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25 nov 2013

Ansiedade pré competitiva e desempenho De atletas de ginástica rítmica

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Embora ainda seja pouco considerado quando comparado aos aspectos físicos, o estado psicológico de um atleta é um dos fatores que mais influencia o seu desempenho.

Autor(es): Ademir De Marco; Fernanda R. Menegaldo
Entidades(es): Universidade Estadual de Campinas
Congreso: XIV Congreso Internacional sobre la Psicología del deporte
Pontevedra, 14 al 16 de Noviembre de 2013
ISBN: 978-84-939424-6-5
Palabras Clave: Ginástica Rítmica – Ansiedade – Período Pré Competitivo – Competição – Desempenho

Ansiedade pré competitiva e desempenho De atletas de ginástica rítmica

Resumen:

Embora ainda seja pouco considerado quando comparado aos aspectos físicos, o estado psicológico de um atleta é um dos fatores que mais influencia o seu desempenho. A ansiedade pré-competitiva, tema que embasou este estudo, foi o aspecto psicológico investigado, com o intuito de caracterizar a ansiedade e os seus efeitos na performance de atletas no momento da competição. Participaram desta pesquisa, na condição de voluntárias, 12 atletas de Ginástica Rítmica (GR) das categorias pré-infantil (09 e 10 anos) e infantil (11 e 12 anos), pertencentes a três diferentes centros de treinamento do estado de São Paulo. As três equipes participaram do XVII Torneio Nacional de GR, oportunidade na qual foram avaliadas no período de 24 horas que antecedeu a competição, sendo este denominado de pré-competitivo. Os itens da avaliação foram aferidos por meio da escala de ansiedade “O que Penso e Sinto” e também pela aplicação de questionário escrito, contendo nove questões abertas, referentes aos sentimentos e reações percebidas pelas atletas na véspera da competição. O desempenho das mesmas na apresentação foi obtido a partir de parecer individualizado de suas respectivas técnicas. Os resultados obtidos permitiram observar que para os dois instrumentos, a categoria pré-infantil se mostrou mais ansiosa do que a categoria infantil, tendo a ansiedade um papel mais significativo para a categoria pré-infantil, reforçando a hipótese de que a alta ansiedade ocasiona o baixo desempenho das atletas.

Entre os inúmeros transtornos psicológicos existentes, a ansiedade é, provavelmente, um dos mais conhecidos e frequentes afetando as pessoas não apenas na vida adulta, mas também na infância e a adolescência (Silva & Figueiredo, 2005). Em qualquer destas etapas da vida, frente às circunstâncias, o quadro de ansiedade gera diferentes sintomas e consequências, as quais dependendo do comportamento e dos estados psicológicos manifestados pode promover resultados positivos ou negativos nas tarefas nas quais a pessoa está envolvida.
Pensando no universo esportivo e na prática de esporte com fins competitivos –onde um atleta busca atingir sua máxima performance – no momento que antecede a competição, denominado como período pré-competitivo, o atleta se encontra em um estado de intensa carga psíquica, ou estresse psíquico (Samulski, 2002), onde os atletas vivenciam diferentes emoções, que se manifestam não só em processos cognitivos, como também podem provocar reações vegetativas, emocionais e motoras (Detânico, 2005). A dúvida que cerca os profissionais da área se trata então de como essas questões psicológicas influenciam a performance de um atleta na competição.
Pensando na Ginástica Rítmica – modalidade estudada nesta pesquisa, desde os primeiros anos de prática, segundo Róbeva e Rankélova (1991), a exigência pela exatidão e perfeição na performance das atletas é característica presente na rotina de treinamentos. Assim, para que seja possível preparar uma ginasta em meio de tantas exigências e pressões trazidas pela prática do esporte de alto rendimento, é necessário que a atleta seja preparada intelectual e psicologicamente, uma vez que é fundamental algo mais do que as preparações física, técnica e tática (Laffranchi, 2005).
Dessa forma, com uma abordagem qualitativa, este estudo teve como ponto de partida, o intuito de mensurar e compreender a questão da ansiedade pré-competitiva em atletas pré-infantis e infantis de Ginástica Rítmica, buscando posteriormente verificar possíveis relações entre os índices de ansiedade e o desempenho das ginastas em uma competição de âmbito nacional.

Métodos

Esta pesquisa consistiu num estudo de caso, configurando também a pesquisa de campo, com abordagem qualitativa. Foi realizada com 12 ginastas, sendo 6 da categoria pré-infantil – 09 e 10 anos – e, 6 da categoria infantil – 11 e 12 anos, categorias estruturadas de acordo com as normas da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), integrantes de três equipes do Estado de São Paulo, nomeadas para fins analíticos como C1, C2 e C3. O evento escolhido para avaliação das ginastas foi uma competição de âmbito nacional – XVII Torneio Nacional de Ginástica Rítmica, que se realizou no período de 17 à 21/10 de 2012 em Vitória/ES. Todas as atletas foram autorizadas pelos pais e/ou responsáveis a participar desta pesquisa por meio do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Da mesma forma, este projeto foi enviado e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) – UNICAMP.
Com a aplicação de dois instrumentos distintos, a coleta de dados dividiu-se em duas etapas, embora toda a coleta tenha sido realizada no período pré-competitivo, denominado como as 24 horas que antecederam a competição. No primeiro momento, foi aplicado o instrumento de avaliação de ansiedade-traço, a escala de ansiedade traduzida e adaptada “O Que Penso e Sinto” (OQPS) Gorayeb (1997), que em sua versão original recebe o título de “Revised Children’s Manifest Anxiety Scale” (RCMAS) ou “What I think and Feel”, Reynolds e Richmon (1978). Este instrumento de auto-aplicação é composto por 28 questões assertivas, que devem ser respondidas com “sim” ou “não”. Todas as questões presentes fazem referência a sentimentos/comportamentos que estejam associados à manifestação da ansiedade. O resultado é obtido pelo somatório de respostas “sim”, o qual pode variar de 0 a 28 pontos, indicando a gradação da ansiedade, o qual posteriormente é classificado em três categorias “abaixo da média”, “na média” ou “acima da média”, sendo considerado os desvios padrões para cada faixa etária, de acordo com escores dados por meio da adaptação e normatização para indivíduos brasileiros (Gorayeb, 1997).
Em um segundo momento, as ginastas responderam um questionário escrito, previamente estruturado, composto por 9 questões abertas, as quais buscaram compreender a interpretação e percepção das mesmas sobre a ansiedade e as consequências desta para o desempenho na competição. As respostas obtidas neste questionário escrito foram analisadas por meio do método de pesquisa qualitativa nomeado como análise de conteúdo (Bardin, 1994).
A análise da performance das ginastas na competição escolhida foi feita por suas respectivas técnicas, que ao final da competição, responderam para cada uma de suas atletas se o desempenho das mesmas foram acima, abaixo ou dentro das expectativas, sendo marcado com os símbolos “+”, “-” e “+-”, respectivamente. Esses dados viabilizaram a busca de possíveis relações entre os dados de ansiedade e o desempenho.

Resultados

Os escores de ansiedade das atletas participantes deste estudo, aferidos pelo instrumento “O Que Penso e Sinto” Gorayeb (1997), podem ser conferidos nas tabelas 1 e 2, acompanhadas de alguns dados complementares relevantes para análise.
Tabela 1
Escores brutos de ansiedade das ginastas Pré-Infantis destacando prova, idade, instituição e tempo de treino.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº23

Tabela 2
Escores brutos de ansiedade das ginastas Infantis destacando prova, idade, instituição e tempo de treino.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº23

  Nas tabelas 3 e 4, pode-se observar o parecer das técnicas sobre o desempenho das ginastas, classificados como abaixo da expectativa (-), acima da expectativa (+) e dentro da expectativa (+-).
Tabela 3
Parecer das técnicas e escore de ansiedade das ginastas pré-infantis.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº23

Tabela 4
Parecer das técnicas e escore de ansiedade das ginastas infantis.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº23

Como uma segunda possibilidade de análise da escala OQPS, os escores foram aferidos em relação a subdivisão das 28 questões em oito fatores, de acordo com Gorayeb (1997). Foram selecionados quatro fatores: Fator 1 “Insegurança ou Ansiedade Antecipatória”, Fator 2 “Preocupação”, Fator 6 “Ansiedade Generalizada” e Fator 8 “Medo ou Sentimento de Inferioridade”, julgados mais relevantes para esta temática. As respostas das questões que compõem os fatores escolhidos foram averiguadas com intuito de verificar a freqüência de respostas “sim” ou “não”. Dessa forma, foi diagnosticado que os fatores 2 e 8 tiveram frequência de respostas “sim” significativa para as ginastas pré-infantis, confirmando a importância destes fatores para a avaliação da ansiedade. Nos gráficos 1 e 2, pode-se verificar a freqüência de respostas das ginastas pré-infantis para estes dois agrupamentos.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº23

Gráfico 1
Freqüência de respostas das questões agrupadas no fator 2 das ginastas pré-infantis.

Contenido disponible en el CD Colección Congresos nº23

Gráfico 2
Frequência de respostas das questões agrupadas no fator 8 das ginastas pré-infantis.

Para análise do questionário escrito, foi realizado o que se chamamos de categorização (Bardin, 2006). Posteriormente, cinco das nove perguntas foram selecionadas para análise mais específica, uma vez que as mesmas apresentam respostas significativas para os resultados desta pesquisa.
Na questão 1 – “Como você está se sentindo hoje?”, todas as ginastas se auto-avaliaram como “nervosa” na véspera da competição. A categoria pré-infantil apresentou ainda alta freqüência de expressões como “medo” e “ansiosa”, e mais, em nenhuma das respostas das ginastas desta categoria apareceram expressões positivas como “feliz” ou “confiante”, o que ocorreu, embora com baixa frequência, na categoria infantil.
Quando questionadas sobre o significado da ansiedade na questão 2 – “O que é ansiedade para você?”, a maioria das respostas de ambas as categorias definiram a alteração com respostas próximas a “esperar por algo antes da hora”. Outras expressões como “preocupação”, “medo” e “nervosismo” também estiveram presentes nas respostas dessa questão.
Embora os escores obtidos pela escala apontassem resultados dentro das médias esperadas, todas as ginastas se disseram ansiosas na pergunta 6 do questionário – “Você está ansiosa para a competição de amanhã?”. Na questão seguinte, 7 – “Se sim, você acha que essa ansiedade vai te ajudar ou atrapalhar na hora que você estiver competindo?”, oito das doze atletas interpretaram a ansiedade como uma alteração positiva e responderam que a mesma seria benéfica, ajudando na competição.
A nona e última questão deste instrumento – “Há pessoas com quem você conversa que te ajudam a eliminar/diminuir sua ansiedade?” foi respondida de maneira bem distinta pelas duas categorias. A categoria infantil citou com maior frequência “técnicas” e “amigas”, enquanto que as ginastas pré-infantis responderam a esta questão fazendo maior número de referências a “pai e/ou mãe” e “familiares”.

Discussão

Como já discutido neste texto, há uma tendência empírica dos profissionais do meio esportivo concluírem que a ansiedade possui uma conotação negativa para a performance. Em concordância com Martens e at (apud Ferreira, 2006) atletas que percebem a ansiedade como fator negativo, tendem a ter um desempenho prejudicado, ao contrário de atletas que interpretam a alteração como algo positivo a performance esportiva, que acabam por ter um ótimo desempenho nas competições. Considerando que segundo as técnicas todas as atletas tiveram desempenho dentro ou acima do esperado, pode-se concluir que a questão da interpretação da ansiedade como fator positivo pode realmente ser um fator benéfico ao desempenho, uma vez que oito das doze atletas relataram que a ansiedade iria ajudar no momento da competição.
No tocante à busca para minimizar ou eliminar a ansiedade, foi averiguado que na categoria pré-infantil, as ginastas preferem conversar com as pessoas da família ao invés de falarem com as técnicas, enquanto que na categoria infantil, foi verificado que as atletas buscam maior contato com as técnicas e, em segundo plano, colegas de equipe e amigos em geral. Essa diferença pode ser explicada não só pelo tempo de treino, mas, principalmente, pelo maior número de vivências de situações esportivas por parte das atletas infantis, que proporciona o amadurecimento pessoal e esportivo nas competições.
Quando indagadas sobre os sentimentos e reações na véspera da competição, as ginastas pré-infantis (09 e 10 anos) apresentaram maior frequência de respostas relacionadas à percepção de nervosismo, medo e de ansiedade em relação ao evento que teriam pela frente, enquanto que as ginastas da categoria infantil (11 e 12 anos) a freqüência de respostas é menor no tocante aos aspectos de medo e de ansiedade. Do ponto de vista psicológico, pode ser inferido que estes resultados estão adequados com as faixas etárias das ginastas, pois nesta segunda categoria as atletas apresentam maior idade cronológica, permitindo analisar que já vivenciaram inúmeras experiências e já participaram de competições. Estes aspectos contribuem com o desenvolvimento psicológico das ginastas, propiciando maior estabilidade emocional e acuradas percepções de suas variações emocionais e fisiológicas, adquirindo maior auto-controle.
Essa mesma linha de pensamento pode ser utilizada para explicar os dados obtidos referentes ao desempenho e os índices de ansiedade. No caso da categoria pré-infantil, além de notórios níveis maiores de ansiedade, com exceção de duas ginastas, o restante das atletas se encaixou na teoria de alta ansiedade e baixa performance, e vice versa. Ao mesmo tempo, as atletas infantis apresentaram resultados que se distanciam desta teoria, uma vez que os melhores resultados foram obtidos pelas ginastas que apresentaram um alto escore de ansiedade. Pode ser inferido mais uma vez, que a diferença do tempo de experiências deve contribuir para maior estabilidade emocional das atletas, e consequentemente maior e melhor administração de quaisquer sentimentos e/ou alterações de estados psicológicos favoráveis ou desfavoráveis.

Atentando-se para os índices obtidos pela Escala “O que Penso e Sinto”, é possível observar que, comparando a ansiedade das ginastas das três diferentes instituições, constatou-se que as ginastas pertencentes a C1 se mostraram, notoriamente, mais ansiosas do que as ginastas de C2 e C3. Essa diferença pode ser justificada pelo fato de que as ginastas que compõem a instituição nomeada de C1 sofrem uma cobrança maior quando comparadas as das outras equipes, uma vez que a carga horária de treino destas atletas é maior, além do fato da equipe participar de um alto número de competições e exigir melhores resultados, em face aos patrocinadores que subsidiam financeiramente todo o processo de treino e participação em eventos. Não obstante, a mesma equipe já está inserida no cenário competitivo da Ginástica Rítmica brasileira há mais de duas décadas, sendo um dos clubes tradicionais da modalidade no país.
Outro aspecto interessante concluído através dos dados obtidos foi que, na categoria pré-infantil, houve uma clara distinção nos índices de ansiedade entre as atletas que competiram mãos livres e as que competiram bola. Isso se deve ao implemento de um material a série, o que eleva o grau de dificuldade dos exercícios já existentes nas séries de mãos livres e ainda acrescenta movimentos típicos dos aparelhos da GR, como os lançamentos e riscos, elementos temidos pelas ginastas devido à alta penalidade no caso de má execução destes exercícios. Essa distinção não é notada para as ginastas infantis, e essa diferença pode ser explicada novamente pela questão da maturidade das atletas. As ginastas infantis também executam, até em maior escala, os elementos de riscos e lançamentos, porém as ginastas já possuem um melhor entendimento da importância de cada exercício, e compreendem que, embora os materiais aparentemente dificultem a série, as provas de mãos livres têm grande importância nas categorias de base, revelando o real potencial físico da atleta.
Embora exista um número razoável de estudos sobre ansiedade pré-competitiva e performance, estes não são realizados em grande escala em nenhum esporte, e tratando-se de ginástica, esse número se mostra ainda mais limitado. Em um estudo recente, realizado por Nascimento, Bahiana e Nunes-Junior (2012) com atletas de ginástica artística de categorias juvenil e adulto, os autores verificaram índices médios de ansiedade-traço. Cottyn et al (1997) também realizaram uma pesquisa com jovens atletas (11 a 15 anos) de ginástica artística, e concluíram que para revelar a verdadeira natureza da ansiedade competitiva é necessário combinar parâmetros fisiológicos e psicológicos. Os mesmos autores, que possuíam a hipótese de que a ansiedade resulta em um impacto negativo na performance, afirmaram que uma baixa frequência cardíaca bem como menor índice de ansiedade cognitiva no momento pré-competitivo podem ser fatores facilitadores para o bom desempenho.
Outro estudo, que buscou avaliar ansiedade-estado e autoconfiança pré-competitiva em atletas de ginástica artística (León-Prados, Fuentes & Calvo, 2011), constatou que a importância ou âmbito da competição (regional, estadual, nacional) não foi uma variável influente para o estado pré-competitivo das atletas participantes da pesquisa. Em outra pesquisa, que mais se aproxima à realidade da temática deste estudo, mensurou a ansiedade-estado competitiva e relacionou esses índices com a performance de atletas de ginástica rítmica, na faixa etária de 11 e 12 anos (Tsopani, 2011). Segundo os dados obtidos, somente a auto-confiança mostra-se como fator significativo na interferência benéfica no desempenho, ou ainda, as atletas que possuíam maior auto-confiança, obtiveram melhores resultados na competição (finalistas). Relacionado à ansiedade, não foi detectada diferença significativa entre as ginastas finalistas (melhor desempenho) e não finalistas (pior desempenho).
Os resultados desta pesquisa conduzem assim à reflexão acerca da importância de aprofundar os estudos sobre os efeitos das alterações psicológicas em crianças sob o desempenho esportivo e performance em competições. O presente estudo espera ampliar os conhecimentos sobre esta temática e não só contribuir, como incentivar a realização de outros estudos desta natureza.

Referências

Bardin, I. (1994). Análise de conteúdo. Lisboa: Edições Setenta, p. 226.
Bardin, L. (2006). Análise de conteúdo. (L. de A. Rego & A. Pinheiro, Trads.). Lisboa: Edições 70.
Cottyn, J. et al.. (2006). The meansurement of Competitive Anxiety during balance beam parformance in Gymnasts. Journal of Sports Sciences, v. 24, n. 2, p. 157-164.
Ferreira, E. M. R. S. (2006). O estado de ansiedade pré-competitIva e autoconfiança. Estudo realizado com jogadores seniores de hóquei em patins. Faculdade de Desporto, Universidade do Porto. Porto.
Gorayeb, M. A. M. (1997). Adaptação, Normatização e Avaliação das Qualidades Psicométricas da RCMAS para uma amostra de escolares de oito a treze anos de Ribeirão Preto – SP. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
Laffranchi, Bárbara. (2001). Treinamento Desportivo Aplicado à Ginástica Rítmica. Londrina: UNOPAR.
León-Prados, J.A., Fuentes, I. & Calvo., A. (2011). Ansiedad estado y autoconfianza precompetitiva em gimnastas. Revista Internacional de Ciencias del Deporte, v. 22 (7), p. 76-91.
Martens, R., Vealley, R.S. & Burton, D. (1990). Competitive anxiety in sport. Champaign (Ill), Human Kinetics.
Nascimento, F. C., Bahiana, F.F. & Nunes-Junior, P. C. (2012). A ansiedade em atletas de ginástica artística em períodos de pré-competição e competição. Rev. Bras. de fisiologia do Exercício, v.11, n. 2.
Róbeva, N. & Rankélova, M. (1991). Escola de Campeãs: Ginástica Rítmica Desportiva. 4. ed. São Paulo: Ícone.
Samulski, D. (1995). Psicologia do esporte. Belo Horizonte, UFMG.
Reynolds, C. R. & Richmond, B. O. (1978). What I Think and Feel: a revised measure of children’s manifest anxiety. Journal of Abnormal Child Psychology, 6, 271-280.
Silva, W. V. & Figueiredo, V. L. M. (2005). Ansiedade Infantil e Instrumentos de Avaliação: uma revisão sistemática. Rev. Bras. de Psiquiatria, v. 27, n. 4, p. 329-335.
Tsopani, D. et al. (2011). Competitive State Anxiety and Performance in young female rhythmic gymnasts. Perceptual and Motor Skills, v.112, n. 2, p. 549-560. University of Athens.

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CD Colección Congresos Nº 23 – ISBN : 978-84-939424-6-5
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