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6 may 2010

The time-to Goalball. Study held at the National Goalball Championships 2007/2008.

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The present study intended to verify if the Goalball official hit time can be reduced, translating into a more competitive and dynamic sporting event. The sample was made up by 25 subjects (of the masculine sex, 19 to 54 years), distributed for 5 clubs (Académico F.C., Alcoitão, Beirões, Caldelas and F.C. Ranhados).

 
Autor(es): Paulo Matos, Minerva Amorim, Manuel Botelho, Eluana Gomes, Rui Corredeira.
Entidades(es): Faculdade de Desporto, Universidade do Porto, Portugal.
Congreso: III Congreso Internacional de Ciencias del Deporte y Educación Física
Pontevedra: 6-8 de Mayo de 2010
ISBN: 978-84-613-8448-8
Palabras claves: visual impairment; goalball; hit; time.

RESUMEN

The present study intended to verify if the Goalball official hit time can be reduced, translating into a more competitive and dynamic sporting event. The sample was made up by 25 subjects (of the masculine sex, 19 to 54 years), distributed for 5 clubs (Académico F.C., Alcoitão, Beirões, Caldelas and F.C. Ranhados). The images recolt took place during the 2007/2008 national championship, along 2 pools, corresponding to 13 matches. For the analysis of the gathered videos we were using the Ariel Performance Analysis System (APAS) program. For the data record we resorted to the Microsoft Office Excel 2007 program. The statistical analysis of the data was carried out the Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) 15.0 for Windows, using the Independent Samples T Test, from where we obtained the calculation of the descriptive statistic (average (X), standard deviation (Sd), as well as the maximum and minimum values) and calculation of the inferencial statistic (sample t distribution and proof value) – signification level p≤0,05. The variables analysed: hit time in quick play (QP) and the same after referee’s replaced ball (RB), in the visual impairment athletes (VIA). With the data analysis, we verified a significant reduction of hit time, in both match situations, with medium values in the 7 seconds rank. So we propose the reduction of the official hit time of Goalball for 8 seconds.

INTRODUÇÃO

A deficiência visual (DV) afecta o comportamento do indivíduo, que irá percepcionar o ambiente de forma diferente do normovisual (Nv). Esta falta de visão pode levar o indivíduo ao sedentarismo, provocando nele problemas físicos, psicológicos e sociais irreversíveis. (Rodrigues, 2002). Neste sentido, é no desporto que o deficiente visual (Dv) poderá encontrar os meios para que estes problemas não se aprofundem, podendo mesmo serem reversíveis. Tal como refere Bueno (1994), pela prática de actividade física e desportiva, o Dv desfruta, através do movimento, da interacção e cooperação com outros indivíduos. No desporto para deficientes existem várias modalidades desportivas comuns ao desporto em geral, adaptadas contudo a esta população. Segundo Pereira (1998), existe um conjunto de modalidades específicas de algumas áreas da deficiência, sendo uma destas modalidades o Goalball. O Goalball, além de ser uma modalidade desportiva, possui características próprias e, como em qualquer desporto, a exigência ao nível técnico e das capacidades motoras para o rendimento do atleta é, também ela, específica. Goalball é uma modalidade desportiva colectiva criada para ser praticada especificamente por pessoas com DV. Como tal, as dimensões tácteis e auditiva são utilizadas em detrimento da dimensão visual. Trata-se de um modalidade interessante e vibrante, específica, praticada quase exclusivamente por atletas portadores de DV, dividindo-se nas classes B1, B2 e B3, sendo separados em duas categorias: feminino e masculino. O sistema competitivo português permite que um atleta Nv possa integrar cada equipa (Rodrigues, 2002). Apesar de encontrarmos na literatura algumas investigações que se referem à modalidade em questão, são ainda escassos os estudos que mencionam a redução do tempo de lançamento no Goalball. Por este facto, acreditamos ser relevante tentar perceber a influência do tempo limite de lançamento e a possibilidade deste ser reduzido, traduzindo-se numa modalidade mais competitiva e dinâmica.

REVISÃO DA LITERATURA

A capacidade de ver no deficiente visual depende de muitos factores, tais como o envolvimento físico e humano, a idade em que foi instalada a deficiência, a capacidade de adaptação à situação, a inteligência, o tipo de personalidade, o espírito de maior ou menor autonomia, a educação recebida e os apoios técnicos (Gregory, 1968). Segundo Pereira (1980) e Rosadas (1989), para se falar em indivíduos com deficiência visual é importante definir o tipo de população normalmente abrangida por este conceito. Pereira (1980), baseando-se na terminologia da Educação Especial da United Nations Educational Scientific and Cultural Organization – UNESCO, o deficiente visual é todo o indivíduo que apresenta um grande deficit visual, podendo, em alguns casos menos graves, ser ensinado a ler caracteres impressos, utilizando auxiliares ópticos. Apresenta, ainda, a necessidade de que se ocupem especialmente deste indivíduo no decorrer da sua escolaridade. A deficiência visual é definida por Bagatini (1987) como a incapacidade total ou parcial dos seus portadores utilizarem o sentido da visão nas actividades normais da vida e como a capacidade de superarem a sua deficiência, valendo-se dos sentidos remanescentes. No entanto, nem todas a pessoas que apresentam algum deficit visual podem ser consideradas deficientes visuais (Anache, 1994), pois uma perturbação que pode ser totalmente corrigida por óculos ou lentes de contacto não é habitualmente considerada como deficiência visual (Organização Mundial de Saúde – OMS, 1995). Em Portugal, normalmente, divide-se a DV em dois grandes grupos (Pereira, 1987; Moura e Castro, 1994): – Cegueira, que subdivide-se em:

    1. Indivíduos com cegueira total.
    2. Indivíduos com cegueira prática
    3. Indivíduos com cegueira legal

- Ambliopia:

    1. Grande ambliopia
    2. Pequena ambliopia.

Em termos desportivos, a International Blind Sport Association - IBSA (2006) regulamentou os procedimentos e os requisitos para a classificação dos atletas com deficiências do tipo visual. Mede-se através da escala de Snellen, que envolve os parâmetros de acuidade visual. As medidas são feitas no melhor olho depois de corrigido. O sistema classificativo da IBSA é igual para todas as modalidades desportivas. Esta definiu três classes:

  1. Classe B1 – Parte da ausência de percepção luminosa em ambos os olhos até alguma percepção de luz, mas sem reconhecer a forma de uma mão em qualquer direcção ou distância.
  2. Classe B2 – Aptidão de reconhecer a forma de objectos ou contornos. A sua acuidade visual não supera 2/60 (vêem a 2 metros o que normalmente uma pessoa Nv percebe a 60). O seu campo de visão alcança um ângulo menor de 5 graus.
  3. Classe B3 – A sua acuidade visual situa-se entre 2/60 e 6/60 e o seu campo de visão alcança um ângulo maior de 5 graus e menor que 20.

Desporto e a deficiência visual

O desporto tem contribuído, ao longo dos últimos tempos, para uma mudança na mentalidade da nossa sociedade em relação às pessoas com deficiência. Tal como menciona Moura e Castro (1996), reconhece-se que o desporto pode ser um meio decisivo para melhorar a qualidade de vida sendo, talvez, o meio mais aglutinador dos vários factores que dão qualidade de vida e provavelmente o mais barato.

Goalball

O Goalball foi inventado pelo alemão Hanz Lorenzen e pelo austríaco Sepp Rindle em 1946. Esta modalidade inseria-se num programa de reabilitação dos veteranos que perderam a visão na Segunda Guerra Mundial, com o fim de desenvolver a capacidade de concentração e capacidades físicas, não tendo como base nenhuma modalidade praticada por normovisuais como é o caso de outras modalidades paralímpicas. A popularidade do Goalball tem aumentado a nível mundial, sendo praticado competitivamente em mais de 112 países, e é considerado como uma das modalidades paralímpicas mais populares. O objectivo principal do jogo consiste na marcação do maior número de golos na baliza do adversário, tendo a bola que atravessar a linha de fundo na sua totalidade para ser considerado golo, enquanto a equipa defensiva tenta bloquear o caminho da bola com os seus corpos. Rodrigues (2002) destaca as habilidades perceptivo-motoras, cognitivas, emocionais e sociais mais importantes no Goalball, segundo a perspectiva dos treinadores da modalidade. Deste modo, ao nível das habilidades perceptivo-motoras distingue-se a orientação espacial, a velocidade de reacção, o equilíbrio e a resistência. Nas habilidades cognitivas, são valorizadas a concentração e a capacidade de antecipação. Em termos emocionais, a capacidade de antecipação e o domínio da ansiedade são aspectos fundamentais. Por último, a cooperação e o espírito de equipa assumem um papel de destaque no domínio social.

OBJECTIVO DE ESTUDO

O presente estudo tem como objectivo analisar o tempo de lançamento de atletas de Goalball (deficientes visuais), em situação de Jogo Corrido (JC) e Recolocação de Bola pelos árbitros (RB), bem como verificar se os tempos oficiais do lançamento do Goalball podem ser reduzidos, traduzindo-se numa modalidade mais competitiva e dinâmica.

MATERIAL Y MÉTODOS.

A amostra do presente estudo foi constituída por 25 indivíduos, do género masculino, com deficiência visual (cegos e ambliopes) praticantes de Goalball.

Caracterização da amostra

Pelos dados recolhidos na ficha de identificação do atleta, foi possível caracterizar a amostra em função da idade, tempo de prática, número e duração dos treinos semanais, como demonstrado no quadro 1.

Quadro 1 – Caracterização da amostra em função da idade (anos), tempo de prática (anos), treinos por semana (nº) e duração do treino (horas) dos indivíduos.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

Como verificamos no Quadro 1, a amostra do estudo apresenta uma idade média de 33,4 anos. No entanto, existe uma amplitude de variação muito elevada, dado que o atleta mais novo apresenta 19 anos e o mais velho 54 anos. No que concerne ao tempo de prática, em média os atletas praticam Goalball há 6,7 anos. A amplitude de variação nesta característica é bastante elevada, dado que atletas participam apenas há 3 meses, enquanto surgem atletas inseridos na modalidade há 17 anos. No que diz respeito ao número de treinos por semana e duração dos treinos, os valores médios variam muito de equipa para equipa, assim como de atleta para atleta, dado que dependem muito da disponibilidade de cada um destes. Deste modo, o valor médio de treinos por semana é de 1,2, sendo que alguns atletas praticam 2 vezes por semana, assim como acontece que alguns apenas surgem nos jogos. Em relação à duração dos treinos, a média situa-se nas 2,2 horas, dado que a duração máxima situa-se nas 3 horas, surgindo valores nulos, pelo facto de alguns atletas não se apresentarem nos treinos.

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Autorizações

Para a aplicação dos estudos, iniciamos solicitando as devidas autorizações das equipas de Goalball participantes no Campeonato Nacional de Goalball da época 2007/2008, visto uma vez que se trata de um estudo, onde realizamos a captura de imagens dos jogos.

Recolha de Dados

As imagens foram recolhidas durante os jogos da época desportiva 2007/2008, ao longo de 2 jornadas, correspondendo a 13 jogos, que decorreram nos meses de Fevereiro e Março de 2008, sendo estas efectuadas nas cidades de Lisboa e Porto, respectivamente. Durante as jornadas foi aplicada uma ficha de identificação, de natureza anónima, pelo que a informação fornecida é confidencial e de interesse somente dos investigadores.

Instrumentos

A recolha dos dados foi efectuada através da captura de imagens por três câmaras digitais Sony, 480x digital zoom, Carl Zeiss – vario tessar optical 12x, Mega Pixel – Wide LCD, com uma velocidade de captura de 50 Hertz. A disposição das câmaras procedeu-se do seguinte modo: duas câmaras, cada uma colocada atrás da baliza, distanciadas a 3 metros da linha final de campo, e uma câmara num plano superior, numa posição lateral ao campo de jogo, a 5,4 metros da linha lateral e 0,90 metros da linha final. Para a análise das filmagens captadas nas jornadas do Campeonato Nacional de Goalball utilizou-se o programa Ariel Performance Analysis System (APAS). Para o registo dos dados usou-se o programa Microsoft Office Excel 2007.

PROCEDIMENTOS ESTATÍSTICOS

Na análise e tratamento estatístico dos dados recolhidos utilizamos o programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 15.0 para o Windows. Para o cálculo da estatística descritiva utilizamos o teste de medidas independentes (Independent-Samples T Test), para deste modo obtermos a média (X), desvio padrão (dp), assim como os valores máximos e mínimos. Para o cálculo da estatística inferencial utilizamos novamente o teste de medidas independentes, obtendo a distribuição amostral de t e valor de prova (p) para um nível de significância menor ou igual a 0,05 (p≤0,05).

APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

Apresentamos inicialmente a média (X) e Desvio-padrão (dp) referente às variáveis analisadas, ou seja, os lançamentos em Jogo Corrido (JC) e Recolocação de Bola pelos árbitros (RB). Os dados, que se seguem no quadro 2, refere-se ao tempo dispendido para realizar um lançamento.

Quadro 2 – Descrição dos valores médios obtidos na análise dos lançamentos dos atletas.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

Partindo dos dados referidos no quadro 2, é possível observar que os atletas de Goalball concretizaram 757 lançamentos em JC, despendendo, para tal, (x = 5,25) segundos, em média, com um dp 2,12 segundos. Na situação de RB, os atletas concretizaram 653 lançamentos, observando-se uma média de 4,36 segundos, com um dp de 2,09 segundos. Ao analisarmos os tempos obtidos pelo grupo, verificamos uma redução muito evidente em relação ao tempo estabelecido pela IBSA, com valores médios, em ambas as situações, inferiores a 6 segundos. Os resultados estão de acordo os nossos objectivos, ou seja, reduzir o tempo oficial de lançamento no Goalball, propomos que essa redução seja estabelecida nos 8 segundos, pois se acrescentarmos uma variação populacional de 2 segundos, correspondente ao dp, às médias obtidas nas diversas situações de jogo, surge um tempo de lançamento de, aproximadamente, 8 segundos. Deste modo, e aquando da análise do número de lançamentos efectuados em comparação com o tempo oficial de lançamento no Goalball, obtivemos dados de grande interesse.

Figura 1 – Percentagem de lançamentos efectuados por atletas atletas, em situação de JC, comparativamente com os 8’’.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

Parece-nos relevante referir que, na nossa opinião, apenas se deverá proceder a uma alteração do regulamento da IBSA, se for possível reduzir para os 8 segundos mencionados, pelo que não seria prático nem viável uma redução de apenas 1 segundo ou até mesmo 1,5 segundos, quer para os atletas, quer mesmo para os cronometristas. Por este facto, propomos uma alteração do tempo de lançamento estipulado apenas se for possível reduzir 2 segundos, tempo que notamos ser significativo para a promover uma maior dinâmica na modalidade. Também nossos da opinião que, esta redução do tempo de lançamento, em ambas as situações, poderá resultar num jogo mais competitivo ou dinâmico, sem muitas pausas e desta forma tornar-se mais atractivo para o público, sem no entanto, prejudicar o desempenho dos atletas. Nesta ordem de ideias, apresentamos o quadro 3, onde é possível observar os valores de t amostral e os valores de prova (p), para que deste modo, sejam estabelecidas as diferenças significativas.

Quadro 3 – Valores da média, t amostral e valor da prova em situação de JC e RB

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

Esta ideia é reforçada por Leite (2001), num estudo realizado pelas estatísticas de 209 jogos da Liga Portuguesa de Clubes de Basquetebol, onde verificou que a redução do tempo de ataque de 30 para 24 segundos promoveu a alteração da dinâmica ofensiva e defensiva do jogo. A qualidade do jogo parece ter sofrido igualmente uma alteração positiva. Segundo o mesmo autor, o jogo tornou-se mais dinâmico, mais intenso, e provavelmente mais espectacular, com alternâncias vivas no marcador e com superiores níveis de imprevisibilidade no desfecho das competições. Na situação de JC, o valor de t amostral é de -5,52, sendo o p=0,000. Já na situação de RB, podemos verificar um valor de t amostral de -1,95, com um p=0,052. No entanto, à luz do panorama nacional, esta situação não seria plausível, dado que o número de atletas com deficiência visual a praticar Goalball ainda não possui uma expressão significativa, de modo a que as equipas consigam ser compostas apenas por deficientes visuais. Como tal, surge a necessidade de recorrer à atletas sem deficiência visual para completar as equipas e permitir mais equipas a participar no Campeonato Nacional de Goalball.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº 13

CONCLUSÕES

Finalizado o nosso trabalho, podemos apresentar algumas conclusões relativas ao estudo realizado, focando a temática a que nos propusemos analisar. Como objectivo pretendíamos verificar se os tempos oficiais de lançamento no Goalball poderiam ser reduzidos. Este facto pôde ser comprovado, pelos dados anteriormente expostos, dado que em ambas as situações de jogo os dois grupos de atletas apresentaram valores médios muito baixos, o que nos permite apoiar os nossos objectivos específicos. De referir que quando analisados os tempos, em relação com o limite de 8 segundos, podemos verificar que se apresenta uma percentagem elevada de lançamentos com valores iguais ou inferiores a este tempo, o que corrobora com a nossa proposta de redução dos tempos oficiais de lançamento no Goalball. Também nos foi possível concluir que os atletas com deficiência visual apresentaram tempo de lançamentos inferiores tanto em situação de JC como em situação RB, no entanto não são considerados estatisticamente significativos Ao longo de nossas pesquisas foram muitas as dificuldades, uma delas centra-se no facto de não encontrarmos dados na literatura sobre a referida modalidade estudada, principalmente no que se refere a comparação de resultados. Visto ser um estudo inovador, a discussão foi feita quase restritamente pela análise dos dados que obtivemos, tendo como comparação apenas um estudo efectuado noutra modalidade. Estamos cientes que é necessário continuar a realizar estudos nesta área para que o Goalball possa desenvolver e promover uma melhor competitividade e dinâmica para os atletas e para o público.

BIBLIOGRAFÍA

  • Bagatini, V. (1987). Educação Física para Deficientes. Brasil: Edições SAGRA.
  • Bueno, T. (1994). Deficiencia visual, aspectos psicoevolutivos y educativos. Málaga: Ediciones Aljibe.
  • Pereira, C. (1998). Estudo comparativo do tempo de reacção simples e de escolha em indivíduos com deficiência visual praticantes e não praticantes de actividade desportiva. Dissertação de Mestrado em Ciências do Desporto na área de Actividade Física Adaptada. Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade do Porto.
  • Rodrigues, N. (2002). Goalball: estudo sobre o estado de conhecimento da modalidade e avaliação desportiva-motora dos atletas.Dissertação de Mestrado em Ciências do Desporto na Área da Actividade Física Adaptada. Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física. Universidade do Porto.
  • Pereira, L. M. (1980). O Conceito de deficiente Visual. Ludens, 4(4), 37-40.
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  • Gregory, R. (1968). A psicologia da visão, o olho e o cérebro. Porto: Editorial Inova.
  • Anache, A. (1994). Educação e deficiência: um estudo sobre a educação da pessoa com “deficiência” visual. Campo Grande: CECITEC/UFMS.
  • Moura e Castro, J. A. (1994). Estudo da Influência da Capacidade de Resistência Aeróbica na Orientação e Mobilidade do Cego.Dissertação de Doutoramento em Ciências do Desporto, especialidade de Treino Desportivo. Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física. Universidade do Porto.
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  • International Blind Sport Association (2006). Goalball Rules of the Game 2006-2010, including Tournament Regulations and Referee’s Programme.Consultado: 14 Dez 2007, disponível em http://www.ibsa.es/esp/deportes/goalball/reglamento.htm.
  • Moura e Castro, J. A. (1996). O Deficiente e o Desporto. Revista Horizonte, 13(74), 26-30.
  • Leite, N. (2001). A Influência da Introdução da Regra dos 24 Segundos na Dinâmica Ofensiva e Defensiva das Equipas de Basquetebol. Dissertação de Mestrado em Ciências do Desporto na área de Treino de Alto Rendimento Desportivo. Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física. Universidade do Porto.

Agradecimentos

Agradecemos o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) – Portugal. Minerva Amorim (SFRH/BD/44170/2008).

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