel – Wide LCD, com uma velocidade de captura de 50 Hertz); 1 câmara vigia; e 3 tripés. Posicionadas: 1 câmara digital em cada uma das duas extremidades do campo de goalball (uma ao lado direito e outra ao lado esquerdo), posicionadas aproximadamente a 3 metros da linha de fundo do campo de goalball, presas sobre as baliza de futsal, a uma altura de 2,50 metros; a câmara vigia interligada a 1 câmara digital, no canto superior esquerdo do campo, a uma altura de 4 metros, com o objectivo de alcançar todo o terreno do campo. Assim, o registo das observações dos dados foi realizado através de filmagem dos jogos; posteriormente estas imagens foram passadas para um computador portátil LG-E500 e analisadas por um sistema de imagem Ariel Performance Anaysis Systems (APAS), bem como através de uma anotação manual com recurso a ficha de observação.

Construção do instrumento

Para a construção do instrumento, passamos por algumas etapas: (1ª) definir os objectivos do nosso estudo, através da observação de jogos de Goalball; (2ª) realizamos uma revisão bibliográfica sobre a modalidade, bem como outros estudos com outras modalidades, visto que em relação ao Goalball não foi encontrado nada sobre a observação de jogos. E, a partir de estudos com outras modalidades, conseguiu-se definir uma ficha de observação que, posteriormente foi validada, recorrendo a opinião de um grupo de peritos na modalidade (treinadores e profissionais ligados a área). Para isso, foi necessário a utilização de um questionário, onde foi aplicado de forma individual para que não houvesse nenhuma influência de outras pessoas no que concerne as questões. As categorias foram seleccionadas em função dos objectivos de nosso estudo e levando em consideração a coerência das acções do jogo. Portanto, chegamos a conclusão que nossas categorias seleccionadas seriam as acções ofensivas e defensivas: qual o tipo de acção realizada pelo atleta; ponto de partida da bola; posição ofensiva do atleta; zona ofensiva do atleta; tipo de lançamento (remate); trajectória do lançamento (remate); zona defensiva do atleta; posição defensiva do atleta; tipo de acção defensiva do atleta; componente corporal do atleta; e o resultado final da acção. Momento da observação Para a análise das variáveis, construímos uma grelha, onde determinamos as acções comportamentais em situação de jogo formal, bem como acções ofensivas e defensivas dos atletas.

APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS

Análise descritiva

Os resultados foram analisados de acordo com o número de jogos realizados, bem como em função das acções observadas nos jogos. Frequência e Percentagem dos jogos e acções observadas no estudo QUADRO 3: Caracterização dos jogos do estudo

Quadro 3. Study analysis of the observation mode goalball

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

No quadro 3 podemos observar que todas as equipas realizaram 12 jogos, no entanto optamos por observar somente 8 jogos de cada equipa, em virtude de em alguns jogos as imagens não estarem bem nítidas, um vez que cada jornada foi realizada em pavilhões diferentes e em alguns casos a luminosidade não colaborou para uma melhor visualização das imagens. Em relação às acções ofensivas e defensivas observadas, também optamos por desconsiderar os intervalos de algumas imagens, uma vez que às acções não estavam completas (inicio, meio e fim), pois ou foram interrompidas pelos árbitros da partida, ou mesmo quando tínhamos que trocar as cassetes nas câmaras. No entanto, conseguimos obter uma percentagem bem elevadas na observações das imagens, pois apesar de alguns intervalos das acções não terem sido considerados, nossas observações estiveram sempre acima dos 50% do total das acções observadas.

Análise Individual por equipas

QUADRO 4: Análise das acções ofensivas e defensivas da Equipa de Alcoitão

Quadro 4. Study analysis of the observation mode goalball

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

QUADRO 5: Análise das acções ofensivas e defensivas da Equipa do Académico FC

Quadro 5. Study analysis of the observation mode goalball

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

QUADRO 6: Análise das acções ofensivas e defensivas da Equipa FC Ranhados

Quadro 6. Study analysis of the observation mode goalball

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

QUADRO 7: Análise das acções ofensivas e defensivas da Equipa Beirões Acções Ofensivas

Quadro 7. Study analysis of the observation mode goalball

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

QUADRO 8: Análise das acções ofensivas e defensivas da Equipa de Caldelas

Quadro 8. Study analysis of the observation mode goalball

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 10

 

CONCLUSÃO

Em se tratando de um estudo que ainda foi pouco realizado, não foi encontrado por nós investigações que abordassem a modalidade goalball, uma vez que esta ainda é pouco estudada neste âmbito (análise de observação). Portanto, os dados retirados do nosso estudo sugerem as seguintes conclusões: Acções ofensivas:

- Praticamente todos os atletas utilizam a mão direita para iniciar um lançamento, sendo somente observado um atleta que realiza o lançamento com as mãos juntas;

-Todos as equipas realizaram os lançamentos a partir da posição de pé e depois alguns projectam o corpo para o chão;

- As zonas em campo mais utilizadas para as acções ofensivas: são as zonas da esquerda e direita, no entanto alguns jogadores utilizam a zona central com menor frequência;

- Dos lançamentos observados, todas as equipas realizam lançamento árbitro e remates;

- Os lançamentos executados aparecem com frequência: as trajectórias 5, 8 e 2;

- As equipas ao finalizarem suas acções, executaram com maior frequência lançamentos/remates tanto para o lado direito como para o lado esquerdo;

- Com excepção da equipa do Alcoitão que teve um bom saldo de golos e sofreu pouco, as outras equipas sofreram muitos golos, onde observamos que a maior parte das defesas não eram bem sucedidas; Acções Defensivas:

- Os atletas ao receberem o estímulo auditivo (bola tocar ao solo), moviam primeiramente a cabeça (localização a procura do som) e depois moviam as mãos (posição de defesa);

- Os atletas executaram com maior frequência a posição base durante as acções defensivas;

- Durante as acções defensivas, os atletas utilizavam com maior frequência as zonas centrais e esquerda;

- E, no que concerne ao tipo de defesa-passe, as equipas utilizaram com maior frequência: defesa seguida de um remate para o campo adversário, bem como defesa seguida de passe colocação para um dos colegas de equipa e alguns remate para fora.

Com o nosso estudo, podemos concluir que as equipas observadas em termos gerais obtiveram resultados muito semelhantes em relação ao comportamento dos atletas durante as acções ofensivas e defensivas.

 

REFERÊNCIAS

ANGUERA ARGILAGA, M. T. Hacia la búsqueda de estructuras regulares en la observación del fútbol: detección de patrones temporales. Cultura, Ciencia y Deporte: Revista de ciencias de la actividad física y del deporte de la Universidad Católica de San Antonio. Ano 1, 1(1), (2004). Consultado: 19 de Junho de 2008, disponível em http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=1995658

BEZERRA, J. A análise do comportamento motor do jogador com bola no futebol. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da UP. (1995).

Federación Española de Deportes para Ciegos (FEDC). Goaball. (2008). [Online]: Consultado em 23 Março de 2008. Disponível em: http://www.fedc.es/deportes/goalball/presentacion/presentacion.htm

FERRARI, E. A. M.; TOYOTA, M. S. S.; FALEIROS, L. Plasticidade Neural: Relações com o Comportamento e Abordagens Experimentais Psicologia: Teoria e Pesquisa, 17(2), 187-194. (2001). Consultado: 25 Março 2007

GARGANTA, J. Modelação Táctica do jogo de Futebol: Estudo da organização da fase ofensiva em equipas de alto rendimento. Tese de Doutoramento, Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, Porto. (1997).

GARGANTA, J. Analisar o jogo nos Jogos Desportivos Colectivos: Uma preocupação comum ao Treinador e ao Investigador. Revista Horizonte, XIV (83), 7-14. (1998).

HOFFMANN, S. & RODRIGUES, N. Diversificação do estilo de arremesso no Goalball. In 8º Congresso de Educação Física e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa – Desporto, Saúde & Educação. Universidade Técnica de Lisboa/Faculdade de Motricidade Humana. Lisboa/Portugal. (2000).

JOÃO, P. V.; MESQUITA, I.; SAMPAIO, J. & MOUTINHO, C. Análise comparativa entre o jogador libero e os recebedores prioritários na organização ofensiva, a partir da recepção ao serviço, em voleibol. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto. Porto, 6(3), 318-328. (2006).

LEONI, C. F. e ZAMAI, C. A. Análise das Dificuldades de Cadeirantes para a Prática do Basquetebol em Cadeira de Rodas. Revista Movimento & Percepção, 6 (9), 149-165. (2006).

MARQUES, T,; PUAWSKY, F.; ONOFRE, M.; MARTINS, R.; GIL, A. & LEAL, F. Desporto de (para) Deficientes: Uma exposição pedagógica – terapêutica. Revista Ludens, 11(3). Abril/Junho. (1987).

MEDINA, J. & DELGADO, M. Metodologia do entrenamiento de observadores para investigadores sobre E. F. y Deporte en las que se utilice como método de observación. Revista Motricidad, 5, pp. 69-85. (1999).

MONGE, M. A. Construcción de un sistema observacional para el análisis de la acción de juego en voleibol. Universidade da Coruña, Servizo de Publicacións. (2007).

PEREIRA, L. & LEITÃO, R. Deporto para Deficientes – Área da deficiência visual. Reflexão do Gabinete de Educação Especial e Reabilitação do ISEF-UTL, ao encontro desportivo para deficientes. Introdução ao Goalball em Portugal. (1982).

PORRETTA, D. Esportes Coletivos. In Winnick, J. Educação Física e Esportes Adaptados. Tradução [da 3ª. Edição original] de Fernando Augusto Lopes – Barueri/SP, Editora Manole, 427-449. (2004).

SICILIA, A.; MARÍN, M.; HERNÁNDEZ, F. & PÉREZ, L. Controlo y Aprendizaje Motor. Madri: Síntesis S.A. (1999).

SILVA, A. ; GIESE, K. P. ; FEDEROV, N. B. ; FRANKLAND, P. W. & KOGAN, H. J. Molecular, cellular and neuroanatomical substrates of place learning. Neurobiology of Learning and Memory (70), 44-61. (1998).

Responder

Otras colaboraciones